Jurados não perdoaram bandeiras batendo no rosto de mestres-salas

Por Redação

Mais leveza, mais olho no olho e demonstração de cumplicidade. Foram esses os principais pedidos em forma de crítica que jurados do Carnaval 2017 mais usaram para sinalizar o que faltou para a excelência dos casais de mestre-sala e porta-bandeira. Agora o que sobrou mesmo, na avaliação do júri, foi bandeira no cara, no braço e em outras partes do corpo dos dançarinos, que por causa dos deslizes acabaram “impactando negativamente” as apresentações que fizeram na Sapucaí, nas palavras de um dos avaliadores.

Na hora da evolução dos condutores dos pavilhões de várias escolas de samba, duplas responsáveis por defender o quesito acabaram se atrapalhando e deixando a bandeira balançar e tocar onde não devia. Caso de agremiações como Unidos da Tijuca, Paraíso do Tuiuti, Grande Rio, São Clemente e Vila Isabel, que perderam décimos preciosos no segmento: a Tijuca fez 29,7; a Tuiuti 29,4; a Grande Rio 29,8; a São Clemente 29,8; e a Vila Isabel levou 29,8.


Os únicos casais de mestre-sala e porta-bandeira que não perderam nenhum décimo (fizeram 40 pontos) este ano foram os da Mangueira, da Portela e do Salgueiro.