“Eu não tenho ala em 2017. É uma grande tribo que vai passar na Avenida e que será representada através de seis atos. São diferentes grupos formados, que vão sendo exibidos ao longo do nosso desfile

Laíla, diretor de carnaval e geral de harmonia da Beija-Flor, ao anunciar ao site Carnavalesco a nova lógica de desfile da azul e branco no Carnaval 2017.

 

 

“Eu não ficaria chateada se arrumassem uma rainha que pudesse ajudar financeiramente. Eles (dirigentes) não querem, querem pessoas que têm amor pela escola. Disseram pra eu tirar isso da cabeça”

Mel Brito, rainha de bateria da Caprichosos de Pilares, ao revelar que chegou a colocar à venda o posto de rainha para ajudar a escola de samba a capitalizar o Carnaval 2017.

 

 

 

“Vinha pedindo isso para a presidente há uns três anos, mas eu queria que viéssemos na frente do abre-alas. Isso vai ajudar o desfile a fluir melhor. Gosto muito da ideia, acho que trabalhando isso direitinho, como estamos, vai dar certo”

Marcão, mestre de bateria do Salgueiro, ao anunciar o novo posicionamento da “Furiosa” na Avenida: atrás do abre-alas salgueirense.

 

 

 

“A Portela não tem musa. As mulheres se apresentam assim, mas não tem nada disso”

Paulo Barros, carnavalesco da Portela, ao decretar que na Águia de Madureira ninguém pode se intitular musa da escola.

 

 

 

“Eu sei como proceder em diversas situações, mas é na direção de carnaval que me sinto bem e que gosto de verdade”

Wilsinho Alves, diretor de carnaval da União da Ilha e ex-presidente da Vila Isabel, ao analisar as funções que já exerceu na carreira dentro do Carnaval e declinar da possibilidade de voltar ao poder maior dentro de uma agremiação.

 

 

 

“Estão usando o nome da Liesa e de outras empresas também, como Antarctica e Brahma, como se estivéssemos ofertando essas vagas. É golpe sujo”

Jorge Castanheira, presidente da Liesa, ao negar que a entidade esteja oferecendo vagas para o Carnaval 2017, tampouco cobrando por quem está em busca de serviço temporário na Marquês de Sapucaí.

 

 

“Não acreditam no meu poder de liderança. Não posso me sentir diminuída. No Carnaval, a gente não pode criar estereótipos. A minha aparência não me diminui. Eu sou uma profissional. Mas, ao mesmo tempo que tem gente machista, tem gente torcendo por mim”

Annik Salmon, uma das carnavalescas da Unidos da Tijuca, ao criticar o machismo que já sentiu na pele dentro do universo do samba.

 

 

“É a mínima vontade de sair da mesmice”

Alex de Souza, carnavalesco da Unidos da Vila Isabel, ao comentar carro abre-alas que promete levar uma nova linguagem afro para a Sapucaí.

 

 

“Eu estava muito bem na Nenê, ganhando bem, feliz. Mas a Mancha Verde tinha caído e precisava de mim. Voltei ganhando menos, a metade do que eu ganhava. O presidente queria cobrir a proposta, queria que eu ficasse, mas não tinha a ver com dinheiro”

Pedro Alexandre Magoo, carnavalesco da Mancha Verde, ao lembrar retorno para a escola palmeirense, que estava no Grupo de Acesso, quando recusou o dobro salário para permanecer na Nenê, do Especial.