Globeleza! Pedro Bassan assume narração dos desfiles da Série A com Mariana Gross: ‘Muito feliz’

Por Redação

Um dos principais nomes do jornalismo da Globo, Pedro Bassan vai colocar o talento que o projetou em grandes coberturas pela emissora – seis edições de Copa do Mundo e outras seis de Olimpíadas, só pra citar algumas – a serviço do Carnaval do Rio de Janeiro.

Em 2019, ele estará ao lado da colega Mariana Gross, âncora do RJTV e pra lá de experiente no quesito samba, no comando da transmissão dos desfiles da Série A na Marquês de Sapucaí. Bassan substitui Carlos Gil, que nas últimas duas temporadas narrou a festa do grupo de acesso.

– Eu fiquei muito feliz! É uma honra pra mim, pelas escolas e por estar com ela (Mariana). Na semana que vem, já começo a frequentar os ensaios e visitar barracões – conta ao Sambarazzo, empolgado, o novo narrador do canal que detém os direitos de transmissão do chamado “maior espetáculo da Terra”.

Carnaval 2019! Pedro Bassan vai estrear na apresentação dos desfiles da Série A – Foto: TV Globo

Carnaval 2013 uniu duas paixões nacionais

Pedro Bassan não esquece a primeira vez que entrou na pista do Sambódromo pra negócio. Foi em 2013, com uma pauta bem específica e que unia duas grandes paixões: samba e futebol. O jornalista precisava caçar na Avenida os atletas conhecidos do público.

– Quando era repórter em São Paulo, seguia os jogadores que desfilavam. Sempre fui apaixonado por carnaval. É um momento em que eu realmente trabalho me divertindo. A Mariana disse o mesmo pra mim – acrescentou.

Bassan na vida off Carnaval

Com uma notável carreira no esporte, Pedro Bassan participou da cobertura de seis Copas do Mundo e seis edições de Olimpíadas. Foi correspondente da TV Globo na China e em Portugal, países onde morou. Ganhou três vezes o conceituado Prêmio Comunique-se: na categoria jornalista esportivo faturou o troféu em 2006, e como correspondente estrangeiro em mídia eletrônica levou a melhor em outras duas oportunidades, 2008 e 2010.

No Rio de Janeiro, também se destacou ao acompanhar a implantação das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) e a chacina da favela da Chatuba (2012), na Baixada Fluminense.

– Ver oito pais enterrando oito filhos, pelo amor de Deus! Ali, eu tive que me segurar para não chorar junto com aquelas pessoas – declarou na época, em depoimento ao site Memória Globo.

*Foto de capa: TV Globo