Por Redação

A carnavalesca Rosa Magalhães, da Portela, desfilou como refugiada no último carro da azul e branco. Ela fazia parte de um grupo de judeus holandeses que, expulsos do Brasil por colonos portugueses, iniciaram uma dura peregrinação até Nova Iorque, onde ficaram radicados.

Autora do enredo, Rosa manteve viva a tradição que vem construindo nos últimos anos e desfilou fantasiada e infiltrada entre outros componentes. Ela fez bonito: cruzou a Sapucaí cantando o samba e acenando para o público, do começo ao fim.

– O povo gostou – disse ao Sambarazzo sobre o desempenho da agremiação.

NENHUM COMENTÁRIO

Deixe uma resposta

7 + 2 =