Respeitável, público! Leyla Barros, a mais nova estrela da seção de ensaios sensuais do Sambarazzo, está mais do que acostumada a brilhar diante dos olhos da plateia (e, agora, das lentes das câmeras). A gata, que é musa da Estácio de Sá desde 2009, começou a trabalhar como artista circense aos nove anos de idade e não parou mais de fazer sucesso, seja sob a grande lona ou em eventos sediados, mundo afora, em parques temáticos e navios de cruzeiro.

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Além de musa da Estácio de Sá, escola da Série A do Carnaval carioca, Leyla Barros é artista circense | Foto: Michele Iassanori/Sambarazzo

Exercendo o ofício de sambista ou de acrobata, Leyla conquistou a preferência de espectadores em países como China, Itália, Turquia e Suécia (onde será a Rainha do Carnaval de 2017). Agora, é a vez da beldade cair no gosto dos internautas do site.

– Eu gostava de circo quando era criança, embora fizesse teatro e me interessasse pela capoeira também. Sempre fui apaixonada pelos números circenses de entretenimento, mas nunca gostei muito dos palhaços. Não chegava a ter medo, mas alguns deles eu achava sem graça. Fotografar no circo foi tranquilo, eu fiquei inibida no começo por ser o meu local de trabalho, mas passou – diz Leyla, que posou para as fotos no Circo Olímpico Up-Leon, no Centro do Rio de Janeiro.

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Paixão pelo circo nasceu em projeto social

A relação de Leyla com o universo dos picadeiros surgiu a partir de uma oficina na ONG Ação da Cidadania, em Santa Teresa, também na região Central da “Cidade Maravilhosa”. Foi lá que o primeiro contato com os números circenses aconteceu, dando origem às habilidades da musa com as acrobacias, o malabarismo e até mesmo o equilíbrio sobre o monociclo, a modalidade favorita.

– Eu gosto muito do monociclo, sou apaixonada. Praticava no pequenininho quando era mais nova e, depois, aprendi a andar no maior. Tenho facilidade de reunir a dança com o circo, é um conjunto. Gosto muito de fazer acrobacias de solo. O circo obriga a gente a fazer muito exercício e força. É um preparo físico ao nível da academia. Tenho que saber equilibrar as medidas ideais para o corpo, visando o circo e o samba – conta a artista, que já trabalhou como passista-show e hoje é contratada de uma empresa de entretenimento pela qual se apresenta em espetáculos circenses.

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Apesar de dominar diversas modalidades circenses, Leyla morre de amores pelo monociclo | Foto: Michele Iassanori/Sambarazzo

“Sou Estácio doente”, garante a musa

Se alguém quiser matar Leyla de amor, parece que a Estácio de Sá é o lugar mais indicado. O coração da moça bate mais forte pela agremiação, que já a consagrou como madrinha de bateria, em 2012, quando brilhou ao lado de Luana Bandeira, rainha até hoje.

– Sou Estácio doente. Entrei para a ala de passistas com treze anos de idade, através de uma audição – comenta Leyla, que além da escola, carrega no coração o carinho pelo namorado Felipe Nascimento, um dos maiores apoiadores do ensaio abaixo, segundo ela.

Nome: Leyla Barros.

Idade: 26 anos.

Signo: Leão.

Local de nascimento: Ceará.

Bairro onde mora: Catumbi, região Central do Rio de Janeiro.

Casa ou apartamento? Apartamento.

Mora com quem? Minha mãe, Valneide.

Namorando ou ficando? Namorando.

Filhos? Não.

Profissão? Circense.

Cor preferida? Vermelho.

Animal de estimação? Pássaro.

Livro? “O alquimista”, de Paulo Coelho.

Filme? “O diabo a quatro”, dirigido por Alice de Andrade.

Um homem? Meu irmão, Paulo.

Uma mulher? Minha mãe.

Religião? Católica.

Novela? “Anjo mau”, de Maria Adelaide Amaral.

Um Samba? “Pavilhão do amor”, da Estácio de Sá.

Grife? Dolce & Gabbana.

Não uso nunca: As pessoas para ter algo na vida.

Perfume: “Sublime”, da Carolina Herrera.

Não saio de casa sem: Maquiagem.

Carro que tem e o que gostaria de ter: Tenho uma (motocicleta) Bis e gostaria de ter Corola.

Cantor? Lucas Lucco.

Cantora? Beyoncé.

Ator? Tarcísio Meira.

Atriz? Cleo Pires.

Música? “Pra te fazer lembrar”, do Lucas Lucco.

O que eu quero? Ser cada vez mas feliz e realizar todos os meus sonhos.

O que eu não quero: Deixar de sambar.

Gosto de ir: Ao circo.

Não gosto de ir: Show de rock.

Time? Vasco.

Programa de TV? Não tenho um favorito.

Se não fosse musa, que outra função gostaria de exercer numa escola de samba? Tenho muito orgulho de ser musa. Já fui passista e madrinha de bateria, mas acho que seria porta-bandeira pelo orgulho de conduzir o pavilhão da escola na Avenida.

Fotografia: Michele Iassanori
Iluminação: Fabiane Abreu
Figurino: Maria Flor Lingerie
Maquiagem: Victor Waltz
Making of vídeo: Paulinho Thomaz
Making of fotos: Michele Iassanori
Locação: Circo Olímpico Up-Leon