Renato Lage em busca de redenção; Alex de Souza lamenta boatos… Eles soltam o verbo

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“Vou botar pra f…, mas com camisinha (risos). E por eu achar que o Salgueiro perdeu o carnaval nos quesitos diretamente ligados a mim… Fico chateado. O restante da escola toda foi nota máxima. Então tenho que dar uma acordada”

Renato Lage, carnavalesco do Salgueiro, se mostrando motivado para desenvolver o enredo “A divina comédia do Carnaval”, anunciado oficialmente na última segunda-feira, 23.

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“Boatos de que íamos descer, que tínhamos um enredo ruim, que estávamos atrasados, sem dinheiro. Era muita coisa negativa em cima da gente. Imagina você trabalhar com tanta pressão e tanta negatividade?”

Alex de Souza, carnavalesco da Vila Isabel, sobre o bafafá que colocava a azul e branco do bairro de Noel entre as candidatas ao rebaixamento antes mesmo dos desfiles do último Carnaval. A entrevista foi dada ao site Carnavalesco.

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“A Tijuca não perde nada. Quem pode perder é a cidade do Rio. Estamos aí quase chegando num acerto com o prefeito da cidade. Acho que a gente vai resolver numa boa, e a Tijuca vai continuar por aqui”

Fernando Horta, presidente da Unidos da Tijuca, sobre a provável manutenção da escola na quadra localizada na Zona Portuária do Rio de Janeiro.

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“Via uma Mangueira senhora e quis e quero mostrar uma Mangueira mais sensual”

Leandro Vieira, carnavalesco da Mangueira, sobre o novo estilo que quer dar à estética da verde e rosa.

 

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“A safra dos sambas está tão boa que nem o palco aguentou e caiu”

David dos Santos, presidente da Vizinha Faladeira, comentando a queda do palco da escola durante apresentação de um samba concorrente na quadra.

 

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“Tem que sonhar com lógica. Imaginar o impossível, aí você ferra uma instituição. Nunca imagino um carnaval pensando que é lindo, maravilhoso. Primeiro, ele é viável? Como fazer esse carnaval viável ser interessante?”

Luiz Carlos Bruno, gestor de carnaval da Renascer de Jacarepaguá, projetando o próximo desfile da escola da Série A.

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“A gente tem conversado muito sobre isso. A princípio, a gente trabalha com esse número de 14. E, se houver alguma necessidade da redução, a gente vai trabalhar a redução”

Déo Pessoa, presidente da Lierj, explicando a possível futura redução do número de escolas na Série A.