Tristeza na Zona Sul! Escola é rebaixada e presidente quer recorrer na Justiça

Por Redação

Destinada a desfilar na Série B do Carnaval em 2020, a Alegria da Zona Sul foi rebaixada da Série A no ano em que ficou sem-teto após perder o barracão e construir as alegorias num terreno baldio às margens da Avenida Brasil. Para o presidente da escola, Marcus Vinícius de Almeida, o drama vivido no último ano deveria ser um dos motivos para que a vermelho e branco fosse mantida no grupo em que estava, com o resultado desta Quarta-feira de Cinzas, 6, anulado.

Almeida pretende recorrer à Justiça para fazer com que a Alegria não seja rebaixada e nem passe a desfilar na Estrada Intendente Magalhães, no Campinho, Zona Norte do Rio. Além dos pontos perdidos na Avenida, houve também um décimo deixado pela agremiação na dispersão, com o estouro do tempo máximo de desfile em um minuto. Segundo o dirigente, a culpa não foi da equipe dele.

— O portão demorou a fechar. A Alegria não tinha barracão, não tinha nada. Nós não recebemos nenhum centavo da Prefeitura até agora. Eu não considero a Alegria rebaixada. Fizemos carnaval em um mês. Mas a questão toda não foi essa. O portão demorou para fechar lá. Nós passamos com 55 minutos… Com esse décimo quem caía era a (Acadêmicos do) Sossego, não a Alegria disse Almeida após o fim da leitura das notas.

Ele já começou a calcular os próximos passos para tentar salvar a Alegria da Série B.

—Eu vou para a Justiça. Vou protocolar na liga (a Lierj, responsável pela Série A). A Alegria não tinha barracão para fazer carnaval, como vai ser rebaixada? ⁩— questiona.

*Foto: Riotur