“Não vai demorar muito a bandeira virar capacho”, “Será que esqueceram o que é o pavilhão de uma escola de samba?”, “Perdão a todos que defendem o seu manto”

Roberta Freitas, Thainá Teixeira e Rute Alves, porta-bandeiras de Santa Cruz, Rocinha e Unidos da Tijuca, ao comentarem o vídeo, que viralizou nas redes, de uma passista sambando de biquíni com o pavilhão da Unidos da Tijuca.

 

 

 

Foto: Irapuã Jeferson
“Apaixonado? Sim, muito! Estou feliz. A Vivian é uma pessoa incrível, uma companheira mesmo”

Wilsinho Alves, diretor de carnaval da União da Ilha, ao assumir o namoro com a musa da escola, a bela Vivian Sister.

 

 

 

Foto: Michele Iassanori
“Vi a alegria no rosto das pessoas. Eu passava e sentia o povo cantando pra você, por você. Todos os músicos dizendo que isso nunca aconteceu na Sapucaí, essa comoção toda. Foi mais do que especial. O que vivi hoje foi indescritível”

Ivete Sangalo, cantora e enredo da Grande Rio neste ano, ao traduzir o sentimento de participar da festa dos ensaios técnicos na Marquês de Sapucaí.

 

 

 

Foto: Irapuã Jeferson
“É fácil ser rainha, difícil é se manter tanto tempo”

Raíssa de Oliveira, rainha de bateria da Beija-Flor de Nilópolis, sobre os 15 anos como majestade principal dos ritmistas nilopolitanos.

 

 

“Carnaval carioca e brasileiro deixou de ser profano há muitos anos. O Carnaval gera emprego, gera receita para o Estado, ajuda muitas pessoas desempregadas. Falo isso para o povo de Deus, o profano está na cabeça das pessoas, é necessário ver com outros olhos”

Anderson Paz, cantor da Porto da Pedra, que é evangélico, ao comentar como enxerga a tal “festa profana”.

 

 

 

“Vamos cantar pra caralho! Bora, porra”

Levi Junior, presidente da Vila Isabel, ao tentar mexer com os brios dos componentes da azul e branco, momentos antes do ensaio técnico, realizado há uma semana.

 

 

Foto: Irapuã Jeferson
“Queria agradecer ao Supermercado Guanabara, ao meu amigo Emílio Guaracamp, à CSA, à Top Rio, à Odebrecht, infelizmente…, mas é parceira”

Moisés Coutinho, o “Zezo”, presidente da Santa Cruz, ao cumprimentar todos os patrocinadores da escola de samba, no microfone oficial da Sapucaí, durante o início do ensaio técnico da verde e branco.

 

 

 

“Ainda não foi dessa vez. Eles tentam, tentam, tentam, mas existe um pai maior. Estou bem”

Laíla, diretor de carnaval e geral de harmonia da Beija-Flor, ao mandar um recado especial para a comunidade de Nilópolis direto do hospital.

 

 

 

Foto: Michele Iassanori
“Eu tava esquecida dessa emoção. Tanto tempo sem dançar… Um ano parece que é pouca coisa, mas foi muito significativo. Hoje foi especial”

Lucinha Nobre, porta-bandeira da Porto da Pedra, ao se emocionar pela volta à Sapucaí depois de ficar um ano sem escola.

 

 

Foto: Irapuã Jeferson
“Não tenho essa coisa de ter que ganhar todo ano. A gente luta sempre pra conseguir o melhor, mas aquela coisa de que se não ganhar vou querer morrer… Não, isso não. Eu não sou fanático”

Fran Sérgio, um dos carnavalescos da Beija-Flor de Nilópolis, ao falar sobre os resultados, entre vitórias e derrotas, que já viveu na carreira.

 

 

Foto: Irapuã Jerferson
“Estou pasmo”

Carlinhos de Jesus, coreógrafo de comissão de frente da Ilha e ex-comunicador da MPB FM, ao saber da notícia que a rádio encerrou atividades.

 

 

Foto: Irapuã Jeferson
“É muita prepotência achar que um dia eu possa ser rainha. Estou muito feliz, gratificada, está muito bom, é uma grande honra”

Wanessa Camargo, musa da Mocidade, sobre a possibilidade de um dia chegar ao posto de rainha de bateria.

 

 

 

“É machista, racista e homofóbico. Quem são os presidentes negros? Quantas mulheres? Quantos gays? A cota é baixíssima. Vamos soltar foguetes pelas mulatas que são rainhas de bateria. Isso é uma procissão de negritude. Na hora que não tiver o quadril o gringo vai embora. É a única fonte de lucro”

Milton Cunha, comentarista da TV Globo, em entrevista ao site Carnavalesco, ao ser perguntado sobre a existência de preconceito no Carnaval.

 

 

 

“O castigo vai acabar. Já passou da hora do Império Serrano voltar pro seu lugar”

Vera Lúcia, presidente do Império Serrano, ao projetar uma melhor sorte para a verde e branco no Carnaval deste ano.

 

 

 

“Pô, é um dos melhores momentos que eu já vivi. Tô me sentindo o presidente dos Estados Unidos”

Renato Thor, presidente da Tuiuti, ao definir o momento que vive presidindo a escola de samba recém-chegada ao Grupo Especial.

 

 

 

Foto: Reprodução/Internet
“Depois que ele chegar aos 21 ele vai decidir, mas sabe como é idade, é muito novo, pode se arrepender. Mas se ele quiser, tô aqui pra apoiar”

Anísio Abraão David, presidente de honra da Beija-Flor de Nilópolis, ao admitir que a sucessão de poder na azul e branco pode acabar sendo uma missão para o filho dele mais novo, Gabriel David. A declaração foi em entrevista à Rádio FM O Dia.

 

 

 

Foto: Michele Iassanori
“Acho que filho não é empecilho de nada. E quando ele estiver entendendo as coisas, vou levá-lo comigo. Tenho certeza de que vai se orgulhar”

Viviane Araújo, rainha de bateria do Salgueiro, ao projetar o futuro com o noivo Radamés, que é jogador de futebol.

 

“A Caprichosos de Pilares não enrolou bandeira, a Caprichosos tá fazendo carnaval, a Caprichosos vai fazer um grande desfile. Vamos estar orgulhosos, porque há seis meses a escola não tinha luz, não tinha mesa, cadeira. Estamos recuperando a estrutura moral da Caprichosos”

Marquinhos do Toldo, diretor de carnaval da Caprichosos, ao rebater os boatos de que a azul e branco poderia não desfilar em 2017.

 

 

 

“Fiquei desesperada, triste, decepcionada. O interesse final era arranjar dinheiro de qualquer jeito pra escola. A minha vida nunca foi um mar de rosas e dinheiro nenhum vai me corromper. Me senti usada”

Mel Brito, ex-rainha de bateria da Caprichosos e musa do Tuiuti, ao anunciar que não é mais rainha de bateria da escola de Pilares, bairro da Zona Norte carioca.

 

 

 

Foto: Eduardo Hollanda / Divulgação
“Não tô aqui pra roubar o posto de ninguém. Vim somar à escola, não importa o posto. Vou tentar dar o melhor de mim. Acho que gostar de samba é não depender de um posto pra nada”

Camila Silva, nova rainha de bateria da Mocidade Independente de Padre Miguel, ao comentar o clamor da comunidade pela escolha do nome dela como rainha em detrimento à empresária Carmem Mouro, que deixou o posto dois dias depois.

 

 

 

“Minha aposentadoria é aqui. Meus filhos vão me substituir. É a minha casa, minha terra. Não tem para onde correr. A Mocidade me completa, e eu completo a Mocidade”

Wander Pires, intérprete da Mocidade, ao se declarar à verde e branco em pleno ensaio técnico.

 

 

“As baterias estão muito iguais, volto a bater nessa tecla. Eu vim querendo fazer diferente, vou arriscar tudo”

Átila Gomes, mestre de bateria da Sossego, ao criticar baterias do Carnaval e evidenciar os objetivos para este ano.

 

 

Foto: Michele Iassanori
“Só saio se for totalmente nua. Quer dizer, nua não pode… De tapa-sexo…”

Mulher Melão, modelo, ao dizer como gostaria de desfilar no Carnaval que se aproxima.

 

“Eles insistem em agredir a todo instante, com algumas colocações preconceituosas e racistas. Além de ofensas à escola, eles diminuem a imagem do índio, como se o índio não fosse nada. Que no desfile da Imperatriz fique provado que a escola em momento algum quis agredir o agronegócio e que seja exaltada a imagem de respeito ao próximo que o enredo traz”

Cahê Rodrigues, carnavalesco da Imperatriz, sobre a polêmica com o agronegócio, que reagiu negativamente ao tomar conhecimento de alguns trechos do samba-enredo da escola em homenagem aos índios do Parque Indígena do Xingu.

 

 

“Desenvolvi todo o projeto da comissão de frente e passei pra ele, da criação aos movimentos. Falei que não queria balé, pulinhos e, quando fui ao ensaio, tinha exatamente o que eu não queria, um (dançarino) levantando o outro… Não posso colocar o meu projeto em risco.”

Paulo Barros, carnavalesco da Portela, ao comentar a demissão do coreógrafo de comissão de frente Renato Vieira.

 

Foto: Michele Iassanori

“A gente só toma conhecimento do enredo, em si, quando o samba é escolhido. Não querendo ser visionário, mas acho que a Grande Rio vai ser um sucesso”

Alexandre Louzada, carnavalesco da Mocidade, ao analisar os enredos e os sambas das adversárias para o Carnaval deste ano.