Luiz Carlos Máximo permanece na disputa da São Clemente _ Foto: Arquivo pessoal
Foto: Arquivo pessoal

“A Portela tem história de vanguarda e perdeu a oportunidade de encerrar com uma hipocrisia. Vários compositores colocam samba e não assinam. Só não pode assinar? Isso é hipocrisia.Sempre agi com transparência e verdade. Não estou julgando ninguém, mas não é meu feitio fazer samba sem assinar”

Luiz Carlos Máximo, compositor da Portela, que foi eliminado da disputa de samba portelense por também concorrer na São Clemente, questionando os critérios para a desqualificação da obra da parceria dele, que ainda é composta por Gustavo Henrique, Flavio Viana, Charles Braga, Camilo Jorge, Valtinho Botafogo, Gustavo Albuquerque, Rafael Cavaliere, Júnior Falcão e Thiago Gotelip. A declaração foi dada ao site Carnavalesco.

 

 

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Foto: Diego Mendes

“Não tenho nada contra nenhum tipo de religião. O dia que eu não quiser ficar por algum tipo de enredo, eu posso sair ou não. Ser evangélico é uma opção minha. Eu não vou no samba pra isso, vou na escola porque eu gosto de samba. E por ser evangélico eu não posso estar no samba?”

Rildo Seixas, braço-direito da diretoria do Império Serrano, repercutindo a polêmica em que se envolveu ao ter afirmado que um enredo sobre espiritismo não teria vez nos desfiles da verde e branco.

 

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Foto: Reprodução/Facebook

“Não confunda entretenimento com prostituição”

Janaína Azevedo, passista do Carnaval carioca, ao denunciar uma proposta indecente que recebeu de um homem que se dizia produtor de eventos.

 

Ney Filardi estava ansioso para o início do desfile da Ilha | Foto: Sambarazzo
Foto: Sambarazzo

“Sequer a conheço pessoalmente, nunca estive com ela, então não é verdade isso. Quem fala pela Ilha sou eu”

Ney Filardi, presidente da União da Ilha, ao negar um possível acordo da escola com a cantora Ludmilla, que seria, segundo diversos veículos, a favorita para assumir o posto de rainha de bateria na tricolor.

 

 

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Foto: Fernando Grilli/Riotur

“Eu não gosto muito mais de compor samba-enredo. Os últimos que fiz foi mais porque a escola pediu mesmo. Tudo o que a gente faz muito, a gente enjoa.Já disputei muito, é uma coisa que não me entusiasma mais”

Martinho da Vila, ídolo da Unidos de Vila Isabel, ao admitir que não sente mais tanto prazer para escrever sambas para a escola de samba.

 

 

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Foto: Riotur

“Sem medo de errar, eu posso falar que eu tô com inveja”

Paulo Barros, carnavalesco da Portela, reconhecendo que gostaria de desenvolver um enredo ao estilo da da Unidos da Tijuca: “Música na alma, inspiração de uma nação”, que será assinado pela comissão de carnaval, formada por Hélcio Paim, Annik Salmon, Mauro Quintaes e Marcus Paulo.

 

 

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Foto: Sambarazzo

“Esse meu enredo era pra ter sido o do Carnaval 2016, mas a escola buscou um patrocinado.Quando eu vi o da Tijuca, fiquei chateado. Porque queria que o meu fosse uma coisa inédita, mas paciência, aconteceu”

Alex de Souza, carnavalesco da Vila Isabel, comentando, em tom de lamento, a semelhança do enredo dele “O som da cor” com o da Unidos da Tijuca “Música na alma, inspiração de uma nação”.

 

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Foto: Gabriel Santos/Riotur

“Amigos, esse ano fui convidada para ser enredo de três queridas escolas que desfilam na Avenida Intendente Magalhães! Fico muito honrada e emocionada com o convite, mas creio que ainda não é chegada a hora”

Selminha Sorriso, porta-bandeira da Beija-Flor, revelando que negou três propostas para virar tema no Carnaval 2017.

 

 

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Foto: Facebook Oficial União do Parque Curicica

“Tenho dito que minha filha é filha do renascimento. Eu e o Lolo somos cheios de fé e sempre colocamos Deus na frente de tudo.A perda serviu pra unir nós dois ainda mais”

Mara Rosa, porta-bandeira e mulher do mestre de bateria da Imperatriz, Lolo, falando sobre a nova gravidez. Em julho de 2015, Mara esperava o primeiro filho do casal, mas acabou perdendo o bebê.

 

 

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Foto: Arquivo pessoal

“Agora ela é minha! Comprei a tocha pra ter o prazer de guardar definitivamente. Paguei R$ 2 mil”

Neguinho da Beija-Flor comentando a aquisição da tocha olímpica, que ele conduziu dois dias antes da abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016.

 

 

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Foto: Reprodução/Facebook

“Explicou que entenderam errado a matéria dele, que não foi bem assim e que adorou tudo, desta vez. Ele pediu desculpas e nós pedimos pra um amigo nosso comprar um biscoito Globo. Ele gostou.

Paulinho Valença, compositor do Império Serrano, contando como foi o encontro com David Segal, o jornalista americano do “The New York Times” que criticou a culinária carioca e detonou o famoso biscoito Globo.