Presidente recusa R$ 300 mil e mantém filha como rainha; mestre-sala reclama … Eles soltam o verbo

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Foto: Roberto Malfacini

“Não tem dinheiro no mundo que pague a felicidade da minha filha em estar à frente dos ritmistas da ‘Supersom’ (como é conhecida a bateria da Tuiuti). Recebi muitas propostas, sim, até de R$ 300 mil, mas recusei todas”

Renato Marins, o Thor, presidente da Paraíso do Tuiuti ao lembrar das propostas que recebeu – para vender o posto de rainha de bateria – e negou em nome da felicidade da filha dele, que é a majestade atual, Caroline Marins.

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“O Carnaval se profissionalizou muito e as escolas cada vez mais adotam não só um discurso, mas também o formato de empresa nas suas gestões, mas, quando se trata de casal, sempre usam a questão do amor ao pavilhão para que o peso do quesito não se reflita na questão financeira. Profissionalismo e dinheiro, menos para os casais”

Jefferson Gomes, mestre-sala da Nenê de Vila Matilde, falando sobre uma incoerência, na visão dele, de alguns dirigentes da festa paulistana. A entrevista foi concedida ao portal SRZD.

 

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Foto: Irapuã Jeferson

“Respeito muito a Patrícia, Gracyanne e quem mais sonhar em ser rainha de bateria da Portela. Mas, sendo bem franco, a escola tem outras prioridades neste momento. O posto de rainha da Tabajara do Samba hoje não está vago”

Marcos Falcon, presidente da Portela, ao negar os boatos que deram conta de que Gracyanne Barbosa seria a nova rainha de bateria portelense. Patrícia Nery segue à frente da Tabajara do Samba.

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“Me mostrem como devo fazer, me apresentem nossa comunidade, me ensinem a samba melhor”

Carmen Mouro, nova rainha de bateria da Mocidade, ao retrucar uma rejeição inicial que recebeu dos torcedores da verde e branco de Padre Miguel. A publicação foi feita através do Facebook oficial da modelo.

 

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Foto: Paulinho Thomaz

“Sou preta, favelada e cotista. Sou proibida de ter qualquer tipo de preconceito”

Evelyn Bastos, rainha de bateria da Mangueira, ao esclarecer polêmica com a travesti Barbara Sheldon em vídeo postado no Facebook.

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“Faço questão de esclarecer que fui informada sobre o meu desligamento da agremiação, simplesmente por participar da festa de 70 anos da Viradouro, escola a qual sempre participei simultaneamente, sem nenhum prejuízo ao longo desses anos, em relação aos meus compromissos como rainha da Acadêmicos do Sossego”

Camila Macedo, rainha de bateria, ao saber de sua dispensa da Acadêmicos do Sossego em carta logo após o afastamento.

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“O que adianta ser milionário sem ninguém? Se eu não tivesse amigos? Se ninguém me conhecesse na rua? Se eu tivesse que nascer, eu pediria a Deus essa mesma vida. Se tivesse que nascer de novo, gostaria de nascer Neguinho da Beija-Flor mil vezes”

Neguinho da Beija-Flor ao falar sobre a própria vida, deixando claro sua alegria de viver.

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“Ele (Paulo Barros, carnavalesco da Portela) olhava a estrutura, mexia, e isso levava tempo, mas tudo deu certo na Avenida, o cara é sinistro. Com o Paulo eu aprofundei, aprendi mesmo”

João Vítor Araújo, carnavalesco da Rocinha, ao falar sobre o colega de profissão Paulo Barros, da Portela, onde João passou uma temporada como assistente do experiente artista.