Tags Artigos com tags "Desfile das escolas de samba"

Desfile das escolas de samba

Por -

Por Redação

Na manhã da última segunda-feira, 19, a CDURP, empresa municipal que administra o “Porto Maravilha”, retomou a posse dos galpões da Rua Equador, na Via Binário, na Zona Portuária do Rio, onde as escolas de samba Acadêmicos do Sossego, Unidos de Bangu, Alegria da Zona Sul e Unidos do Cabuçu fizeram de barracão nos últimos anos. As escolas mirins Miúda da Cabuçu e Mangueira do Amanhã também ocupavam o espaço. Por nota, o órgão da prefeitura garantiu que vai seguir uma recomendação da defesa civil e vai demolir os imóveis.

Escolas de samba estão sem barracão, e empresa da prefeitura quer demolir galpões – Foto: Reprodução

Com uma ordem de imissão de posse concedida pelo Poder Judiciáiro, a companhia compareceu ao local e contou com apoio da Polícia Militar, Companhia de Engenharia de Tráfego do Rio de Janeiro (CET-Rio), Guarda Municipal, Comlurb, Concessionária Porto Novo e VLT Carioca.

– A agremiação está arriscada a perder o trabalho de um ano inteiro por essa falta diálogo da prefeitura conosco – disse Déo Pessoa, que é presidente da Lierj, entidade que comanda a Série A, ao Jornal Extra.

Os barracões ficam na área pertencente à Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (Cdurp), que teria vendido os terrenos a uma empresa privada, e precisaria, portanto, demolir os galpões para executar a venda.

Em maio de 2017, Alegria da Zona Sul, Acadêmicos do Sossego – que já perderam seus barracões nesta semana -, Inocentes de Belford Roxo e Acadêmicos de Santa Cruz receberam notificação extrajudicial online informando que elas teriam um prazo de 30 dias para desocuparem os barracões situados na Zona Portuária do Rio. Na ocasião, Reginaldo Gomes, presidente da Inocentes, alegou que a escola iria continuar brigando nas esferas judiciais:

– Vamos continuar brigando pela justiça. Nós temos um processo de manutenção de posse a ser julgado. Nós estamos aqui desde 1998. Eu não tenho conhecimento sobre as outras escolas, falo aqui pela Inocentes e pela Santa Cruz, que está no mesmo terreno aqui. Não recebemos notificação da Cdurp, recebemos de uma empresa, que teria comprado o terreno. Uma notificação extrajudicial, feita pela empresa mesmo, para deixarmos o terreno em 30 dias, mas nós temos o processo de manutenção de posse e queremos que seja julgado – afirmou o dirigente, que recebeu a notificação no dia 5 de maio de 2017.

Cidade do Samba 2 é promessa antiga

A Cidade do Samba 2, um espaço temático para a confecção das alegorias das agremiações da Série A, similar à já existente Cidade do Samba, que fica no bairro da Gamboa, Centro do Rio, e serve de sede para as integrantes do Grupo Especial, é sonhada há alguns anos pela Lierj, a liga das escolas da Série A, sem sucesso.

Em 2012, o prefeito Eduardo Paes anunciou que o conjunto de barracões seria na antiga fábrica do Sabão Português, às margens da Avenida Brasil, em São Cristóvão, na Zona Norte, deixando dirigentes e torcedores animados. Para infelicidade geral da nação, o negócio não vingou, e os donos do lugar decidiram não negociar o espaço com a prefeitura.

Pouco depois, Paes teria sugerido o terreno da Escola Veterinária do Exército, na Quinta da Boa Vista, também em São Cristóvão, o que não foi viabilizado e nem se chegou a um consenso por se tratar de um lugar muito distante da Sapucaí. Em 2014, a prefeitura anunciou que estudava três espaços públicos que poderiam sediar a casa dos barracões da Série A, mas a fagulha de esperança terminou em decepção e sem continuidade.

Aos poucos, e com o passar do mandato do antigo prefeito, a ideia foi perdendo fôlego, e, em janeiro de 2016, Eduardo Paes deu entrevistas relatando que a missão de construir a Cidade do Samba 2 seria um papo para o próximo chefe do executivo municipal. Crivella assumiu e tem ressaltado a crise dos cofres da prefeitura, o que, de uma certa maneira, acaba inviabilizando a curto prazo a construção de uma sede do tamanho desejado.

Por -

Por Redação

O tempo foi curto pra Unidos de Bangu, que estourou em um minuto o tempo limite de desfile – mas diz que vai recorrer. Curta também foi a fantasia da musa Carolina Strassy, representando as águas sagradas da “Calunga Grande”. Volta e meia durante o desfile, a gata ficava com os seios à mostra, enquanto travava uma “batalha” pra ajeitar o modelito.

Carolina ‘brigou’ com a fantasia pra não pagar peitinho, mas acabou escapando – Foto: Irapuã Jeferson

Mesmo com a dificuldade, Carolina nem ligou e preferiu festejar o desfile da Unidos de Bangu:

– Isso é assim mesmo, é do carnaval. Às vezes, acontece. Mas eu tô muito feliz, foi muito bom. Eu me dedico muito, o ano inteiro pra estar aqui.

Por -

Por Redação

As escolas de samba têm no espírito o conceito da irmandade. No desfile da Unidos de Bangu rolou um bom exemplo disso. O amazonense Silvio, que é artista de Parintins, sede do famoso festival folclórico brasileiro, ajudou a controlar uma das alegorias da vermelho e branco. Nada demais, a não ser o fato dele estar vestindo uma blusa da Sossego, uma das adversárias da Bangu na Série A.

O carro da “Travessia da Calunga grande” contou com uma ajudinha do contratado da azul e branco em pleno carnaval da escola vermelha. Curiosamente, no festival de Parintins azul e vermelho são cores que não se misturam, afinal de contas os bois Garantido e Caprichoso são rivais implacáveis um do outro. Bem diferente, pelo jeito, no Rio de Janeiro, né, Sílvio?

– O que vale é ajudar o carnaval – disse o artista.

As duas escolas já desfilaram nesta Sexta-feira de Carnaval.

Por -

Por Flavia Lima

E o funk caiu no samba! Rainha de bateria da Unidos de Bangu, a funkeira Lexa desfilou com fantasia representando a Rainha da Calunga, no enredo “A travessia da calunga grande e a nobreza negra no Brasil”. Foi a estreia da moça no cobiçado posto.

Lexa é a rainha da Unidos de Bangu / Foto: Irapuã Jeferson/Sambarazzo

– É uma responsabilidade muito grande, mas também é uma honra e uma alegria imensa. Estou feliz – disse a funkeira. Emocionada, Lexa contou que frequenta a vermelho e branco de Bangu há três anos. Ela destacou a importância de participar dos ensaios, em respeito à comunidade.

A beldade contou com o apoio do marido, o cantor Mc Guimê, para desfilar na Sapucaí. Segundo ela, o funkeiro está em São Paulo, acompanhando pela TV.

– Está mais nervoso que eu – brincou.

 

Por -

Por João Oliveira

O controle de segurança foi reforçado no Sambódromo carioca após o Carnaval 2017 ter sido marcado por algumas tragédias envolvendo alegorias. Na primeira noite de desfiles da Série A, todos os motoristas dos carros alegóricos serão submetidos a teste de bafômetro.

Fiscais da Lei Seca já estão na concentração checando se algum condutor de alegoria ingeriu bebida alcoólica. Motorista da Unidos de Bangu, que abre a Sexta-Feira de Carnaval, Sandro Cordeiro, de 38 anos, passou no teste.

– A ideia é proporcionar uma segurança maior para os desfilantes e público. É novidade para o Carnaval e para a Lei Seca. Atuamos de forma preventiva – explicou o coronel Marco Andrade, coordenador da Operação Lei Seca no Rio de Janeiro.

A execução da medida foi em virtude de um pedido do prefeito da cidade, Marcelo Crivella.

Por -

Por Eduardo Senra

A estrutura montada na Intendente Magalhães, no Campinho, Zona Norte do Rio, para receber os desfiles das escolas de samba dos grupos de acesso (B, C, D e E) já está quase pronta, mas os operários que estão fazendo os últimos ajustes no local vão ter um trabalho a mais na reta final de preparativos.

Um acidente envolvendo um carro particular na manhã desta sexta-feira, 9, derrubou uma das arquibancadas que estavam erguidas para comportar o público. O motorista, que pediu para não ser identificado, disse que uma peça do veículo quebrou e o fez perder o controle, atingindo a arquibancada.

Quem quiser curtir o Carnaval da Intendente já fica a dica: é de graça!

A turma que tá dando expediente no palco que vai receber 54 escolas de samba em quatro dias de desfile (a festa no Campinho começa no próximo domingo, 11, com a Série D), já começou a reparar os estragos.

Fotos: Sambarazzo

Novidade!

Pela primeira vez, o Sambarazzo, em parceria com Liesb (a liga responsável pelos desfiles dos grupos de base) fará a transmissão ao vivo dos desfiles da Série B, marcados pra Terça-Feira de Carnaval, dia 13. A cobertura em tempo real da passagem das agremiações pela pista, na tentativa de subir para a Série A, você poderá acompanhar pelo Facebook ou pelo YouTube do Sambarazzo.

Por -

Por Kaio Sagaz

Motivo de maior aflição entre os sambistas, a ausência dos ensaios técnicos na Marquês de Sapucaí tem tudo pra ficar no passado, pelo menos essa é a promessa do presidente da Riotur, Marcelo Alves, que visitou a Cidade do Samba na última sexta-feira, 2, e esteve no Sambódromo, nos treinos oficiais de Portela e Mocidade, no último domingo, 4.

Para a empresa de turismo do município, a temporada de ensaios técnicos é fundamental para o novo plano turístico do Rio conhecido como “Rio de Janeiro a Janeiro”.

– Digo que os ensaios técnicos vão voltar para o Carnaval de 2019. A não realização nesse ano foi uma grande perda para os cariocas e para as escolas, já que usam esses dias para se prepararem para os desfiles. Garanto que estamos nos dedicando para fazer uma festa ainda maior em 2019. Vai ter ensaio técnico ano que vem. Temos que ter ensaios técnicos, mas sei que tem custos. Já estou trabalhando comercialmente em cima disso – revela.

Ensaios técnicos estarão de volta no próximo Carnaval, garante o presidente da Riotur, Marcelo Alves – Foto: Irapuã Jeferson

Em julho, após uma das últimas reuniões com o prefeito do Rio, Marcelo Crivella, o presidente da Liesa, Jorge Castanheira, confirmou uma possibilidade que já se evidenciava nos bastidores: a de não haver ensaios técnicos. Nada de novo e animador surgiu, e os treinos da Avenida tiveram um triste fim decretado.

– Não tenho como fazer ensaio técnico. Obviamente, a prefeitura não pode arcar com tudo. São 15 anos fazendo ininterruptamente, com a liga custeando tudo isso, infelizmente não temos orçamento – disse Castanheira no meio de 2017.

Por -

Por Kaio Sagaz

Não tá fácil pra ninguém! Que o diga Fábio Ricardo, carnavalesco do Império Serrano e que, logo no ano de estreia na verde e branco, precisou encarar uma das fases mais críticas em termos de economia da festa mais popular do país.

O trabalho é duro e incansável. E, faltando pouco mais de 20 dias para o desfile, o artista não esconde que é grande a correria e inevitável o estresse.

– Eu já esperava, com o andamento do trabalho e do repasse de verbas (a prefeitura do Rio cortou pela metade a grana que normalmente dava às escolas do Grupo Especial), que iria estar nesse ponto de estresse e correria. Não tá tudo sob controle, temos que correr cada vez mais contra o tempo, mas não está nada desesperador – garante.

Corrida contra o tempo I Foto: Sambarazzo

“O Império está fazendo o dever de casa”

Segundo o artista, mesmo sem a figura de um patrono pra dar aquele gás nos cofres da escola, a presidente Vera Lúcia não tem medido esforços pra conseguir levar a tradicional agremiação de Madureira a colocar com alguma dignidade o carnaval na rua.

– Ela tá investindo tudo o que pode no barracão. Gosto de terminar os trabalhos uma semana ou duas antes do Carnaval. Desta vez, vou terminar no laço. O Império tá fazendo o dever de casa, dentro do possível. E já fiz um projeto pensando na falta de verba e na dificuldade de material. Agora, tô na fase de colocar as esculturas e já metendo bronca nas bancadas de adereço e de forração de carro – detalha.

“Tenho base pra passar sufoco”

Desde que iniciou a carreira no samba, aos 16 anos, tendo como mentor o lendário Joãosinho Trinta, na Viradouro, e, tempos depois, atuando como auxiliar de Max Lopes na Mangueira, Fabinho, como é chamado nos bastidores da festa, já passou por poucas e boas e, claro, aprendeu muito em tempos de vacas magras.

– Já passei muito aperto no acesso, com a Rocinha. Tive que negociar esculturas e fantasias de outras escolas, e usei as mesmas estruturas de alegorias durante os três anos em que fiquei por lá. É no grupo de acesso que mais reinventamos as coisas, e agora tenho base pra passar esse sufoco no Império – argumenta.

“Vai ser um título se ficarmos no Especial”

Escolas mais ricas também fizeram o artista se virar nos 30 na busca pelas melhores posições na Quarta-feira de Cinzas:

– Trabalhei com dificuldades no barracão da Grande Rio, por exemplo, no ano do baralho (enredo de 2015), e ainda dei o terceiro lugar pra escola. No último ano, da Ivete Sangalo (homenageada de 2017), mesmo com todo o luxo dei os meus 90 pontos em enredo, fantasia e alegoria. Aqui no Império não vai ser diferente. Tô lutando pra conquistar os pontos junto com todos os segmentos. Vai ser um título pra mim se ficarmos no especial, como fiz quando passei pela São Clemente (2011, 2012 e 2013).

Negócio da China

Este ano, o Império Serrano vai falar sobre a China na Sapucaí. Dadas as circunstâncias financeiras, o luxo característico dos chineses vai ficar de fora.

– Tive a felicidade de receber elogios nos meus protótipos de fantasias, alguns disseram que dei um banho em muita coisa. Mas vai ser um carnaval muito mais criativo do que o luxo que é a China – revela.

Apesar de abrir o jogo e o coração ao expor o cenário atual nada glamuroso do Império, Fábio Ricardo ainda sonha em ser campeão.

Se o universo conspirar pra eu dar um título pra alguma escola, vai acontecer. No ano passado, com toda a energia da Avenida, pensei que a Grande Rio seria a campeã. O desfile sobre Maricá (2014) foi surpreendente, mas com a Ivete Sangalo eu jurava que seria a minha hora – conclui.

O Império Serrano vai abrir os desfiles do Grupo Especial carioca, no Domingo de Carnaval, 11 de fevereiro.

Por -

Por Redação

“Como será o amanhã?”. A pergunta, versada no samba da União da Ilha de 1978, é a que mais passa na cabeça do povo, ainda mais no começo do ano, período de fazer planos e buscar realizar novos e antigos sonhos. No caso do Sambarazzo, é claro que a curiosidade gira em torno do Carnaval. Já que perguntar não ofende, convocamos um time de videntes pra responder o que interessa: Quem vai se dar melhor na Quarta-Feira de Cinzas e deixar a Apoteose consagrada campeã da festa de 2018?

E, como dizem que as cartas não mentem jamais, vejamos o que futuro reserva a cada uma das 13 escolas do Especial no Carnaval que já bate à porta.

Esmeralda de Gaya apontou o futuro pelo baralho cigano, mesma origem da clarividência de Sibyla Rudana, que confirmou as previsões no Baralho da Maria Padilha, entidade cultuada na umbanda e no candomblé, técnica igualmente utilizada pela cartomante Rosana Castela. Representante do xamanismo, o cigano Roberto El Marttini fecha a seleção de místicos convidada pelo Sambarazzo.

 Previsões por escola:

Esmeralda de Gaya – Vem cheia de orgulho e segurança. Fará um belo desfile, estará entre as primeiras, mas não ganha.

Roberto El Marttini – Há uma mulher que sabe usar a flexibilidade. Os problemas parecem maiores do que são, será um carnaval de boas recordações. Tem relações honestas de trabalho, empresa com filosofia e cultura pautada dentro dos padrões e valores éticos, é um bom jogo profissional. Não será um ano de campeonato, mas é um ano favorável pra Portela. Tem beleza, empolgação, vejo um bom desfile, deve estar entre as quatro ou cinco primeiras, mas sem vitória.

Rosana Castela – Por uma questão de teimosia, estão teimando por alguma coisa que sabem que não vai ser favorável, e isso será feito e eles serão traídos. Essa traição pode ser evitada se fizerem uma parceria ou uma negociação com alguém pra reverter o quadro da escola. Tem gente que não tá se entendendo bem. O jogo não aponta ela como vitoriosa.

Sibyla Rudana –  Fica entre as seis primeiras colocadas. No centro do jogo tem um apoio muito grande e uma verdadeira fortuna na síntese da Portela. A torre (que saiu no jogo da cigana pra Portela) fala de coisas que são esclarecidas. Quando a torre desaba, a luz entra. Algo está sendo feito de uma forma, que precisa ser feito de outra. Mas vai estar entre as seis primeiras. É um caminho de redenção. Consegue desatar um nó financeiro. E tem uma pessoa amiga, muita amiga, ligada à escola, que não vai ficar na escola.

Esmeralda de Gaya – Um desfile rico, vibrante, surpreendente e marcante. No momento, as cartas me mostram as três maiores possibilidades de campeonato, e a Mocidade está entre essas maiores possibilidades.

Roberto El Marttini – A Mocidade tem a carta do pavão. Temos que levar em consideração que 2018 é regido por Saturno, que requer perfeccionismo. Vai ter beleza, luxo, glamour… Vejo sorte nos negócios, tudo revertido em luz e paz espiritual, a justiça divina falará por seu intermédio. Um jogo muito bom, de campeã.

Rosana Castela – Vai encontrar algumas dificuldades, mas vai superar, diante de algumas mudanças que já estão acontecendo. Viram que algo iria desfavorecer e tomaram atitudes internas, modificaram e começaram a seguir um bom caminho. Está com caminhos abertos. A Mocidade é uma das favoritas.

Sibyla Rudana –  Não vejo a Mocidade sendo prejudicada nem fazendo um desfile ruim. Tudo que se pode dizer em termos de fluxo de influências tá favorecido. Mas ainda há coisas internas pra serem resolvidas, organizadas. Volta sábado com certeza.

Esmeralda de Gaya – Mais uma vez o Salgueiro virá com um belo desfile no sentido de alegorias. Desfile lindo aos olhos, mas sem a emoção que o enredo pede. O Salgueiro arrasta um período de pertubações astrais, em virtude de débitos espirituais que precisam ser sanados. Fica entre as seis melhores.

Roberto El Marttini – Salgueiro conta com a sorte. Há grande chance, no entanto, de ser manipulado por alguém de fora, o que pode causar dor e sofrimento. Poderá ser impedido de colher os frutos do trabalho, o que vai causar um aborrecimento por não perceber no resultado o esforço despendido. Volta no Sábado.

Rosana Castela – Uma das favoritas. Vai sofrer uma traição, que pode ser em nível de julgamento. Pode entrar na Avenida com tudo pra ser “a escola” e sofrer com notas indevidas, de ninguém saber explicar as notas. Mas o jogo mostra sorte. O Salgueiro vai ter um bom caminho. Se for prejudicado, será por essas traições no momento de julgamento.

Sibyla Rudana – Tem caminhos abertos pra conseguir uma excelente colocação. Mas é obrigada a se submeter a uma circunstância interna, que coloca a escola em sacrifício, uma solicitação superior, uma imposição negativa pra ela. É uma escola que vai fazer sucesso. Volta no Sábado.

Esmeralda de Gaya –  Vai fazer um desfile surpreendente, com muito amor, garra e alegria. Vem agarrando a chance da vitória, com a essência da Mangueira do passado, apostando no amor de seus integrantes para fazer a escola brilhar. Vai ser um desfile marcado pela emoção e segurança, e com muita vontade de vencer. No momento, as cartas me mostram as três maiores possibilidades de campeonato, e a Mangueira está entre essas maiores possibilidades.

Roberto El Marttini – Passa uma névoa de instabilidade na escola, falta mais harmonia interna, deve haver ou houve rupturas por mal-entendidos, e o desfecho da Mangueira neste ano traz alto risco de estresse. Não vejo boa sorte.

Rosana Castela – Jogo indica boa sorte, bom caminho, bom trabalho. Grandes possibilidades de ser a campeã. Jogo muito bom mesmo. Melhores “caídas” (cartas no jogo) foi a da Mangueira.

Sibyla Rudana – Muitas forças espirituais participando do enredo. Conflitos, adversidades, falta de resolução de problemas que estão diante do nariz, a escola precisa se unir mais. O que vejo é um cabo de força. Uns querem uma coisa, outros querem outras coisas. Corre risco de ficar numa posição indesejável. Provavelmente, não volta no Sábado das Campeãs.

Esmeralda de Gaya –  Apesar das expectativas em torno dessa escola, fará um desfile para cumprir seus requisitos, mas sem grandes marcas de expressão. Briga pelo Sábado das Campeãs.

Roberto El Marttini – A vibração é boa, a Grande Rio conta com sorte, luxo, beleza e tem grandes acertos. Não pode modificar o passado, mas pode atuar no presente preparando um futuro melhor. Há quem tente impedir o progresso, mas no final vencerá. Ela e a Mocidade vão apresentar muita riqueza, acima das outras, mas Saturno rege e exige perfeccionismo. Vai estar bem colocada, mas não leva.

Rosana Castela – Há um problema de poder na escola. Alguém está de alguma forma minando caminhos que pudessem favorecer a escola. Não é alguém agindo pra desfavorecer a escola, mas pra desmerecer o trabalho que está sendo feito por alguém, pra tirar o brilho de alguém.

Sibyla Rudana – Cinco de paus na carta do ambiente significa que tem que lutar muito pra conseguir que os olhos se voltem pra você. Mas é uma escola que tem sorte e muito dinheiro investido. Rei de Ouros, com favorecimento de recursos. Muita visibilidade. O corte diria que consegue o que quer, não como quer. Tem portas abertas, chama atenção e faz sucesso.

Esmeralda de Gaya – Muitos imprevistos e pertubações no decorrer dos trabalhos da Beija Flor. Mas a escola traz consigo o poder de transformar as adversidades em força, e seus componentes conseguem transmitir isso na Avenida. Fará um desfile arrebatador, que emocionará e contagiará aos espectadores. É uma das três mais fortes candidatas ao título no jogo.

Roberto El Marttini 2 – Neste ano, Saturno rege, e ele pede um perfeccionismo, muita destreza, e borboleta e águia são os animais de poder que representam essa perfeição. A Beija-Flor tem a borboleta. Vai fazer um carnaval muito diferente dos outros, bem melhor que nos carnavais anteriores, vai surpreender. Tem no desfecho do jogo harmonia, felicidade familiar, poder criativo usado para o bem.

Rosana Castela – Vai surpreender. Tem um conjunto harmônico, as coisas estão coesas. Isso vai surpreender as pessoas. Pode ser que sofra algum abalo na hora do desfile. Mas é uma candidata. Não por ser a Beija-Flor, mas pelo nível de organização, pelo que está sendo feito lá dentro. Podemos dizer que é candidata ao campeonato.

Sibyla Rudana – Tem O Mago, o Fazedor, o que faz e acontece. Hoje, a vibe da Beija-Flor é de campeã. Muita energia trabalhando. Muito difícil perder. Hoje, pelo jogo, a favorita é a Beija-Flor. Tem muito apoio espiritual.

Esmeralda de Gaya – É um desfile para cumprir requisitos, mas sem grandes marcas. Briga pelo Sábado das Campeãs.

Roberto El Marttini 2 – Vive um inferno astral. Precisa de uma harmonia de inter-relacionamento e, mais do que o quesito, precisa expandir o núcleo de amizades. Existe uma influência energética negativa, que pode mais uma vez tirar essa escola do Desfile das Campeãs. Acho difícil voltar.

Rosana Castela – Existe uma falta de concordância dentro da Imperatriz. Por algum motivo, pessoas se metem em assuntos que não devem se meter. Uma parceria foi quebrada e quebrou o equilíbrio emocional da escola.

Sibyla Rudana – Jogo fala de uma desistência. Tem alguém saindo fora. Ou tem alguém que não tá muito localizado no assunto. Carta fala de morte. Não é necessariamente morte, não. É alguém que sai fora. Mas a síntese do jogo é a Torre, que simboliza “não sei o que faço, não sei o que quero”. Mas há a imagem de uma criança pedindo colo. Tem uma crise interna. Vai me surpreender se no meio desse caos a Imperatriz voltar no Sábado.

Esmeralda de Gaya – É um desfile sem grandes marcas. Não cai.

Roberto El Marttini – Não fará este ano um carnaval pra ser campeã, mas se mantém no Grupo Especial. Tá precisando de força, tá vivendo dificuldades grandes. Não é um caminho fácil pra ela. É importante não ficar se lamentando, e se reerguer.

Rosana Castela – Caminhos abertos. Vem abençoada pela espiritualidade. Está com caminho de sorte. Tá redonda a escola. Há perigo de uma traição externa. Um julgamento pode não ser o correto. A Ilha vem bem.

Sibyla Rudana – Enguiços muito grandes no meio do caminho. Tem empenho, compromisso de chegar lá, mas tem que ter muito cuidado com fogo. Muito fogo pro meu gosto. Muito cuidado com a manutenção das coisas. Aconselho que busque apoio nas energias que acreditam, pra que possam melhorar essa tendência. Ainda mostra que a escola tem sorte, mas tem coisa a consertar e está precisando de ajuda.  Diria que não cai.

Roberto El Marttini – Dá pra ver que é uma escola movida à paixão. Não pode pensar em desistir, pois está alcançando êxito aos poucos, tem sorte, vejo reconhecimento. Não creio que fique entre as seis, mas não cai.

Rosana Castela – Vai ter algumas alegrias nesse carnaval. Vai chegar mais longe do que espera. Na verdade, não imaginam onde vão chegar. Vai ser prejudicada, vai ter alguns embaraços e dificuldades. Vai causar prejuízo ético. Não cai.

Sibyla Rudana – Época de virada. Mudança favorável. Tem no centro do jogo uma aliança boa. O brilho de uma pessoa, que colhe os frutos de um grande sucesso. A São Clemente não vai ficar mal, não. Embora o 7 de Paus diga que tem uma posição acirrada, dependendo de décimos pra chegar numa posição melhor.

Roberto El Marttini – O ano de 2018 Saturno está na regência. Já falei da exigência pelo perfeccionismo neste ano, e isso favorece a Vila Isabel e a Beija-Flor. A Vila tem a carta da águia, a grande visionária. Vai despertar paixões no desfile, mas é importante controlar as emoções.

Rosana Castela – Caminho próspero. De vitórias. De boa sorte. Trabalho bem sério. Trabalhando no passinho dela. Pode plenamente ter vitória. Tudo tá muito positivo. Muito favorável. Não tá passando por problema financeiro, ou de direção. Tá trabalhando em silêncio, mas trabalhando bem.

Sibyla Rudana – Se não ganhar, tá entre as seis. Favorecimento muito grande. Tem o sol no centro do jogo. Mas tem alguma coisa relacionada a atropelo de última hora. Não é acidente. Mas atrapalha. Pinta com força muito grande. Muito interessante o jogo dela. Volta entre as seis com certeza.

Roberto El Marttini – Vai se recuperar. Tem inimigos ocultos querendo criar situações pra desestabilizar. Se tiver autoconfiança fortalecida, vencerá isso. Briga pelo Sábado das Campeãs.

Rosana Castela – Tem bons caminhos. A escola vai sofrer algum tipo de injustiça. É uma escola que apesar de ter um bom caminho de condições de chegar lá, não está entre as que podem voltar. Mas poderia estar muito melhor. Alguém precisa rever os conceitos. Às vezes, dar um passo atrás é uma questão de inteligência.

Sibyla Rudana – É uma volta dela aos grandes espetáculos. Centro do jogo tem uma parceria boa, que chama a atenção das pessoas positivamente. Corta essa sociedade o Dois de Ouros, que sugere ralar mais um pouco. Que volte a ter mais criatividade. Fala sobre um desequilíbrio financeiro, falta de grana. No caminho, porém, tem a carta do carro, falando que a pessoa tem que dominar situações e harmonizar, mas tem no jogo uma vitória. O desfile vai ter destaque.

Roberto El Marttini – Tem um samba de forte vibração. Saturno exige, além de perfeccionismo, muita criatividade, e a Tuiuti terá boa criatividade. O jogo diz que só não terá êxito se não quiser, fala pra não ter medo de recomeçar do zero e terá proteção pra isso.

Rosana Castela – Vem passando por algumas dificuldades. Tendência a não sobreviver a este Carnaval no Grupo Especial.

Sibyla Rudana – Risco de ter problema. Não é legal quando tem no centro do jogo uma carta de finalização, que é a morte. Vai estar bonita. Mostra um enguiço, um problema. Tem dois cortes no jogo da Tuiuti, não gostaria que tivesse. Mostra no desfecho do jogo uma certa melancolia, tristeza, incapacidade de resolução de problemas, dificuldades.

Roberto El Marttini – Tem empolgação, esperança, mas entra com fatores negativos. Pode não cair, mas é difícil. Dá pra ver que é uma escola que tem muito amor envolvido ali dentro. O jogo fala de persistir no sonho e que a ferida, por mais dolorosa que seja, se cura. E o desfecho diz que justiça não se discute, luta-se por ela.

Rosana Castela – Tem tudo pra ter boas vitórias. Vai acontecer uma traição ou já está acontecendo um racha. Por questões de opinião, de forma de conduzir as coisas. Alguém está querendo arrumar a casa, mas há quem não queira mexer, o que leva a um racha. É como se a escola se dividisse em dois segmentos. Momento de crise no Império. Pode até não cair, mas não será fácil.

Sibyla Rudana – Centro do jogo é o sol. Chama atenção. Recomeça uma jornada de ascensão. Espero que não caia, porque tem um grande desafio interno pra resolver. Não é externo. Um peso, uma perturbação… Mas o Império vai à luta, e consegue chamar atenção.

Nota importante: A cartomante Esmeralda de Gaya não detalhou os desfiles e o resultado das escolas que, no jogo dela, ficarão de fora do Sábado das Campeãs. Por isso, algumas agremiações estão sem as considerações da vidente.

*Baralho Cigano e Quiromancia (leitura de mão) => Esmeralda de Gaya: (22) 97403-4807

*Oráculo Xamã e Baralho Cigano => Roberto El Marttini: (21) 2722-1863 / (21) 98728-6186

*Búzios e Baralho da Padilha => Rosana Castela: (21) 97044-6839 / (21) 4141-8797

*Baralho Cigano, Baralho da Padilha e Pêndulo => Sibyla Rudana: (21) 97530-7799 / (21) 3624-7555

Por -

Por Redação

Além de todo o planejamento do Carnaval 2018, a prefeitura do Rio apresentou na manhã desta quinta-feira, 11, algumas novidades para a temporada carnavalesca. A principal delas é a chamada Arena Carnaval, um espaço montado no Parque dos Atletas, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, para abrigar shows, apresentações de blocos e escolas, e muita música pra agitar a festa da Sexta-feira de Carnaval até a Quarta-feira de Cinzas, das 9h às 14h.

Cheio de orgulho pela nova aposta, o presidente da Riotur, Marcelo Alves, falou no Palácio da Cidade, em Botafogo, sobre a principal novidade do plano de ação.

– Nossa Arena Carnaval será um sucesso. Precisamos gerar acontecimento na Barra da Tijuca, que tem uma rede hoteleira moderna, mas lamentavelmente é o lugar que tem a menor ocupação no Carnaval. É um espaço que está ocioso no Parque dos Atletas… a Zona Oeste ganha mais um espaço de entretenimento. Ali, serão 10 apresentações, temos nas ruas 600 desfiles, portanto não queremos podar a essência do Carnaval de rua. É uma aposta. Não tem R$ 1 real de dinheiro público, é 100% de apoio privado – explicou o comandante da empresa de turismo da prefeitura.

Presidente da Riotur, Marcelo Alves mostrou com orgulho a grande novidade deste ano: a Arena Carnaval, que vai agitar o Parque dos Atletas na Barra da Tijuca durante o Carnaval de 2018 – Foto: Reprodução/Internet

Outro objetivo da Arena Carnaval, situada no mesmo espaço onde foi realizada a última edição do Rock In Rio, é impedir que os jovens busquem diversão em outra cidade brasileira durante o Carnaval.

– A garotada da Barra da Tijuca, Campo Grande, Bangu… tá indo passar o Carnaval fora. Negativo. Tem que ficar aqui. Vamos fazer Carnaval aqui. Não tem São Paulo, Minas, Carnaval é aqui no Rio – exclamou.

A Arena Carnaval vai funcionar por seis dias – da Sexta-feira de Carnaval até a Quarta-feira de Cinzas – das 9h às 14h. Serão três apresentações por dia. A Riotur aguarda um público de 40 mil pessoas por data – 240 mil ao todo. A entrada é 0800, totalmente de graça, e com exibições dos blocos mais festejados do Rio, como o Cordão da Bola Preta, Bangalafumenga e Sargento Pimenta, além de outras atrações como a cantora Lexa.

A prefeitura prevê uma geração de mil empregos diretos, dois mil indiretos, e uma movimentação de R$ 50 milhões na economia da cidade.

A “Arena Carnaval” fica no Parque dos Atletas, na Barra da Tijuca, e foi sede do último Rock In Rio – Fotos: Site carnaval.rio

Palco do Boulevard Olímpico terá carnaval ‘pra família’

Outra atração num legado olímpico do Rio de Janeiro será o Palco do Boulevard Olímpico, na Zona Portuária do Rio, que terá programações voltadas para o público infantil durante a festa, com apresentações do “Gigante da Lira” e “Teatro dos Anônimos”

– São atrações pra família, pras crianças, num ambiente bem familiar – definiu.

Por -

Por Redação

Foi com muito bom humor que o prefeito Marcelo Crivella abriu nesta quinta-feira, 11, a coletiva de imprensa para apresentar o planejamento de ação do Carnaval 2018 no Palácio da Cidade, em Botafogo, na Zona Sul do Rio. O chefe do executivo municipal lembrou Dorival Caymmi ao adaptar a famosa canção “Samba da minha terra”. Em alto e bom som, o político aproveitou o evento pra cantarolar ‘Quem não gosta de samba bom prefeito não é’, numa adaptação do trecho que critica o sujeito que não gosta de samba.

– Fizemos um esforço enorme pra poder apresentar um carnaval muito bonito, que a gente espera que seja calmo, sem violência, que possa celebrar essa vocação do povo carioca de se erguer nos momentos trágicos pra celebrar a vida. É mostrar ao mundo que continuamos alegres – disse Crivella logo após agradecer a presença de vereadores da cidade no encontro. O prefeito não respondeu perguntas dos jornalistas ao fim das explanações oficiais.

Bom lembrar que Crivella, bispo licenciado da Igreja Universal, é apontado por dirigentes e apaixonados por samba como um inimigo direto do Carnaval. Ele cortou pela metade a grana das escolas de samba do Grupo Especial, Série A, Série B, outros grupos da Intendente Magalhães e até das escolas mirins.

O Sambarazzo transmitiu ao vivo os detalhes do anúncio do plano de ação da prefeitura para a festa que se avizinha (confira no Facebook). Ao lado de Marcelo Alves, presidente da Riotur, foram apresentadas as principais mudanças pra este ano e Crivella ainda falou sobre o recorde de investimento privado na temporada.

Por -

Por Redação

Olha, se a situação do Carnaval do Rio de Janeiro ficou sinistra desde a posse do prefeito Marcelo Crivella, que decidiu cortar pela metade a subvenção de todos os grupos da festa carioca, em São Gonçalo a coisa ficou pior ainda. É que o chefe do executivo do município da Região Metropolitana fluminense, José Luiz Nanci (PPS) anunciou que os tradicionais desfiles da cidade estão cancelados, como informa o Jornal O São Gonçalo, nesta quarta-feira, 10. Em 2017 e 2016 também não houve desfiles.

A alegação do prefeito, que manteve apenas o carnaval de rua em alguns pontos, é que a difícil situação financeira do país impede a realização do espetáculo popular. Segundo nota da prefeitura, a meta do governo municipal é cumprir as metas de responsabilidade fiscal e priorizar o funcionamento de serviços essenciais, como saúde e educação e o pagamento de servidores.

A subvenção à Porto da Pedra, que é representante da cidade na Série A do Carnaval carioca, ainda está sendo estudada, informou o mesmo comunicado oficial.

São 11 agremiações que ficam mais uma vez sem os desfiles do bairro do Paraíso. A Uessg, União das Escolas de Samba de São Gonçalo, tentou negociar e chegou a tratar de valores com o prefeito. R$ 544 mil seria a subvenção inicialmente acordada, mas a prefeitura não quis arcar com os custos, inviabilizando a festa na cidade.

– Estou sendo pego de surpresa com essa informação. A prefeitura estava estudando a proposta de uma ala por escola. Entendemos a crise, mas essa decisão é um equívoco. Chegar agora e falar que não vai ter nos entristece – disse Bira, presidente da Uessg, em entrevista a O São Gonçalo.

Foto de capa: Sandro Nascimento

Por -

Por Redação

A Liesa, através de Central de Atendimento e Vendas, abre no próximo sábado, 13, a partir das 9h, mais uma rodada de vendas de ingressos para a maior festa popular do mundo. Desta vez, a solicitação das entradas será feita por telefone.

Com valores a partir de R$ 110,00 (meia-entrada) a R$ 320,00 (inteira), os ingressos de Arquibancadas Especiais e Cadeiras Individuais para os desfiles das escolas de samba do Grupo Especial serão colocados à venda. Esse sistema é direcionado exclusivamente a quem se encontra nas cidades de códigos telefônicos de áreas 21, 22 e 24. No momento da ligação serão fornecidas informações e instruções de como o interessado deve proceder para garantir um lugar no Sambódromo nos desfiles de domingo, dia 11 de fevereiro, e segunda-feira, dia 12 de fevereiro, usando o número do CPF.

Cada Setor da Avenida tem um número específico de atendimento. A fim de uma vaga no Setor 2, por exemplo, o número é o 30320002. Setor 3? 30320003. E a lógica segue a mesma para os demais espaços da Sapucaí. Confira na tabela abaixo os números, os valores e os locais de pagamento.

 

 

Foto de Capa: Fernando Grilli/Riotur

Por -

Por Redação

Depois de não produzir as vinhetas dos sambas-enredo com os segmentos das agremiações, agora a TV Globo, dona dos direitos de transmissão da festa, decidiu que não fará nesta temporada o “Musa do Carnaval”, concurso que reunia musas e passistas das escolas de samba do Rio e de São Paulo e que era exibido, em vários episódios até o Carnaval, no “Caldeirão do Huck”, desde 2003.

A emissora carioca usa os meses de janeiro e fevereiro pra promover a festa através de várias produções referentes aos desfiles das escolas de samba. Mas a parada neste ano tá mais restrita. A alegação principal é que o Carnaval de 2018 será no começo de fevereiro, o que limitaria o tempo de produção do concurso. Vale lembrar que o Carnaval de 2016, por exemplo, começou no dia 5 de fevereiro, mais cedo que em 2018 e houve o “Musa do Carnaval” normalmente.

Concurso “Musa do Carnaval”, do Caldeirão do Huck está fora do calendário pra 2018 – Foto: Reprodução/TV Globo

Em 2017, o concurso não se saiu bem na audiência. Portais especializados na crítica televisiva, como o “NaTelinha”, do Uol, e o TVFoco, do IG, apontaram um rendimento abaixo da média da final da atração na grande São Paulo, marcando menos de 12 pontos, os piores dados do programa no primeiro trimestre do ano passado.

As duas últimas campeãs do concurso foram Viviane Silveira Ramos, da Portela, no Rio, e Vanessa Alves, da Águia de Ouro, em São Paulo.

Algumas beldades bem conhecidas do samba ganharam ainda mais fama no concurso do “Caldeirão do Huck”, como a rainha de bateria da Mangueira, Evelyn Bastos, que venceu em 2012, e a musa da Viradouro, Luana Bandeira, vencedora em 2011. Ex-rainha de bateria da Caprichosos, Mel Brito ganhou em 2006. Ketula Mello, hoje musa da Imperatriz, levou em 2003, quando ainda era realeza na Porto da Pedra.

Por -

Por Redação

Neste domingo, 7, chuvoso no Rio de Janeiro, sambistas ainda inconformados com o cancelamento dos ensaios técnico foram à Sapucaí pra protestar. O palco principal do samba serviu, de forma muito legítima, como espaço de contestação. É que o Carnaval de 2018 vai ficar sem a maior festa popular – de fato – que ele proporciona: os ensaios técnicos. Os venerados treinos na Avenida, capazes de aproximar o povão das escolas de samba no Sambódromo, estão definitivamente de fora do calendário desta temporada.

Cerca de 100 sambistas encararam o mau tempo e levantaram a bandeira do samba e dos ensaios técnicos na Marquês de Sapucaí. “O ensaio é nosso” era o recado estampado numa faixa exposta pela turma que foi na Avenida e “ensaiou” na marra.

Fotos: Jocenir Lopes

A manifestação rolou um dia após o “Encontro do Samba”, evento realizado pela prefeitura, que levou 400 mil pessoas à orla de Copacabana. Para muitos torcedores das escolas, a verba para realização do último sábado, 6, poderia ter dado lugar aos tradicionais ensaios técnicos.

Cerca de 400 mil pessoas acompanharam o “Encontro do Samba” – Foto: Gabriel Monteiro/Riotur

Em julho, após uma das últimas reuniões com o prefeito do Rio, o presidente da Liesa, Jorge Castanheira, Confirmou uma possibilidade que já se evidenciava nos bastidores: a de não haver ensaios técnicos. Nada de novo e animador surgiu, e os treinos da Avenida tiveram um triste fim decretado.

– Não tenho como fazer ensaio técnico. Obviamente, a prefeitura não pode arcar com tudo. São 15 anos fazendo ininterruptamente, com a liga custeando tudo isso, infelizmente não temos orçamento – disse Castanheira no meio de 2017.

 

Por -

Por Redação

Seis Sapucaís lotadas. Essa foi a dimensão do público que esteve na orla de Copacabana, na Zona Sul carioca, pra acompanhar o “Encontro do Samba”, evento organizado pela prefeitura, que reuniu sambistas e torcedores de todos os segmentos e bandeiras neste sábado, 6. De acordo com a Riotur, 400 mil pessoas tomaram o calçadão e a areia de Copa pra prestigiar a maior marca de identidade do Rio: o samba.

De acordo com a Riotur, 400 mil pessoas tomaram a Avenida Atlântica pra acompanhar o “Encontro do Samba” – Foto: Gabriel Monteiro/Riotur

Num acontecimento inédito para a cidade, mais de mil sambistas, entre ritmistas, mestres, cantores, casais, passistas, rainhas, diretores e dirigentes ficaram encantados com a grandiosidade e adesão popular do encontro, que fez a festa em cada metro da valiosa Avenida Atlântica. Apaixonados por samba, de todo lugar e classe social, viram uma apoteose às escolas a pouco mais de 10km da Sapucaí.

O evento começou por volta das 19h com um desfile das escolas pela Avenida Atlântica. Os integrantes subiram ao palco montado em frente ao hotel Copacabana Palace, o mesmo usado no réveillon. Mais de 800 ritmistas, das 13 escolas do Grupo Especial, formaram uma bateria dos sonhos e acompanharam uma tropa de elite de cantores, também com todas as agremiações representadas – dois dos mais emblemáticos não foram: Neguinho da Beija-Flor e Wander Pires, da Mocidade. Mas os outros elencos estavam completinhos.

Fotos: Gabriel Monteiro e Alexandre Macieira/Riotur

Sete escolas de samba saíram do Leme em direção ao Posto 6: Império Serrano, Paraíso do Tuiuti, Vila Isabel, União da Ilha do Governador, Grande Rio, Mangueira e Mocidade de Padre Miguel. Ao mesmo tempo, na outra direção, da Rua Siqueira Campos, partiram outras seis: Unidos da Tijuca, São Clemente, Imperatriz Leopoldinense, Beija-Flor, Salgueiro e Portela. O encontro aconteceu pouco depois, já pertinho do palco.

A partir daí, a festa ficou ainda melhor, com as apresentações dos principais casais das agremiações e com a união de todos os sambistas no mesmo palco que celebrou, em alto estilo, a chegada de 2018 uma semana antes. Diogo Nogueira, Alcione, Martinho da Vila e Iza reforçaram o time de bambas, pra delírio da multidão de Copacabana.

Fotos: Gabriel Monteiro e Alexandre Macieira/Riotur

A música clássica entrou em cena, misturando erudito e popular, bem peculiar no desfile das escolas de samba. A Orquestra Petrobras Sinfônica acompanhou os sambistas durante alguns momentos do show.

A nata do samba cantou, num coral de botar banca, a “Voz do morro”, de Zé Keti, pra fechar a festa.

 

 

 

Por -

Por Marcelo Barros

Esta quinta-feira, 4, foi o dia D para as escolas dos grupos de acesso do Rio de Janeiro. É que os dirigentes do samba estiveram na prefeitura para uma reunião com o prefeito do Rio Marcelo Crivella, que garantiu que vai pagar a subvenção até o próximo dia 15 de janeiro para todas as entidades.

Presidente do conselho deliberativo da Liesb, Sandro Avelar chegou a discutir com o prefeito sobre o corte de 50% da verba pros grupos da Intendente Magalhães, alegando que não houve aumento pelo ex-prefeito Eduardo Paes que justificasse tal redução agora. Na saída, o dirigente falou ao Sambarazzo e adiantou que é fundamental a busca das escolas por novos métodos de captação financeira.

– Eu fui mais polêmico na reunião com o prefeito. Não concordei com o corte de 50%, porque não foi o mesmo corte do Especial. O Grupo Especial teve um aumento de 100% com o Eduardo Paes e agora voltou pra o que era. Já nós, estamos recebendo 75% do valor que recebíamos antes do aumento do Eduardo Paes. Ele (Crivella) foge dos assuntos, quando ele fala essas coisas de creches, acho esse discurso muito demagogo. Nós entendemos o poder da caneta. As escolas vão ter que buscar outros meios de captação. Ele alega que os próximos anos vão melhorar, eu não sei. A gente vive numa incerteza – declarou Avelar.

O dirigente da Liesb aguardou o prefeito Marcelo Crivella na sala de reunião e depois posou pra foto com o chefe do executivo junto de Heitor Fernandes (à esquerda), ex-presidente da Em Cima da Hora – Foto: Reprodução/Facebook

O montante prometido é de cerca de R$ 10 milhões, a maior parte – R$ 6,5 milhões – fica com a Série A, que ainda não teve o contrato assinado pela prefeitura. O restante é dos grupos B, C, D e E, das escolas mirins e da Federação de Blocos de Enredo.

Por -

Por Marcelo Barros

As ligas e escolas que formam os grupos de acesso do Rio de Janeiro foram à luta nesta quinta-feira, 4. É que os dirigentes do samba estiveram na prefeitura para uma reunião com o prefeito do Rio Marcelo Crivella, que garantiu que vai pagar a subvenção até o próximo dia 15 de janeiro. O montante é de cerca de R$ 10 milhões, a maior parte – R$ 6,5 milhões – fica com a Série A, que ainda não teve o contrato assinado pela prefeitura. O restante é dos grupos B, C, D e E, das escolas mirins e da Federação de Blocos de enredo.

Dirigentes dos grupos de acesso, dos blocos de enredo e das escolas mirins foram à prefeitura negociar com o prefeito Marcelo Crivella – Foto: Irapuã Jeferson

Depois de algumas horas de espera, a promessa veio. Presidente da Lierj, Déo Pessoa falou com o Sambarazzo após a reunião e fez questão de enfatizar que o Carnaval do Rio de Janeiro não é formado apenas por um grupo e que as escolas de menor investimento merecem atenção do poder público.

– Resolver ainda não se resolveu, não. A gente tá na promessa. Foi prometido que ele vai se empenhar bastante pra liberar esses recursos já com corte de 50% até o dia 15. Não sei como será feito. Mas ele falou. Não tem outro jeito a não ser aguardar. Os fornecedores já pararam de atender as escolas. Que o Carnaval seja tratado com igualdade, não existe só um grupo de carnaval. Ele (Crivella) até se desculpou por ter priorizado só o Especial. No pior cenário, não tem carnaval, todo mundo vai desfilar de camiseta, mas isso não vai acontecer, não, com fé em Deus – declarou Déo na porta da prefeitura.

O Carnaval de 2018 começa em 36 dias, exatamente com os desfiles da Série A.

Por -

Por Luiz Felippe Reis

Na noite desta quarta-feira, 3, já sem o calor dos ensaios técnicos tradicionais do mês de janeiro, a Sapucaí recebeu uma chuva de verão anunciando tempo aberto para as 13 baterias do Grupo Especial. O Sambódromo serviu de palco para ritmistas e outros segmentos acertarem os últimos detalhes para o “Encontro do Samba”, evento realizado pela prefeitura do Rio no próximo sábado, 6, na orla de Copacabana, maior cartão-postal da Cidade Maravilhosa.

Casais de mestre-sala e porta-bandeira também participaram do treino na Avenida – Foto: Irapuã Jeferson

Cerca de 70 ritmistas, passistas e primeiros e segundos casais de cada escola estiveram na Avenida, todos eles sem plateia – que pena -, mas mantendo a batida, o samba no pé e o bailado em dia. Mesmo não cumprindo a função técnica dos ensaios da Sapucaí, o “Encontro do Samba” tá ganhando ares de um substituto à altura pros mais saudosos dos treinos gratuitos. Os mestres de bateria, por exemplo, tão se amarrando na ideia.

– Vai parecer um ensaio técnico, a ideia foi legal – disse Nilo Sérgio, líder da “Tabajara do Samba”, a bateria portelense.

Essa história de lembrar um pouco dos ensaios técnicos, que por 15 anos e até 2017 movimentaram o verão carioca, também cativa os mestres Chuvisco, da Vila, Rodney, da Beija-Flor, e Rodrigo Explosão da Mangueira:

– A gente vai fazer um dia de alegria em Copacabana. Lá vai ser um evento pro povo, como era o ensaio técnico. Vamos com tudo, vai ser uma grande festa – disseram.

Baterias ensaiaram para o “Encontro do Samba”, super evento marcado para o próximo sábado, dia 6 – Fotos: Irapuã Jeferson

Na mesma vibe, tá o mestre da Unidos da Tijuca, Casagrande, que pretende trabalhar um pouco mais em cima do andamento da bateria pro dia do evento. É que na orla os ritmistas vão acompanhar sambas gravados num ritmo bem mais cadenciado que o normal.

– Iniciativa muito boa. Você juntar 840 ritmistas tocando sambas antológicos, a ideia é fora de série. É um momento difícil pra todas as escolas. Os ritmistas hoje em dia não estão acostumados a tocar nesse andamento. Tem muita coisa pra acertar ainda – adiantou o comandante da “Pura Cadência”.

Mestre Dudu, campeão pela Mocidade em 2017, aproveita a valorização aos ritmistas que o evento vai gerar pra puxar sardinha pra classe que forma o coração das escolas de samba.

– É histórico. Esse evento é pra mostrar a força da bateria. Ninguém quer brigar, mas tem que ver a gente com bons olhos. Os ritmistas, a gente costuma dizer, são os primeiros a chegar na quadra e os últimos a sair – disse.

Escolas de samba voltaram ao palco do samba nesta quarta-feira, 3 – Fotos: Irapuã Jeferson

Vítor Art, parceiro de Explosão na bateria mangueirense, e Ricardinho, da Tuiuti, valorizam o projeto do “Encontro do Samba” mais pela pegada da união dos ritmistas e das baterias

– Teve uma reunião antes, a galera tá mais junta, a gente trocou ideias, é bacana isso de ter novas ideias juntos. Vai ser uma diversão, e o Carnaval é isso – opinou Vítor.

– Favorece a união das baterias – completou o líder da “Super Som”.

A partir das 19h, no próximo sábado, 6, o “Encontro do Samba” vai reunir a maior bateria já vista no mundo, com mais de 1.000 ritmistas das 13 escolas de samba do Grupo Especial. Uma parte vai sair do Leme (Avenida Princesa Isabel) e outra da altura da rua Figueiredo Magalhães, para um encontro marcado no meio da orla de Copa. Ao final do desfile pela Avenida Atlântica, os sambistas se juntarão à Orquestra Petrobras Sinfônica para um show no palco montado em frente ao Copacabana Palace. Vão participar ainda do evento cantores ligados ao ritmo, como Martinho da Vila, Alcione, Diogo Nogueira e o novo fenômeno da música pop, a cantora Iza.

A divisão será feita por dois grupos para que todas as 13 baterias se encontrem no meio da orla, no mesmo palco onde foi realizado o Réveillon carioca. Império Serrano, Paraíso do Tuiuti, Vila Isabel, União da Ilha, Grande Rio, Mangueira e Mocidade formam um grupo; e o outro vem com os ritmistas, passistas e casais de Unidos da Tijuca, São Clemente, Imperatriz Leopoldinense, Beija-Flor, Salgueiro e Portela

Por -

Por Redação

Uma discussão que o Carnaval precisa encarar, e que vai muito além dos cortes de verba, é no que diz respeito ao conceito da festa e sua realização. O que pode ser melhorado no evento da Sapucaí? O que pode despertar maior interesse do público? Novas ideias, fora de velhos clichês, podem fazer a diferença pro samba voltar aos tempos de glória e cair nos braços do povo novamente, com a mesma força de outros carnavais.

Aos 20 anos de idade, Gabriel David, conselheiro da Beija-Flor e herdeiro do patrono Anísio Abraão David, abre o debate para reflexão e propõe novos métodos. Na visão dele, o Carnaval precisa se remodelar pra ontem.

– Se o Carnaval não mudar, vai acabar. E é uma mudança urgente. Tem que ser um espetáculo mais atual, mais comercial. E não é planejar pra daqui a uns anos, não. Vamos mudar agora, em 2018. Vai ser o quarto ano que estou mais presente, mas é o primeiro que começo a falar. Comecei a pedir um pouco mais de interação. Acredito muito na figura do carro alegórico, que foi uma figura que a gente fugiu no Carnaval passado. Mas, no Carnaval deste ano acho que a gente dá um bom passo nesse sentido – opina.

“Paro pra assistir o Paulo Barros”

‘Paro pra assistir o Paulo Barros. Acho que ele muda a concepção de fazer carnaval. Quero evoluir com base na ideia dele’, admitiu Gabriel – Foto: Michele Iassanori/Sambarazzo

Para o novato, o estilo de Paulo Barros deve ser seguido pelos demais carnavalescos da festa, a título de seduzir o público.

– Paro pra assistir o Paulo Barros, por exemplo. Acho que ele muda a concepção de fazer carnaval. Quero evoluir com base na ideia dele. Muito se critica se o Paulo cria ou copia. Mas esse não é o ponto. A qualidade dele é essa, é ter interatividade com o público, é se preocupar com o espetáculo. Não acho que seja só botando gente em cima de carro batendo palma. É muito mais do que isso. A comissão (da Beija-Flor) deste ano não foi criada pra ganhar carnaval. Não é que eu não queira ganhar. Quero passar a imagem de que você não perdeu seu tempo ali, indo ao Sambódromo – discursa Gabriel.

“Ninguém fica 12 horas ouvindo só samba”

Vivendo intensamente o cotidiano do barracão da Beija-Flor, Gabriel David compartilha com o diretor de carnaval Laíla novas propostas para a festa – Foto: Irapuã Jeferson

Pra este ano, Gabriel David vai lançar uma área VIP na Avenida. “Nosso Camarote”, comandado por ele, e que tem como sócio Ronaldo Fenômeno, vai ter de tudo. De música sertaneja aos sucessos do momento de todos os ritmos, incluindo os sambas-enredo, uma tática utilizada hoje por qualquer festival internacional de música. O conselheiro busca unir tantos estilos a fim de atrair para o mundo do Carnaval os mais jovens.

– Será um camarote totalmente diferenciado. Boate que não toca só samba. Foi esse tipo de espaço que fez o jovem voltar à Sapucaí. Ninguém fica 12 horas só ouvindo samba, nem 12 horas ouvindo só sertanejo. Qualquer festival toca outros tipos de música. Esse é um modelo que o Carnaval ainda não entendeu. Você tem que dar um serviço completo pro cliente. Os shows principais acontecerão nos intervalos. A ideia é trazer o público jovem pra escola de samba, num ambiente que o jovem queira estar, com artistas como Luan Santana e Ludmilla, e sambistas como Jorge Aragão e Péricles – conta.