Por Redação

Nos próximos dias, a Liesa vai divulgar oficialmente o novo corpo de júri do Carnaval 2018. A tendência é que não tenha grandes mudanças no time de avaliadores que vão decidir os destinos da festa que se aproxima. Mas um julgador já é carta certa fora do baralho: Valmir Aleixo, de enredo. Ele foi o pivô de uma confusão inédita no samba.

Foi a nota 9,9 dada pelo jurado à Mocidade no último quesito a ser lido na Quarta-feira de Cinzas que tirou o título da verde e branco na ocasião. Vinte dias depois, após as revelações das justificativas dos jurados, ficou escancarado que a perda da vitória por um décimo foi ocasionada por uma falha. Na explicação, Valmir cobrou um destaque de chão que não estava previsto na proposta e tampouco constava no Abre-alas, que é o roteiro oficial entregue ao júri. Se o avaliador não tivesse tirado o décimo, a escola de Padre Miguel e a Portela teriam empatado, mas o título seria da Mocidade no desempate dentro do quesito Comissão de Frente.

A partir dali, uma batalha de bastidores foi iniciada durante todo o mês de março, até a decisão no dia 5 de abril – pela maioria dos presidentes na plenária -, que consagrou a Mocidade como campeã da festa, ao lado da Águia de Madureira.

Pra analisar o enredo da Mocidade, Valmir Aleixo usou uma versão desatualizada do livro abre-alas, o roteiro dos desfiles das escolas de samba no Carnaval – Foto: Reprodução/Liesa
Valmir Aleixo não estará no júri da Liesa em 2018 – Foto: Reprodução/Facebook

O curso de jurados da Liesa começa no fim deste mês.

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