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Por Redação

Preparada para receber os sambas criados por seus compositores neste sábado, 14, a Mocidade Independente de Padre Miguel não pensa em abrir mão do concurso anual que aponta o hino responsável por embalar a apresentação da escola na Marquês de Sapucaí.

É o que garante o vice-presidente da verde e branco, Rodrigo Pacheco, entusiasta do tradicional modelo de disputas, que está sendo substituído nesta temporada em coirmãs como Paraíso do Tuiuti, Império Serrano, São Clemente e Grande Rio, seja em virtude de obras encomendadas a compositores específicos ou por releituras de obras já existentes.

Rodrigo disse ser fundamental a disputa de samba – Foto: Arquivo

– Acredito que as escolas estejam seguindo este caminho por uma questão técnica: pode ser ‘mais fácil’ acertar se há uma equipe que faz exatamente aquilo que você quer do samba. Na disputa, com 20 inscritos, pode ser que nenhum atenda ao enredo – pondera Pacheco.

Apesar de consciente do risco, o dirigente ainda aposta no formato mais famoso, o de competição. E acredita ser fundamental a manutenção do processo, que uma vez extinto iria reduzir drasticamente o calendário dedicado a eventos de samba no estado do Rio – as finais lotam as quadras das escolas de todos os grupos. A da Mocidade já tem data: 22 de setembro.

Samba transformou enredo

Nos dois últimos carnavais, conforme destaca Pacheco, a procura pela letra e melodia ideais para o desfile fez a Mocidade modificar o que pretendia levar para a pista de desfiles. Em 2017, o enredo foi Marrocos e rendeu o campeonato. No último Carnaval, a escola cantou a Índia e conquistou a sexta colocação.

– Nas duas situações, as obras escolhidas contribuíram pra enriquecer o tema e nós mudamos o projeto. A disputa de samba pode contribuir para o conjunto da apresentação, ela é uma tradição das escolas de samba – sustenta o gestor.

Wander Pires é a voz principal da verde e branco – Foto: Arquivo

“A balança não está equilibrada”, argumenta Rodrigo Pacheco

Apesar de defender que seja mantido o processo seletivo das criações musicais feitas pelos poetas da casa, Pacheco reconhece que há uma distorção entre o propósito da iniciativa e a maneira como ela tem acontecido na maioria das quadras.

– As parcerias têm feito altos investimentos para compor equipes de palco e manter a torcida. Isso tem um reflexo negativo, porque as parcerias fazem uma festa completa para os torcedores fora da quadra, e eles deixam de consumir quando entram. Há um impacto na receita, um desequilíbrio na balança – pontua Pacheco, que estará à frente da “Estrela Guia” durante a seleção do samba-enredo responsável por dar o tom do desfile do ano que vem cujo tema é o tempo.

*Foto de capa: Eduardo Hollanda / Divulgação

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Por Redação

A Mocidade Independente de Padre Miguel está com um projeto que promete agradar em cheio a ala de compositores da escola.

É que a verde e branco decidiu montar um estúdio de gravação na antiga quadra de ensaios, na Vila Vintém, na Zona Oeste do Rio, para que compositores gravem ali mesmo seus sambas concorrentes. Segundo o vice-presidente da Mocidade, Rodrigo Pacheco, a ideia é também oferecer oficinas de produção musical e canto no local. E o melhor: tudo de graça!

– É mais uma das ações que vamos fazer em nosso centro social. Vamos oferecer diversas oficinas por lá e uma delas será essa de produção musical e canto. Em paralelo, vamos gravar ali os sambas concorrentes da nossa disputa. O projeto já foi aprovado, estamos na fase de aquisição dos equipamentos agora – festeja Rodrigo Pacheco.

Enquanto isso, neste sábado, 12, o Centro Social e Cultural Mocidade Independente promove sua primeira grande ação social para a comunidade. A partir das 8h, serão oferecidos diversos serviços, como verificação de pressão, vacinação, exames de vista, além de cuidados de beleza para as mulheres. O evento é uma parceria da Mocidade com a Supervia e o Instituto Embelleze.

Antiga quadra passou por reformas com ajuda de componentes – Foto: Arquivo

Quadra reformada

Em janeiro deste ano, a agremiação reinaugurou a antiga quadra na Rua Coronel Tamarindo. O lugar passou por obras de infraestrutura, como a troca do telhado e melhorias na parte elétrica. O espaço, que já abrigou ensaios históricos da escola, agora servirá para cursos profissionalizantes.

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Com seis campeonatos no Carnaval do Rio de Janeiro, Alexandre Louzada, que em 2019 vai assinar o quarto desfile consecutivo pela Mocidade Independente de Padre Miguel, será homenageado pela contribuição à folia carioca, nesta quarta-feira, no Baródromo.

Renato Lage e Rosa Magalhães, outros dois veteranos e campeões dos desfiles das escolas de samba, receberam homenagens semelhantes na casa temática localizada na Lapa.

Louzada já ganhou seis campeonatos no Carnaval carioca – Foto: Arquivo

Louzada iniciou a carreira em 1985, na Portela. Foi campeão pela Mangueira (1998), Vila Isabel (2006), Beija-flor (2007, 2008 e 2011), e Mocidade (2017, título dividido com a Portela). Também foi vitorioso no Carnaval de São Paulo, com a Vai-Vai, em 2011 e 2015. Aqui no Rio de Janeiro, passou por escolas como Grande Rio, Caprichosos de Pilares e Porto da Pedra.

As atrações musicais da noite serão o Grupo Arquibancada, com repertório exclusivo de sambas-enredo, e intérprete e a bateria da Mocidade. A entrada custa R$ 10 e quem chegar até as 20h vestindo camisa de qualquer escola de samba entra de graça. O Baródromo fica na Rua do Lavradio, 163. Informações e reservas (21) 25045754.

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Os apaixonados pela Mocidade Independente, que já podiam adquirir produtos com a marca da escola pela internet, têm agora mais uma opção de compra. A verde e branco, campeã de 2017, sexta colocada este anoe uma das agremiações de maior torcida do país, acaba de inaugurar sua primeira loja física. Está em funcionamento no segundo andar do Shopping Sulacap, na Zona Oeste carioca.

Com itens variados, como camisas, bonés e bolsas, o novo espaço, segundo Rodrigo Pacheco, vice-presidente da verde e branco, é apenas uma etapa do projeto da Mocidade para buscar a autossustentabilidade:

– Estamos dando mais uma demonstração de que a Mocidade vai se fortalecendo e buscando expandir sua marca, além de ter uma nova fonte de renda. Uma das premissas da nossa administração é fazer a Mocidade autossustentável. Creio que temos condições de buscar isso e tentar ser ainda mais competitivos, produzir um grande espetáculo. A loja tá muito legal e tenho certeza que o independente se sentirá em casa dentro dela.

O Shopping Sulacap fica na Avenida Marechal Fontenele, 3545, no Jardim Sulacap. A loja virtual da escola de Padre Miguel pode ser acessada através do site oficial da escola: www.mocidadeindependente.com.br.

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É só terminar o Carnaval, e todas as escolas de samba querem saber: “Onde foi que eu errei?”. Com as justificativas dos jurados, divulgadas duas semanas e meia após a Quarta-feira de Cinzas, a planta é dada, e então as diretorias começam a se mexer pra modificar ou pelo menos apurar o desenvolvimento de cada quesito afetado no desfile que passou.

Para os donos das notas 40, os elogios e louros da perfeição até a próxima festa. Para os mal-aventurados na temporada, a corneta soa em tom de crítica, muitas vezes feroz e injusta.

De olho nas avaliações dos jurados da Liesa, a Liga Independente das Escolas de Samba, que é quem rege o Grupo Especial, o Sambarazzo quis saber quem está melhor em cada um dos quesito nos últimos cinco anos, de 2014 a 2018. E nesta quarta-feira, 28, começamos a terceira edição da série de apuração com a alma das agremiações, o Samba-Enredo, que ano após ano embasa o espetáculo visual e emoldura a história apresentada na Passarela.

Mangueira tem o melhor rendimento no Samba-Enredo nos últimos cinco anos – Foto: Gabriel Monteiro/Riotur

Pela primeira vez desde que levantamos os dados, a Portela não é a primeira colocada. O samba de 2018 deixou de seguir a tendência de gabaritar, enquanto a Mangueira persistiu implacável com uma sequência de 17 notas dez e tomou a ponta. De uma só vez, a verde e rosa se livrou das notas ruins de 2013, teve 40 pontos nesta temporada e contou com o deslize da águia pra virar a líder em Samba-Enredo, recuperando uma diferença que era de 0,8 (oito décimos).

Ciganerey e Péricles defenderam o samba da Mangueira na Sapucaí – Fotos: Irapuã Jeferson e Dhavid Normando/Riotur

Uma das fortalezas no caminho portelense, o Samba-Enredo da escola não gabaritou pela primeira vez em seis anos. As leves despontuações tiraram da águia a liderança no ranking, mas não a certeza de que o quesito segue como ponto alto da azul e branco na briga pelos campeonatos.

Firme no terceiro lugar vem o Salgueiro, que, apesar de ter perdido décimos importantes – até decisivos – no quesito nos últimos anos, tem boas notas no geral e observa a liderança de Mangueira e Portela não tão distante. O novo levantamento deu à Academia um saldo de positivo de 0,6 (seis décimos), graças a exclusão do ano de 2013 – o pior recente – e as duas notas dez de 2018.

Quarta colocada no ranking, a Imperatriz tem uma boa arrancada no item nos últimos quatro anos. “Axé Nkenda” (enredo de 2015), Zezé Di Camargo e Luciano (enredo de 2016), Xingu (2017) e Museu Nacional (2018) fizeram bem ao contexto sonoro da verde e branco.

Pela primeira vez entre as cinco primeiras aparece a Mocidade Independente de Padre Miguel. Já são sete notas dez seguidas, rendimento inferior só a da Mangueira nas duas temporadas mais atuais. Os sambões de 2017 e 2018 fizeram a verde e branco ultrapassar concorrentes como a Vila Isabel, a Beija-Flor e a Unidos da Tijuca. Eis a escola que mais cresceu no quesito de um ano pra cá. Também, pudera, levou até Estandarte de Ouro – prêmio do Jornal O Globo – no Carnaval que passou.

Vila Isabel, Beija-Flor, Tijuca, Grande Rio, União da Ilha e São Clemente, que completam o G-11 das escolas que se mantêm no Especial há pelo menos cinco anos, fecham o ranking.

Tuiuti, Império Serrano e Viradouro não são inspecionadas no ranking, porque não estiveram em todas as edições do Grupo Especial nas últimas cinco temporadas.

 

Levantamento do ano passado, considerando os carnavais de 2013 a 2017:

Série Ranking! Samba-Enredo: as melhores e piores nos últimos 5 anos

Levantamento do ano retrasado, considerando os carnavais de 2012 a 2016:

Série Ranking! As melhores e piores em Samba-Enredo nos últimos 5 anos

 

 

 

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Por Redação

Pela primeira vez na longa trajetória que tem no Carnaval, Alexandre Louzada conseguiu ver, como espectador, um desfile assinado por ele na Sapucaí. Neste sábado, 17, o carnavalesco ficou do camarote da Mocidade assistindo a verde e branco passar cantando a Índia no desfile reservado às seis primeiras colocadas na festa.

A experiência, no entanto, não agradou o artista, que chegou a se colocar no lugar dos jurados e admitiu não ser fácil avaliar, do alto, o desempenho das escolas de samba.

– É estranho, muito estranho. Dá vontade de descer lá e ajeitar uma coisinha que tá torta, mexer em algumas coisas. Lógico que achei melhor do que quando vejo lá de baixo, que você enxerga uma mancha de cola que o jurado nem tem como ver, por exemplo – contou.

Como se viu na posição de avaliador, Louzada acabou considerando justas as notas concedidas pelo júri técnico à campeã do Carnaval 2017:

– Eu sei das minhas falhas. Acho que as notas mais justas foram as de fantasia (9.8;9.9;9.8;9.9). Foram bem contundentes, mas tive pouco tempo pra fazer. E eu tenho que assumir a culpa… Não importa quem colou, se colou mal colado. Achei justo. Percebi que é muito difícil realmente julgar. As escolas estão muito competentes mesmo. Pequenos detalhes fazem uma ser diferente das demais. E apontei a Beija-Flor como campeã. Quando o Anísio (Abraão David, patrono da Beija-Flor) tava indo pra concentração, falei que ele tinha um grande enredo. Depois, ele me agradeceu por desejar boa sorte – disse o carnavalesco, que já assinou alguns desfiles campeões na primeira colocada de 2018 (2007, 2008 e 2011).

Carnavalesco Alexandre Louzada cumprimentou o conselheiro da Beija-Flor de Nilópolis durante desfile – Foto: Irapuã Jeferson

Por Redação

“Como será o amanhã?”. A pergunta, versada no samba da União da Ilha de 1978, é a que mais passa na cabeça do povo, ainda mais no começo do ano, período de fazer planos e buscar realizar novos e antigos sonhos. No caso do Sambarazzo, é claro que a curiosidade gira em torno do Carnaval. Já que perguntar não ofende, convocamos um time de videntes pra responder o que interessa: Quem vai se dar melhor na Quarta-Feira de Cinzas e deixar a Apoteose consagrada campeã da festa de 2018?

E, como dizem que as cartas não mentem jamais, vejamos o que futuro reserva a cada uma das 13 escolas do Especial no Carnaval que já bate à porta.

Esmeralda de Gaya apontou o futuro pelo baralho cigano, mesma origem da clarividência de Sibyla Rudana, que confirmou as previsões no Baralho da Maria Padilha, entidade cultuada na umbanda e no candomblé, técnica igualmente utilizada pela cartomante Rosana Castela. Representante do xamanismo, o cigano Roberto El Marttini fecha a seleção de místicos convidada pelo Sambarazzo.

 Previsões por escola:

Esmeralda de Gaya – Vem cheia de orgulho e segurança. Fará um belo desfile, estará entre as primeiras, mas não ganha.

Roberto El Marttini – Há uma mulher que sabe usar a flexibilidade. Os problemas parecem maiores do que são, será um carnaval de boas recordações. Tem relações honestas de trabalho, empresa com filosofia e cultura pautada dentro dos padrões e valores éticos, é um bom jogo profissional. Não será um ano de campeonato, mas é um ano favorável pra Portela. Tem beleza, empolgação, vejo um bom desfile, deve estar entre as quatro ou cinco primeiras, mas sem vitória.

Rosana Castela – Por uma questão de teimosia, estão teimando por alguma coisa que sabem que não vai ser favorável, e isso será feito e eles serão traídos. Essa traição pode ser evitada se fizerem uma parceria ou uma negociação com alguém pra reverter o quadro da escola. Tem gente que não tá se entendendo bem. O jogo não aponta ela como vitoriosa.

Sibyla Rudana –  Fica entre as seis primeiras colocadas. No centro do jogo tem um apoio muito grande e uma verdadeira fortuna na síntese da Portela. A torre (que saiu no jogo da cigana pra Portela) fala de coisas que são esclarecidas. Quando a torre desaba, a luz entra. Algo está sendo feito de uma forma, que precisa ser feito de outra. Mas vai estar entre as seis primeiras. É um caminho de redenção. Consegue desatar um nó financeiro. E tem uma pessoa amiga, muita amiga, ligada à escola, que não vai ficar na escola.

Esmeralda de Gaya – Um desfile rico, vibrante, surpreendente e marcante. No momento, as cartas me mostram as três maiores possibilidades de campeonato, e a Mocidade está entre essas maiores possibilidades.

Roberto El Marttini – A Mocidade tem a carta do pavão. Temos que levar em consideração que 2018 é regido por Saturno, que requer perfeccionismo. Vai ter beleza, luxo, glamour… Vejo sorte nos negócios, tudo revertido em luz e paz espiritual, a justiça divina falará por seu intermédio. Um jogo muito bom, de campeã.

Rosana Castela – Vai encontrar algumas dificuldades, mas vai superar, diante de algumas mudanças que já estão acontecendo. Viram que algo iria desfavorecer e tomaram atitudes internas, modificaram e começaram a seguir um bom caminho. Está com caminhos abertos. A Mocidade é uma das favoritas.

Sibyla Rudana –  Não vejo a Mocidade sendo prejudicada nem fazendo um desfile ruim. Tudo que se pode dizer em termos de fluxo de influências tá favorecido. Mas ainda há coisas internas pra serem resolvidas, organizadas. Volta sábado com certeza.

Esmeralda de Gaya – Mais uma vez o Salgueiro virá com um belo desfile no sentido de alegorias. Desfile lindo aos olhos, mas sem a emoção que o enredo pede. O Salgueiro arrasta um período de pertubações astrais, em virtude de débitos espirituais que precisam ser sanados. Fica entre as seis melhores.

Roberto El Marttini – Salgueiro conta com a sorte. Há grande chance, no entanto, de ser manipulado por alguém de fora, o que pode causar dor e sofrimento. Poderá ser impedido de colher os frutos do trabalho, o que vai causar um aborrecimento por não perceber no resultado o esforço despendido. Volta no Sábado.

Rosana Castela – Uma das favoritas. Vai sofrer uma traição, que pode ser em nível de julgamento. Pode entrar na Avenida com tudo pra ser “a escola” e sofrer com notas indevidas, de ninguém saber explicar as notas. Mas o jogo mostra sorte. O Salgueiro vai ter um bom caminho. Se for prejudicado, será por essas traições no momento de julgamento.

Sibyla Rudana – Tem caminhos abertos pra conseguir uma excelente colocação. Mas é obrigada a se submeter a uma circunstância interna, que coloca a escola em sacrifício, uma solicitação superior, uma imposição negativa pra ela. É uma escola que vai fazer sucesso. Volta no Sábado.

Esmeralda de Gaya –  Vai fazer um desfile surpreendente, com muito amor, garra e alegria. Vem agarrando a chance da vitória, com a essência da Mangueira do passado, apostando no amor de seus integrantes para fazer a escola brilhar. Vai ser um desfile marcado pela emoção e segurança, e com muita vontade de vencer. No momento, as cartas me mostram as três maiores possibilidades de campeonato, e a Mangueira está entre essas maiores possibilidades.

Roberto El Marttini – Passa uma névoa de instabilidade na escola, falta mais harmonia interna, deve haver ou houve rupturas por mal-entendidos, e o desfecho da Mangueira neste ano traz alto risco de estresse. Não vejo boa sorte.

Rosana Castela – Jogo indica boa sorte, bom caminho, bom trabalho. Grandes possibilidades de ser a campeã. Jogo muito bom mesmo. Melhores “caídas” (cartas no jogo) foi a da Mangueira.

Sibyla Rudana – Muitas forças espirituais participando do enredo. Conflitos, adversidades, falta de resolução de problemas que estão diante do nariz, a escola precisa se unir mais. O que vejo é um cabo de força. Uns querem uma coisa, outros querem outras coisas. Corre risco de ficar numa posição indesejável. Provavelmente, não volta no Sábado das Campeãs.

Esmeralda de Gaya –  Apesar das expectativas em torno dessa escola, fará um desfile para cumprir seus requisitos, mas sem grandes marcas de expressão. Briga pelo Sábado das Campeãs.

Roberto El Marttini – A vibração é boa, a Grande Rio conta com sorte, luxo, beleza e tem grandes acertos. Não pode modificar o passado, mas pode atuar no presente preparando um futuro melhor. Há quem tente impedir o progresso, mas no final vencerá. Ela e a Mocidade vão apresentar muita riqueza, acima das outras, mas Saturno rege e exige perfeccionismo. Vai estar bem colocada, mas não leva.

Rosana Castela – Há um problema de poder na escola. Alguém está de alguma forma minando caminhos que pudessem favorecer a escola. Não é alguém agindo pra desfavorecer a escola, mas pra desmerecer o trabalho que está sendo feito por alguém, pra tirar o brilho de alguém.

Sibyla Rudana – Cinco de paus na carta do ambiente significa que tem que lutar muito pra conseguir que os olhos se voltem pra você. Mas é uma escola que tem sorte e muito dinheiro investido. Rei de Ouros, com favorecimento de recursos. Muita visibilidade. O corte diria que consegue o que quer, não como quer. Tem portas abertas, chama atenção e faz sucesso.

Esmeralda de Gaya – Muitos imprevistos e pertubações no decorrer dos trabalhos da Beija Flor. Mas a escola traz consigo o poder de transformar as adversidades em força, e seus componentes conseguem transmitir isso na Avenida. Fará um desfile arrebatador, que emocionará e contagiará aos espectadores. É uma das três mais fortes candidatas ao título no jogo.

Roberto El Marttini 2 – Neste ano, Saturno rege, e ele pede um perfeccionismo, muita destreza, e borboleta e águia são os animais de poder que representam essa perfeição. A Beija-Flor tem a borboleta. Vai fazer um carnaval muito diferente dos outros, bem melhor que nos carnavais anteriores, vai surpreender. Tem no desfecho do jogo harmonia, felicidade familiar, poder criativo usado para o bem.

Rosana Castela – Vai surpreender. Tem um conjunto harmônico, as coisas estão coesas. Isso vai surpreender as pessoas. Pode ser que sofra algum abalo na hora do desfile. Mas é uma candidata. Não por ser a Beija-Flor, mas pelo nível de organização, pelo que está sendo feito lá dentro. Podemos dizer que é candidata ao campeonato.

Sibyla Rudana – Tem O Mago, o Fazedor, o que faz e acontece. Hoje, a vibe da Beija-Flor é de campeã. Muita energia trabalhando. Muito difícil perder. Hoje, pelo jogo, a favorita é a Beija-Flor. Tem muito apoio espiritual.

Esmeralda de Gaya – É um desfile para cumprir requisitos, mas sem grandes marcas. Briga pelo Sábado das Campeãs.

Roberto El Marttini 2 – Vive um inferno astral. Precisa de uma harmonia de inter-relacionamento e, mais do que o quesito, precisa expandir o núcleo de amizades. Existe uma influência energética negativa, que pode mais uma vez tirar essa escola do Desfile das Campeãs. Acho difícil voltar.

Rosana Castela – Existe uma falta de concordância dentro da Imperatriz. Por algum motivo, pessoas se metem em assuntos que não devem se meter. Uma parceria foi quebrada e quebrou o equilíbrio emocional da escola.

Sibyla Rudana – Jogo fala de uma desistência. Tem alguém saindo fora. Ou tem alguém que não tá muito localizado no assunto. Carta fala de morte. Não é necessariamente morte, não. É alguém que sai fora. Mas a síntese do jogo é a Torre, que simboliza “não sei o que faço, não sei o que quero”. Mas há a imagem de uma criança pedindo colo. Tem uma crise interna. Vai me surpreender se no meio desse caos a Imperatriz voltar no Sábado.

Esmeralda de Gaya – É um desfile sem grandes marcas. Não cai.

Roberto El Marttini – Não fará este ano um carnaval pra ser campeã, mas se mantém no Grupo Especial. Tá precisando de força, tá vivendo dificuldades grandes. Não é um caminho fácil pra ela. É importante não ficar se lamentando, e se reerguer.

Rosana Castela – Caminhos abertos. Vem abençoada pela espiritualidade. Está com caminho de sorte. Tá redonda a escola. Há perigo de uma traição externa. Um julgamento pode não ser o correto. A Ilha vem bem.

Sibyla Rudana – Enguiços muito grandes no meio do caminho. Tem empenho, compromisso de chegar lá, mas tem que ter muito cuidado com fogo. Muito fogo pro meu gosto. Muito cuidado com a manutenção das coisas. Aconselho que busque apoio nas energias que acreditam, pra que possam melhorar essa tendência. Ainda mostra que a escola tem sorte, mas tem coisa a consertar e está precisando de ajuda.  Diria que não cai.

Roberto El Marttini – Dá pra ver que é uma escola movida à paixão. Não pode pensar em desistir, pois está alcançando êxito aos poucos, tem sorte, vejo reconhecimento. Não creio que fique entre as seis, mas não cai.

Rosana Castela – Vai ter algumas alegrias nesse carnaval. Vai chegar mais longe do que espera. Na verdade, não imaginam onde vão chegar. Vai ser prejudicada, vai ter alguns embaraços e dificuldades. Vai causar prejuízo ético. Não cai.

Sibyla Rudana – Época de virada. Mudança favorável. Tem no centro do jogo uma aliança boa. O brilho de uma pessoa, que colhe os frutos de um grande sucesso. A São Clemente não vai ficar mal, não. Embora o 7 de Paus diga que tem uma posição acirrada, dependendo de décimos pra chegar numa posição melhor.

Roberto El Marttini – O ano de 2018 Saturno está na regência. Já falei da exigência pelo perfeccionismo neste ano, e isso favorece a Vila Isabel e a Beija-Flor. A Vila tem a carta da águia, a grande visionária. Vai despertar paixões no desfile, mas é importante controlar as emoções.

Rosana Castela – Caminho próspero. De vitórias. De boa sorte. Trabalho bem sério. Trabalhando no passinho dela. Pode plenamente ter vitória. Tudo tá muito positivo. Muito favorável. Não tá passando por problema financeiro, ou de direção. Tá trabalhando em silêncio, mas trabalhando bem.

Sibyla Rudana – Se não ganhar, tá entre as seis. Favorecimento muito grande. Tem o sol no centro do jogo. Mas tem alguma coisa relacionada a atropelo de última hora. Não é acidente. Mas atrapalha. Pinta com força muito grande. Muito interessante o jogo dela. Volta entre as seis com certeza.

Roberto El Marttini – Vai se recuperar. Tem inimigos ocultos querendo criar situações pra desestabilizar. Se tiver autoconfiança fortalecida, vencerá isso. Briga pelo Sábado das Campeãs.

Rosana Castela – Tem bons caminhos. A escola vai sofrer algum tipo de injustiça. É uma escola que apesar de ter um bom caminho de condições de chegar lá, não está entre as que podem voltar. Mas poderia estar muito melhor. Alguém precisa rever os conceitos. Às vezes, dar um passo atrás é uma questão de inteligência.

Sibyla Rudana – É uma volta dela aos grandes espetáculos. Centro do jogo tem uma parceria boa, que chama a atenção das pessoas positivamente. Corta essa sociedade o Dois de Ouros, que sugere ralar mais um pouco. Que volte a ter mais criatividade. Fala sobre um desequilíbrio financeiro, falta de grana. No caminho, porém, tem a carta do carro, falando que a pessoa tem que dominar situações e harmonizar, mas tem no jogo uma vitória. O desfile vai ter destaque.

Roberto El Marttini – Tem um samba de forte vibração. Saturno exige, além de perfeccionismo, muita criatividade, e a Tuiuti terá boa criatividade. O jogo diz que só não terá êxito se não quiser, fala pra não ter medo de recomeçar do zero e terá proteção pra isso.

Rosana Castela – Vem passando por algumas dificuldades. Tendência a não sobreviver a este Carnaval no Grupo Especial.

Sibyla Rudana – Risco de ter problema. Não é legal quando tem no centro do jogo uma carta de finalização, que é a morte. Vai estar bonita. Mostra um enguiço, um problema. Tem dois cortes no jogo da Tuiuti, não gostaria que tivesse. Mostra no desfecho do jogo uma certa melancolia, tristeza, incapacidade de resolução de problemas, dificuldades.

Roberto El Marttini – Tem empolgação, esperança, mas entra com fatores negativos. Pode não cair, mas é difícil. Dá pra ver que é uma escola que tem muito amor envolvido ali dentro. O jogo fala de persistir no sonho e que a ferida, por mais dolorosa que seja, se cura. E o desfecho diz que justiça não se discute, luta-se por ela.

Rosana Castela – Tem tudo pra ter boas vitórias. Vai acontecer uma traição ou já está acontecendo um racha. Por questões de opinião, de forma de conduzir as coisas. Alguém está querendo arrumar a casa, mas há quem não queira mexer, o que leva a um racha. É como se a escola se dividisse em dois segmentos. Momento de crise no Império. Pode até não cair, mas não será fácil.

Sibyla Rudana – Centro do jogo é o sol. Chama atenção. Recomeça uma jornada de ascensão. Espero que não caia, porque tem um grande desafio interno pra resolver. Não é externo. Um peso, uma perturbação… Mas o Império vai à luta, e consegue chamar atenção.

Nota importante: A cartomante Esmeralda de Gaya não detalhou os desfiles e o resultado das escolas que, no jogo dela, ficarão de fora do Sábado das Campeãs. Por isso, algumas agremiações estão sem as considerações da vidente.

*Baralho Cigano e Quiromancia (leitura de mão) => Esmeralda de Gaya: (22) 97403-4807

*Oráculo Xamã e Baralho Cigano => Roberto El Marttini: (21) 2722-1863 / (21) 98728-6186

*Búzios e Baralho da Padilha => Rosana Castela: (21) 97044-6839 / (21) 4141-8797

*Baralho Cigano, Baralho da Padilha e Pêndulo => Sibyla Rudana: (21) 97530-7799 / (21) 3624-7555

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Por Redação

Sucesso em 2009 na tela da Rede Globo, a novela “Caminho das Índias” vai fazer uma ponta no carnaval da Mocidade sobre a cultura indiana.

A novela ‘Caminho das Índias’ foi exibida pela Globo em 2009, e terá destaque no carnaval da Mocidade, que homenageia a Índia este ano | Foto: Divulgação/TV Globo

A última alegoria do desfile “Namastê: a estrela que habita em mim saúda a que existe em você” terá como componentes atores que fizeram parte da trama de Glória Perez. O primeiro escalado para o elenco da atual campeã da festa foi o ator Márcia Garcia, que interpretou Bahuan no folhetim, formando com Maya (Juliana Paes) e Raj (Rodrigo Lombardi) o principal triângulo amoroso da história.

Vice-presidente da Mocidade, Rodrigo Pacheco já começou a escalar o elenco para o desfile da escola. Márcio Garcia foi o primeiro a topar | Foto: Arquivo pessoal

– A família do Márcio é torcedora da Mocidade, e ele ficou feliz com o convite. Depois que voltar de viagem, vai participar de um ensaio na quadra e ainda vai convidar outras pessoas que fizeram a novela pra participar do desfile – adianta Rodrigo Pacheco, vice-presidente da verde e branco de Padre Miguel, responsável por convidar o ator e apresentador.

A Sapucaí pode ser palco do “reencontro” de Maya e Bahuan este ano, já que Juliana Paes estará na pista de desfiles no mesmo dia em que Marcio Garcia. É que a Grande Rio, escola que tem a atriz como rainha de bateria, entrará no Sambódromo um pouco antes da Mocidade, no Domingo de Carnaval. Are baba!

Márcia Garcia vai relembrar os tempos de Bahuan no desfile da atual campeã do Carnaval. Juliana Paes, atriz que viveu Maya na novela, vai desfilar no mesmo dia, pela Grande Rio | Foto: Rede Globo

Por Luiz Felippe Reis

Na noite desta quarta-feira, 3, já sem o calor dos ensaios técnicos tradicionais do mês de janeiro, a Sapucaí recebeu uma chuva de verão anunciando tempo aberto para as 13 baterias do Grupo Especial. O Sambódromo serviu de palco para ritmistas e outros segmentos acertarem os últimos detalhes para o “Encontro do Samba”, evento realizado pela prefeitura do Rio no próximo sábado, 6, na orla de Copacabana, maior cartão-postal da Cidade Maravilhosa.

Casais de mestre-sala e porta-bandeira também participaram do treino na Avenida – Foto: Irapuã Jeferson

Cerca de 70 ritmistas, passistas e primeiros e segundos casais de cada escola estiveram na Avenida, todos eles sem plateia – que pena -, mas mantendo a batida, o samba no pé e o bailado em dia. Mesmo não cumprindo a função técnica dos ensaios da Sapucaí, o “Encontro do Samba” tá ganhando ares de um substituto à altura pros mais saudosos dos treinos gratuitos. Os mestres de bateria, por exemplo, tão se amarrando na ideia.

– Vai parecer um ensaio técnico, a ideia foi legal – disse Nilo Sérgio, líder da “Tabajara do Samba”, a bateria portelense.

Essa história de lembrar um pouco dos ensaios técnicos, que por 15 anos e até 2017 movimentaram o verão carioca, também cativa os mestres Chuvisco, da Vila, Rodney, da Beija-Flor, e Rodrigo Explosão da Mangueira:

– A gente vai fazer um dia de alegria em Copacabana. Lá vai ser um evento pro povo, como era o ensaio técnico. Vamos com tudo, vai ser uma grande festa – disseram.

Baterias ensaiaram para o “Encontro do Samba”, super evento marcado para o próximo sábado, dia 6 – Fotos: Irapuã Jeferson

Na mesma vibe, tá o mestre da Unidos da Tijuca, Casagrande, que pretende trabalhar um pouco mais em cima do andamento da bateria pro dia do evento. É que na orla os ritmistas vão acompanhar sambas gravados num ritmo bem mais cadenciado que o normal.

– Iniciativa muito boa. Você juntar 840 ritmistas tocando sambas antológicos, a ideia é fora de série. É um momento difícil pra todas as escolas. Os ritmistas hoje em dia não estão acostumados a tocar nesse andamento. Tem muita coisa pra acertar ainda – adiantou o comandante da “Pura Cadência”.

Mestre Dudu, campeão pela Mocidade em 2017, aproveita a valorização aos ritmistas que o evento vai gerar pra puxar sardinha pra classe que forma o coração das escolas de samba.

– É histórico. Esse evento é pra mostrar a força da bateria. Ninguém quer brigar, mas tem que ver a gente com bons olhos. Os ritmistas, a gente costuma dizer, são os primeiros a chegar na quadra e os últimos a sair – disse.

Escolas de samba voltaram ao palco do samba nesta quarta-feira, 3 – Fotos: Irapuã Jeferson

Vítor Art, parceiro de Explosão na bateria mangueirense, e Ricardinho, da Tuiuti, valorizam o projeto do “Encontro do Samba” mais pela pegada da união dos ritmistas e das baterias

– Teve uma reunião antes, a galera tá mais junta, a gente trocou ideias, é bacana isso de ter novas ideias juntos. Vai ser uma diversão, e o Carnaval é isso – opinou Vítor.

– Favorece a união das baterias – completou o líder da “Super Som”.

A partir das 19h, no próximo sábado, 6, o “Encontro do Samba” vai reunir a maior bateria já vista no mundo, com mais de 1.000 ritmistas das 13 escolas de samba do Grupo Especial. Uma parte vai sair do Leme (Avenida Princesa Isabel) e outra da altura da rua Figueiredo Magalhães, para um encontro marcado no meio da orla de Copa. Ao final do desfile pela Avenida Atlântica, os sambistas se juntarão à Orquestra Petrobras Sinfônica para um show no palco montado em frente ao Copacabana Palace. Vão participar ainda do evento cantores ligados ao ritmo, como Martinho da Vila, Alcione, Diogo Nogueira e o novo fenômeno da música pop, a cantora Iza.

A divisão será feita por dois grupos para que todas as 13 baterias se encontrem no meio da orla, no mesmo palco onde foi realizado o Réveillon carioca. Império Serrano, Paraíso do Tuiuti, Vila Isabel, União da Ilha, Grande Rio, Mangueira e Mocidade formam um grupo; e o outro vem com os ritmistas, passistas e casais de Unidos da Tijuca, São Clemente, Imperatriz Leopoldinense, Beija-Flor, Salgueiro e Portela

Por Redação

Esperança de grande desafogo, diante do corte de verbas públicas – em 50% – ao Carnaval imposto pelo prefeito do Rio Marcelo Crivella, o Ministério da Cultura decidiu cancelar o repasse no valor de R$ 8 milhões – R$ 1 milhão pela Lei Rouanet e R$ 7 milhões através da Caixa – às escolas de samba do Grupo Especial, jogando um balde de água fria nas pretensões mais animadas de dirigentes e torcedores.

O departamento do Governo Federal, do presidente da República Michel Temer, alegou que exigências não foram cumpridas pela Liesa. Em nota, o MinC esclareceu a reviravolta:

– Infelizmente a Liga das Escolas de Samba não atendeu as exigências da Caixa e do MinC, que são as mesmas feitas a todos os projetos culturais patrocinados via Lei Rouanet – destacou o texto, que ainda responsabiliza a Liesa pela impossibilidade do repasse: ‘A responsabilidade é da Liga das Escolas de Samba’.

Presidente da Liesa, Jorge Castanheira reagiu às alegações do Ministério da Cultura e lamentou a negativa do governo brasileiro.

– A nossa preocupação é muito grande com relação a isso. Nós fizemos tudo o que foi pedido, e aí vem essa informação contrariando tudo o que tinha sido combinado lá atrás. Não sei se tem esperança ainda, não posso dizer – lamentou.

Decisão do Ministério da Cultura tirou R$ 8 milhões do Carnaval – Foto: Irapuã Jeferson

Entenda a história:

Em junho deste ano, o prefeito Marcelo Crivella anunciou um corte de 50% da subvenção direcionada às escolas de samba. A decisão gerou desdobramentos: a primeira delas foi executada pela Liesa, que chegou a suspender os desfiles da Sapucaí do Grupo Especial.

Com a fogueira acesa, sambistas chegaram a sair às ruas para se manifestar contra a redução de verba. A partir daí, o prefeito recebeu os dirigentes e não arredou o pé, mantendo o valor de R$ 1 milhão para cada escola do Especial. Poucos dias depois, os presidentes das agremiações finalizaram as negociações e ficou estabelecido que o contrato dos anos anteriores seria mantido, só com a alteração, evidentemente, das datas e dos valores.

Outro acordo era de que o pagamento da subvenção seria feito em cinco parcelas. Quatro delas de R$ 225 mil e uma última de R$ 100 mil, com o primeiro pagamento previsto para o mês de julho. Houve atrasos e até agora, meados de dezembro, apenas a metade do valor foi quitado.

Cúpula de dirigentes do Carnaval foi a Brasília e saiu de lá com promessa de apoio financeiro do Governo Federal, que não aceitou o projeto elaborado pelas escolas de samba – Foto: Divulgação

Uma luz no fim do túnel surgiu com o apoio do Governo Federal, encabeçado pelo ministro da Cultura Sérgio Sá Leitão, que encampou a luta das escolas e prometeu repôr a verba perdida. Os dirigentes foram a Brasília e voltaram pra casa com a promessa dos R$ 13 milhões – R$ 1 milhão pra cada. Sem previsão de quando a grana iria chegar, sobrava como alento a promessa de R$ 8 milhões através da Caixa Econômica, o que se perdeu nesta semana.

Por Luiz Felippe Reis

Sabe aquele jogador de futebol que parece predestinado a fazer os gols decisivos que garantem o campeonato? No Carnaval, esse “matador” é o Tinga. Ô cantor pra gostar de decidir nas finais de samba-enredo. Só nos concursos do Grupo Especial deste ano, ele ganhou em sete escolas – Portela, Mangueira, Beija-Flor, Imperatriz, União da Ilha, Vila Isabel e Império Serrano.

Tem Tinga pra todas! Cantor da Tijuca participou de oito finais de samba e venceu sete – Fotos: Felipe Araújo

E se o aproveitamento já parece dos melhores, imagine considerando as variáveis que impediram o cantor tijucano de participar de outras finais. A Tuiuti não fez disputa e optou por encomendar um samba-enredo, a São Clemente não permitiu que cantores do Especial participassem da competição, na Mocidade o intérprete não foi convocado por qualquer parceria e na Tijuca ele não participa do concurso por ser da casa. O resultado é: de nove disputas, Tinga venceu em sete, próximo a 80% de vitórias. No Salgueiro, uma das duas em que perdeu, chegou na final e ficou pertinho de outro triunfo.

Cheio de moral com as parcerias de todas as áreas do Rio, Tinga faz a linha da modéstia nada à parte e prefere dar mais mérito ao talento dos compositores.

– Eles depositam total confiança em mim. Às vezes, tô com uma parceria num lugar, na outra escola já tô contra aquela parceria… A gente brinca muito com isso. Eu fico feliz em fazer. E isso já vem de longa data, as parcerias não trocam muito, e eu trabalho com os melhores compositores do Rio, então fica um pouco mais fácil pra mim. São os melhores sambas. Nem sempre a gente ganha, mas sempre a gente tá final – disse o cantor que ‘Solta o bicho’.

Tinga já tá ligado no valor que tem pras parcerias.

– Agora vou cobrar caro. Mentira, tô brincando – encerrou, com o costumeiro bom humor.

Destaque no Carnaval da Unidos da Tijuca em 2017, Tinga vai para o quinto desfile consecutivo na escola do Pavão. O cantor é tricampeão da festa: venceu duas vezes na Vila Isabel (2006 e 2013) e uma na Tijuca (2014)

Por Redação

Dona dos direitos de transmissão dos desfiles das escolas de samba, a TV Globo desistiu de gravar os anuais clipes com casais, passistas, rainhas, bateria e intérpretes das agremiações, apresentando os sambas-enredo do Grupo Especial versão 2018.  No lugar, o canal carioca apostará num novo formato.

Agora, os vídeos de cerca de um minuto terão as trilhas sonoras oficiais do próximo Carnaval e, em vez da festa dos segmentos, uma edição de imagens do desfile de 2017.

A TV se justificou através da assessoria dizendo se tratar da valorização do samba-enredo como protagonista. Os vídeos devem ser exibidos a partir de janeiro se estendendo até dias antes da festa na Sapucaí que começa no dia 9 de fevereiro.

 

Por -

Por Marcelo Barros

Não rola um Carnaval sem a clássica discussão em relação ao cobiçado posto de rainha de bateria das maiores escolas de samba: celebridade ou representante da comunidade?

Os argumentos são fartos e, prós e contras computados, cada um faz sua escolha como acha que deve. Fato é que nem uma famosa obrigatoriamente pode ser considerada desgarrada da história de uma agremiação, tampouco uma até então anônima vai se valer desta condição pra entregar a garra e o charme necessários a uma função que, se não vale nota, é sempre “quesito” aguardado pelo público, via de regra a razão de ser de qualquer espetáculo artístico.

Ibope alto! A apresentadora Sabrina Sato, da Vila Isabel, é a rainha de bateria com o maior número de fãs no Instagram I Foto: Fernando Maia/Riotur

Um termômetro interessante é o frisson que essas beldades despertam nas pessoas no mundo do samba e no mundo virtual. O quanto de gente pode uma rainha alavancar para um desfile, um evento, uma atividade organizada pela entidade carnavalesca? Isso, com o indispensável auxílio da internet, é possível ser medido em números.

O Instagram, por exemplo, evidencia bem o assunto. Não tem como ser ignorada a influência nem o engajamento que pode acarretar um bom post divulgador no meio digital. Dito isso, o ranqueamento das mais seguidas rainhas de bateria do Grupo Especial vira uma curiosidade boa de matar. A medir pelo índice de plateia virtual, quem pode ser mais útil, angariar mais torcedores, desfilantes, consumidores de produtos, compradores de ingressos de shows para as escolas de samba?

Eis as 13 beldades da divisão principal e seus milhões de seguidores!

1 – Sabrina Sato (@sabrinasato) – Unidos de Vila Isabel. Fãs: 11.500.000

2 – Juliana Paes (@julianapaes) – Grande Rio. Fãs: 11.400.000

3 – Gracyanne Barbosa (@graoficial) – União da Ilha. Fãs: 5.600.000

Campeãs de audiência! Sabrina (Vila Isabel), Juliana (Grande Rio) e Gracyanne (União da Ilha) fazem o maior sucesso na rede I Imagens: Reprodução/Instagram

4 – Viviane Araújo(@araujovivianne) – Salgueiro. Fãs: 4.800.000

5 – Juliana Alves (@julianaalvesiam) – Unidos da Tijuca. Fãs: 1.300.000

6 – Evelyn Bastos (@evelynbastosoficial) – Mangueira. Fãs: 122.000

7 – Flávia Lyra (@lyraflavia) – Imperatriz Leopoldinense. Fãs: 103.000

8 – Raíssa de Oliveira (@raissadeoliveirarainha), – Beija-Flor. Fãs: 54.700

9 – Camila Silva (@iamcanilasilva) – Mocidade Independente. Fãs: 47.400

10 – Milena Nogueira (@milenanogueira) – Império Serrano. Fãs: 26.900

11 – Bianca Monteiro (@biancamonteirooficial) – Portela. Fãs: 14.300

12 – Raphaela Gomes (@raphaelagomes) – São Clemente. Fãs: 2.734

13 – Carol Marins (@pretadz) – Paraíso do Tuiuti. Fãs: 2.302

Presidente recusou oferta de R$ 300 mil pra manter filha rainha

Em setembro deste ano, a atriz Nathália Rodrigues usou as redes sociais pra fazer um desabafo contemporâneo. Ela revelou ter perdido um papel por ter poucos fãs virtuais.

Pelo menos no samba esse está longe de ser critério para eleger uma dona de coroa.

Se o ibope de Carol Marins na internet não é padrão Globo, na Tuiuti a moça é praticamente a dona da p***a toda! Pai dela e presidente da escola, Renato Thor já recusou uma oferta de R$ 300 mil pra manter a herdeira no posto, mostrando que preciosa ali é a ligação dela com a comunidade.

Carol Marins pode ainda não ser campeã de curtidas, mas faz o maior sucesso em casa I Foto: Reprodução/Instagram

– Não tem dinheiro no mundo que pague a felicidade da minha filha em estar à frente dos ritmistas da ‘Supersom’ (como é conhecida a bateria da Tuiuti). Recebi muitas propostas, sim, até de R$ 300 mil, mas recusei todas – revelou Thor ao Sambarazzo.

Seguidores e curtidas à parte, a verdade é uma só: independentemente da origem da rainha, quem acompanha as postagens delas percebe um ponto em comum, que é o amor pelo Carnaval. É essa a batida, além das baterias, que as move e torna o brilho de cada uma ainda mais intenso. Vale seguir todas elas no Instagram e curtir em forma de coração cada foto, história, pensamento… Só não vale “stalkear”!

*Montagem de capa: Fotos Ag. News/Divulgação/Reprodução Internet

Por -

Por Marcelo Barros

A dança das cadeiras do Carnaval não é novidade. Há tempos, é alvo de observação e até de crítica de apaixonados pelo samba. Um resultado ruim, uma nota diferente de 10, um campeonato perdido… Fatores que impulsionam os instintos mais primitivos de dirigentes e torcedores. E, assim, a mudança acontece.

Enredo em 1990, “E o Samba Sambou”, da São Clemente, tratava do assunto há quase 30 primaveras. Outros tantos entendem que a lei de mercado deve atuar, tornando salutar qualquer transferência – minha voz, minhas regras.

Bruno, Wantuir e Quinho estão entre os intérpretes mais famosos do Carnaval I Fotos: Estevam Avellar (TV Globo)/Eduardo Hollanda/Diego Mendes

O ano de 2018 apresenta três grandes cantores fora dos microfones do Grupo Especial. Trinta e cinco anos de Avenida e muita experiência não foram suficientes para manter o mítico Quinho na primeira divisão. Atualmente contratado pela Santa Cruz, da Série A, pretende futucar rumo ao acesso da escola à elite. E garante defender a proponente ao elenco principal da festa com todo orgulho e disposição.

– Por uma opção de vida, acabei alijado (afastado) há três anos. Claro que sinto muita saudade do Salgueiro, onde deixei a porta entreaberta, mas não me aguento de tanta felicidade por poder defender a bandeira da Santa Cruz. Tem tradição, montou uma verdadeira seleção brasileira, e tenho certeza que isso só pode dar em Grupo Especial já, já. Estou muito feliz – crava.

“Estou muito bem na foto”, assegura Quinho

Negando qualquer tipo de dificuldade financeira, o craque do futuca revela que continua fazendo shows pelo mesmo cachê e, Que máximo!, ressalta que as décadas de elite tornam irrelevante para um contratante a sua eventual ausência do show principal.

– Estou muito bem na foto, obrigado. Faço meus shows e os 35 anos de Especial me garantem uma ideia geral de que ainda estou lá. Saí por uma escolha de vida e tenho certeza que retornarei em breve. Provavelmente, com o acesso da Santa Cruz – torce.

Quinho fez história no samba com o grito de guerra “Arrepia, Salgueiro. Pimba, pimba. Ai, que lindo, que lindo!” | Foto: Irapuã Jeferson/Sambarazzo

“Estou adaptado aos paulistas”, frisa Bruno Ribas

Outro que conseguiu muita projeção nos últimos anos e estará de fora da maior festa novamente é Bruno Ribas. Com passagens importantes por Portela, Mocidade e Grande Rio, e títulos na Unidos da Tijuca, defenderá a Tom Maior no carnaval de São Paulo. A quem interessar, se declara satisfeito.

– Não tenho problema algum em ficar fora no Rio de Janeiro. Estou adaptado aos paulistas, pessoas boas, cumpridoras de compromissos. A Tom Maior me garante uma ótima vida como artista, salário em dia e estrutura para trabalhar – garante.

Outro alívio nas finanças é proveniente das disputas de samba-enredo. Pegou umas obras, defendeu e embolsou um qualquer bacana, dando ainda mais tranquilidade neste ano sem o “maior espetáculo da  Terra”.

Bruno Ribas sempre levanta as mãos pros céus e agradece pelas oportunidades: “Não tenho problema em ficar fora do Rio” I Foto: Divulgação

“É como se tivesse sido expulso de casa”, assume Wantuir, fora da Sapucaí

Uma outra visão tem o clássico Wantuir Oliveira. Marcante a partir de 1996, pela Unidos do Porto da Pedra,  puxa do currículo interpretações históricas, uma voz charmosa e potente e 30 chegadas na Praça da Apoteose na carcaça. Fechado inicialmente com a Vai Vai para o próximo desfile, acabou se desentendendo, e ficou de fora da festa, não conseguindo nem se incluir na rentável dança das escolhas de samba.

De qualquer forma, o autor do bordão “Adoro, adoro” permanece cantando em Uruguaiana (RS), Guaratinguetá (SP), Belém do Pará, mas sente que falta algo: bate aquela saudade do seu lar habitual, a carioca Marquês de Sapucaí. Fora isso, confessa um impacto grande no dia a dia, no fôlego financeiro.

– Claro que lamento muito estar fora do Grupo especial, depois de 30 anos. É como se tivesse sido expulso de casa. Ninguém é obrigado a me contratar, óbvio. Quero que me entendam como útil, como um bom profissional, não pelo meu nome ou por compaixão. Espero reverter logo este quadro e dar a volta por cima. As coisas não estão boas. Fechei com a Vai Vai e isso me fez recusar convites na Série A do Rio de Janeiro e nas disputas de samba. As portas não estão abertas neste momento, e torço pra essa maré passar logo – admite.

O cantor do bordão “Adoro, adoro” não vê a hora de voltar à elite I Foto: Irapuã Jeferson/Sambarazzo

Cabem 13 no desfile maior, salvo exceções de escolas que optam por time de cantores (Mangueira terá em 2018 a estreante dobradinha Ciganerey e Péricles), o que torna natural muitos talentos ficarem de fora. A torcida é para a estruturação dos outros grupos, novos palcos e abertura de mais e mais mercados que abriguem Brunos, Quinhos, Wantuirs e outras marcas e vozes privilegiadas da festa brasileira.

Por Luiz Felippe Reis

Foram 169 sambas-enredo concorrentes lutando pra virar hino nas escolas do Grupo Especial, mas apenas 13 ganharam tal honra, depois de muita disputa, rivalidade, emoção intensa e grana investida. Com tudo escolhido – após mais de três meses de eliminatórias -, o passo seguinte foi ajustar pra deixar impecáveis as trilhas sonoras no CD oficial de 2018.

Por sete dias, os segmentos das agremiações da elite tomaram a Cidade do Samba e gravaram o batuque das baterias, as vozes dos cantores e, como já é tradicional, o coro de fundo das comunidades. Algumas escolas convocaram a participação da sua galera pelo Facebook, outras, além disso, prepararam ônibus pra carregar essa multidão aos estúdios montados especialmente no complexo de barracões. O resultado disso foi algo infelizmente incomum: Cidade do Samba movimentada.

Diretor de carnaval da Beija-Flor, Laíla é o produtor do CD das escolas de samba do Grupo Especial e acaba sendo um conselheiro técnico nas gravações das coirmãs – Foto: Eduardo Hollanda

Iniciadas no dia 17 de outubro, com Tuiuti e Grande Rio, as sessões de gravação terminaram nesta segunda-feira, 24, com a Beija-Flor de Nilópolis. O processo, que é bem desgastante, chega a durar três ou quatro horas por escola, mas ninguém sai de lá até que esteja perfeito. O comando técnico é de Laíla, diretor de carnaval da Beija-Flor, mas que, na gravação do CD, veste a camisa de todas.

– Tenho uma honra muito grande por ter recebido essa oportunidade lá atrás. As escolas estão muito fechadas com relação a esse trabalho, os diretores estão atendendo cada vez mais. Sou um cara muito pé no chão, mas sei o quanto eu contribuí. Não sou de ficar humilhando, nem me achando melhor que ninguém. Trabalho sempre com o “nós” – comentou Laíla, que há 50 anos participa da produção do disco.

Vamos lembrar as apresentações na Cidade do Samba das treze escolas do Grupo Especial. Por ordem, Tuiuti, Grande Rio, São Clemente, União da Ilha, Império Serrano, Mangueira, Vila Isabel, Salgueiro, Portela, Unidos da Tijuca, Imperatriz, Mocidade e Beija-Flor.

 

Dia 17

Fotos: Maria Zilda e Henrique Matos

 

Fotos: Maria Zilda e Henrique Matos

 

Dia 18

Fotos: Maria Zilda e Henrique Matos

 

Fotos: Maria Zilda e Henrique Matos

 

Dia 19

Vídeo: Srzd

Foto: Vinícius Albudane

 

Fotos: Marcelo Moura/Mangueira

 

 

Dia 20

Fotos da Vila: Eduardo Hollanda

 

Fotos: Maria Zilda e Henrique Matos

 

Dia 21

Fotos: Maria Zilda e Henrique Matos

 

Fotos: Maria Zilda e Henrique Matos

 

Dia 22

Fotos: Maria Zilda e Henrique Matos

 

Fotos: Eduardo Hollanda

 

 

Dia 23

Fotos: Maria Zilda e Henrique Matos

Por Luiz Felippe Reis

Solo adubado pelos enredos, irrigado nas sinopses e finalmente nesta sexta-feira, 20, a tão esperada colheita de sambas-enredo para o Carnaval 2018 chegou ao fim. Após emocionantes, polêmicas e acirradas finais dos concursos das obras concorrentes em dezenas de quadras espalhadas pelos quatro cantos do Rio de Janeiro, todas as escolas do Grupo Especial e da Série A já sabem as trilhas sonoras oficiais que serão tocadas na Sapucaí em fevereiro do ano que vem.

Vamos conhecê-las!

Em sua volta à Portela, a professora Rosa Magalhães dá mais uma aula com “De repente de lá pra cá e dirrepente de cá pra lá”. Uma crítica atual que aborda intolerância e xenofobia dentro de uma história encantadora de judeus fugidos da Europa, com destino ao Nordeste do Brasil, que contribuíram na formação de Nova York.

Compositores: Samir Trindade, Elson Ramires, Neyzinho do Cavaco, Paulo Lopita 77, Beto Rocha, J. Salles e Girão

Intérpretes: Tinga, Marquinhos Art’Samba, Diego Nicolau e Zé Paulo

 

 

 

 

Atual campeão, o carnavalesco Alexandre Louzada aposta na mesma fórmula vitoriosa de 2017. Pra quem uniu Brasil e Marrocos num desfile vencedor, “Namastê… A estrela que habita em mim, saúda a que existe em você” forma um elo do nosso país com a exuberante Índia do gigantesco Mahatma Ghandi e de tanta riqueza cultural e religiosa.

Compositores: Altay Veloso, Paulo César Feital, Zé Glória, J. Giovanni, Denilson do Rozário, Carlinhos da Chácara, Alex Saraiça e M. Meiners

Intérpretes: Zé Paulo e Igor Vianna

 

 

 

 

Sob o comando artístico de Alex de Souza, o Salgueiro se reencontra com um tema afro. “Senhoras do ventre do mundo” exalta históricas mulheres negras, que, apesar de seus feitos, tinham de lidar com o preconceito em suas épocas. Embora não seja focado na crítica, o enredo deixa uma mensagem contra a intolerância. A vermelho e branco busca o campeonato que não vem há nove anos.

Compositores: Xande de Pilares, Demá Chagas, Dudu Botelho, Renato Galante, Jassa, Leonardo Gallo, Betinho de Pilares, Vanderley Sena, Ralfe Ribeiro e W Corrêa

Intérpretes: Xande de Pilares, Leozinho Nunes e Luizinho Andanças

 

 

 

 

 

O carnavalesco Leandro Vieira meteu o dedo na ferida. “Com dinheiro ou sem dinheiro, eu brinco” critica os destinos escolhidos pelo Carnaval e desbrava os porquês do evidente distanciamento popular das escolas. Reflexão imediata a partir do corte de verba da prefeitura de Marcelo Crivella, que não será poupado no desfile.

Compositores: Lequinho, Júnior Fionda, Alemão do Cavaco, Gabriel Machado, Wagner Santos, Gabriel Martins e Igor Leal.

Intérpretes: Tinga

 

 

 

 

O renomado casal de carnavalescos Renato e Márcia Lage e a Grande Rio brindam com alegria a Sapucaí no Domingo de Carnaval. “Vai para o trono ou não vai?” homenageia José Abelardo Barbosa, o gigante Chacrinha, um dos maiores comunicadores da história da televisão brasileira e figura emblemática da cultura nacional.

Compositores: Edispuma, Licinho JR., JL Escafura, Marcelinho Santos, Gylnei Bueno e Hélio Oliveira

Intérpretes: Ito Melodia e Leozinho Nunes

 

 

 

“Monstro é aquele que não sabe amar. Os filhos abandonados da pátria que os pariu” é o enredo que vai fazer a Beija-Flor não se esconder da reflexão ante o dramático cenário de desigualdades, injustiças e amarguras sociais que emolduram a história brasileira. Um tema atual e disposto a lançar críticas sociais abrangentes, partindo da inspiração da história bicentenária de “Frankenstein”.

Compositores: Di Menor BF, Kiraizinho, Diego Oliveira, Bakaninha Beija Flor, JJ Santos, Julio Assis e Diogo Rosa.

Intérpretes: Tinga, Nino do Milênio e Bakaninha

 

 

 

 

Pela Imperatriz, Cahê Rodrigues faz “Uma noite real no Museu Nacional”, contando a história de 200 anos do espaço cultural, artístico e científico do Rio de Janeiro. O palácio serviu de casa para a família real, o que deve devolver à Imperatriz a cara suntuosa da década de 1990, quando a escola levou quatro campeonatos.O título não vai pra Ramos, bairro de origem da verde e branco, desde 2001.

Compositores: Júlio Alves, Jorge Arthur, Maninho do Ponto, Marcio Pessi, Piu das Casinhas

Intérpretes: Tinga

 

 

 

O carnavalesco Severo Luzardo põe a mesa, a Sapucaí come com os olhos e a União da Ilha experimenta um enredo sobre culinária: “Brasil bom de boca”. A ideia é mostrar os hábitos alimentares do brasileiro, passando pela influência estrangeira em nossos pratos. Da mesa de jantar ao galpão do boteco, tem pra todos os gostos.

Compositores: Ginho, Marcelão da Ilha, Flavinho Queiroga, Júnior, Thiago Caldas, John Bahiense, André de Souza e Prof. Hugo

Intérpretes: Tinga e Tuninho Jr.

 

 

 

Jorge Silveira, carnavalesco estreante no Grupo Especial, leva pra Avenida “Academicamente popular”, sobre os 200 anos da escola de belas artes do Rio de Janeiro, a mais importante da América latina. A sacada do artista é levar as artes plásticas ao público, com uma linguagem popular, alegre, mas cheia de conteúdo histórico que o tema exige.

Compositores: Ricardo Góes, Flavinho Segal, Naldo, Serginho Machado, Fabiano Paiva, Gustavo Clarão e Igor Marinho

Intérprete: Bruno Ribas

 

 

 

Atual campeão pela Portela, Paulo Barros foi para a Vila Isabel e vai transportar todo mundo na Sapucaí pra tempos que ainda virão. “Corra que o futuro vem aí” promete esbanjar tecnologia e impactar com muitas imagens de leitura direta e objetiva. Pra onde vamos? Como será o amanhã? Perguntas que a Vila se propõe a responder em ritmo de samba em 2018.

Compositores: Júlio Alves, Pinguim, JP, Marcelo Valência e Deco Augusto

Intérprete: Tinga, Marquinho Art’samba, Pepê Niterói e Rodrigo Gauz

 

 

 

 Ator, diretor, escritor, autor, dramaturgo e tudo mais Miguel Falabella é o dono dos holofotes da Tijuca em 2018. Annik Salmon, Hélcio Paim e Marcus Paulo lançam “Um Coração Urbano: Miguel, o arcanjo das artes, saúda o povo e pede passagem”, que mostra vida e obra do artista, um dos grandes escritores nacionais de entretenimento do país.
Compositores: Mart’nália, Fadico, Totonho, Marcelinho Moreira e Dudu
Intérprete: Wander Pires

Na Tuiuti, Jack Vasconcelos propõe reflexão com “Meu Deus, Meu Deus. Está extinta a escravidão?”. Após 130 da Lei Áurea, os negros ainda vivem sob as amarras do racismo e da falta de igualdade das oportunidades -uma “bondade cruel”, como definiu o carnavalesco na sinopse. Uma leitura histórica, imersa numa crítica atualíssima.

Compositores:Cláudio Russo, Moacyr Luz, Jurandir, Zezé e Aníbal.

Intérprete: Nino do Milênio

Na estreia pelo Império Serrano, o carnavalesco Fábio Ricardo aposta na cultura milenar da China para manter a verde e branco nove vezes campeã da festa na elite. “O Império do samba na rota da China”. A ideia é mostrar, além da riqueza histórica dos chineses, que a escola da Serrinha e o país asiático têm mais coisas em comum do que se possa imaginar.

Compositores: Tico do Gato, Chupeta, Henrique Hoffman, Lucas Donato, Arlindinho, Andinho Samara, Victor Rangel, Jefferson Oliveira, Ronaldo Nunes e André do Posto 7.

Intérprete: Tinga

 

 

SÉRIE A

Eis a safra:

COMPOSITORES: Zé Glória, William Lima, Gugu Psi, Lico Monteiro, Lucas Neves, Matheus Gaúcho e Lucas Macedo.

 

COMPOSITORES: Alexandre Naval, Filipe Medrado, Luiz Sapatinho, Pelé, Thiago Sousa, Marcio de Deus e Diego Tavares.

 

COMPOSITORES: Claudio Russo, Xande de Pilares, W. Corrêa, Ribeirinho, Alan Santos, Toninho do Trayler, Carlinhos do Mercadinho, Cabeça do Ajax e Jefinho Rodrigues.

 

COMPOSITORES: Bira, Oscar Bessa, Duda S.G., Márcio Rangel, Alexandre Villela, Guilherme Andrade, Adelyr, Bruno Soares e Rafael Raçudo.

 

COMPOSITORES: Marcio André, Anderson Benson, Amaury Cardoso, Ronaldo Nunes, Flavinho Segal, Marquinhos do Armazém e JR Vidigal

 

COMPOSITORES: Samir Trindade, Marcio André, Elson ramires, Paulo Lopita 77 e Núia

 

COMPOSITORES: Gabriel Martins, Bello, Wagner Big, Junior Fionda, Marcio André Filho, Jairo e Gigi da Estiva

 

COMPOSITORES: Claudio Russo, Diego Nicolau e Moacyr Luz

 

COMPOSITORES: Claudio Russo e André Diniz

 

COMPOSITORES: Felipe Filósofo, Ademir Ribeiro, Sérgio Joca, Orlando Ambrósio, Macaco Branco, Mário da Vila Progresso, Pacote, Xandinho Nocera, Fabio Borges, Ivan Câmara e Bertolo

 

COMPOSITORES: Preguinho, Tatiane Abrantes e Claudio Mattos

 

COMPOSITORES: Samir Trindade, Telmo Augusto, Fernandão, Girão, Marco Moreno, Marcelão e Thiago Meiners

 

COMPOSITORES: Diego Nicolau, Dudu Senna, Richard Valença , Renan Diniz, Orlando Ambrósio, Rafael Tinguinha, Rafael Prates, André Kaballa, Marcio de Deus, Washington Motta e Ivan Câmara

O Carnaval 2018 começa em pouco mais de três meses. A festa começa no dia 9/2, na Sexta-feira de Carnaval, com os desfiles da Série A, que tem continuidade no Sábado de festa. Domingo e Segunda rolam os desfiles do Grupo Especial.

 

Por Luiz Felippe Reis e Kaio Sagaz

“A taça do mundo é nossa” é a canção-símbolo da conquista da Copa do Mundo de 1958 da seleção brasileira de futebol. Mas a Mocidade bem que poderia pegar emprestada a música pra festejar o que rolou na madrugada do último domingo, 15. Com seu “esquadrão de ouro, bom no samba e bom no couro”, a verde e branco conseguiu, depois de muita luta nos bastidores, o título do Carnaval 2017 em divisão com a Portela. A entrega do troféu foi em plena final no palco do “Maracanã do Samba”, a quadra da escola na Zona Oeste do Rio.

Vice-presidente da Mocidade, Rodrigo Pacheco confessou que a chegada do símbolo maior da conquista apenas em outubro foi intencional, tudo para combinar perfeitamente com o clima de festa da final de samba-enredo. Após três anos de administração da nova diretoria, o título chegou mais rápido do que o imaginado:

– Combinamos de maneira proposital, neste dia de festa, para que fosse realizada a entrega oficial do troféu de campeã do Carnaval 2017. A campeã voltou. Isso representa muito, simboliza o resultado que alcançamos. Sempre acreditei num resgate a médio e longo prazo e confesso que chegou antes do que eu planejava. Isso acordou o público, os segmentos e a comunidade. E podem esperar a Mocidade forte em 2018, brigando pelo título, porque nós vamos brigar.

A cúpula da Liesa – Liga Independente das Escolas de Samba, que rege os desfiles do Grupo Especial -, representada pelo presidente Jorge Castanheira e pelo diretor de carnaval da liga, Elmo José dos Santos, esteve no palco e entregou o troféu de campeã.

Lembre o caso

Mocidade perdeu título na Quarta-feira de Cinzas por falha de jurado

As revelações das justificativas dos jurados, no dia 20 de março, escancararam que a perda da vitória pela Mocidade por um décimo foi ocasionada por uma falha do julgador Valmir Aleixo do quesito Enredo, último item a ser lido na apuração da Quarta-feira de Cinzas.

Na justificativa, Valmir cobrou um destaque de chão, que não constava no Abre-alas, que é o roteiro oficial entregue aos jurados – constava apenas num roteiro prévio, que acabou sendo usado pelo julgador de forma errada. Se o avaliador não tivesse tirado o décimo, Mocidade e Portela teriam empatado, mas o título seria da verde e branco no desempate dentro do quesito Comissão de Frente.

No documento que o jurado tinha em mãos, Camila Silva, rainha de bateria, estava prevista pra desfilar como destaque à frente de um determinado carro alegórico. Ela mudou de posição, algo informado no abre-alas.

Torcedores da Mocidade fazem manifestação na porta da Liesa

Integrantes – cerca de 15 pessoas – da torcida organizada “Independentes Mocidade” se reuniram em frente à sede da Liesa (Liga Independente das Escolas de Samba) no dia 22 de março, no Centro do Rio, para reivindicar o primeiro lugar: – Queremos o título da Mocidade, foi um erro grosseiro, chegou a hora de moralizar o Carnaval – afirmou o presidente da torcida, Leonardo Novais.

Mocidade recorre à Liesa

Mocidade Independente de Padre Miguel convocou uma coletiva de imprensa, no dia 23 de março, para anunciar as medidas que pretendia tomar. A escola entrou com um recurso administrativo para requerer o título, em divisão com a Portela.

– A Mocidade cumpriu tudo que determina o regulamento e as datas para envio de erratas da Liesa. A Mocidade não pode ser prejudicada. A Mocidade quer o título do Grupo Especial – falou, na época, o diretor de carnaval Marquinho Marino.

7×1 na plenária

Em reunião entre as escolas de samba ficou definido que a Mocidade era mesmo campeã ao lado da Portela do Carnaval 2017, no dia 6 de abril. A votação foi bem expressiva. Dos treze dirigentes que votaram, seis (Mangueira, Vila Isabel, Grande Rio, São Clemente, União da Ilha e Tuiuti), além da própria escola, deram uma força para a verde e branco, apenas a Portela votou contra. Salgueiro, Beija-Flor, Imperatriz, Unidos da Tijuca e Império Serrano preferiram a abstenção.

Luís Cláudio Ribeiro, Rogério de Andrade, Rodrigo Pacheco, Marquinho Marino e Valéria Stelet na plenária da Liesa, logo após a vitória da Mocidade nos bastidores – Foto: Irapuã Jeferson

Aos 32 anos, Pacheco passou a integrar a direção da Mocidade Independente de Padre Miguel no início de 2014, como porta-voz da presidência, após a queda de Paulo Vianna, antigo presidente. No ano seguinte, venceu as eleições na chapa com Wandyr Trindade, o Vô Macumba, sendo eleito vice-presidente, com o apoio do patrono Rogério de Andrade.

Logo na primeira temporada, 2014, uma recuperação incrível no barracão fez possível um desfile digno, que deu o 9° lugar à Mocidade. No ano seguinte, a verde e branco investiu pesado no carnavalesco Paulo Barros, o artista mais bem pago da festa, e o 7° lugar frustrou os planos de voltar ao grupo que desfila no Sábado das Campeãs. Em 2016 mais um projeto grandioso não vingou, e a escola sofreu pelo 10° posto.

Em 2017, quando menos se falava das chances da Mocidade, a glória. Dois jejuns quebrados: 13 anos sem aparecer no Desfile das Campeãs e 20 anos sem gritar “É campeã”.

– O Carnaval como um todo tá num projeto de renovação, é necessário repaginar. Ainda tem muita coisa pra evoluir. É gratificante conquistar um campeonato com tão pouca idade, mas é trabalho, a gente precisa trabalhar pra continuar conquistando – encerrou Rodrigo.

Por Redação

A Mocidade fez uma das finais mais esperadas da temporada. Atual campeã do Carnaval e dona de um samba concorrente viral no período das eliminatórias, os holofotes estavam voltados para a verde e branco. Deu a lógica, a vitória pro time de Altay Veloso, Paulo César Feital, Zé Glória, J. Giovanni, Denilson do Rozário, Carlinhos da Chácara, Alex Saraiça e M. Meiners. Na decisão, eles bateram as parcerias lideradas por Diego Nicolau e Jefinho Rodrigues.

O carnavalesco Alexandre Louzada aposta na mesma fórmula vitoriosa de 2017. Pra quem uniu Brasil e Marrocos num desfile vencedor, “Namastê… A estrela que habita em mim, saúda a que existe em você” forma um elo do nosso país com a exuberante Índia, país asiático com ricas histórias culturais e religiosas.

A final de samba-enredo, que foi transmitida ao vivo pela página oficial do Sambarazzo e da própria Mocidade Independente de Padre Miguel, lotou a quadra na Zona Oeste e contou com presenças de alguns dirigentes do Carnaval brasileiro, como Chiquinho da Mangueira (presidente da Mangueira), Renato “Thor” (presidente da Tuiuti), Fernando Fernandes (vice-presidente da Vila Isabel), Luciana Santos (presidente da Tom Maior), Solange Cruz (presidente da Mocidade Alegre), Simone Drumond (diretora da Imperatriz e filha de Luiz Pacheco Drumond, presidente da escola), Jorge Castanheira (presidente da Liesa), que entregou o troféu de campeã do Carnaval 2017 à Mocidade.

Na reta final do evento, o vice-presidente Rodrigo Pacheco, direto do palco, falou à comunidade e prometeu busca pelo bicampeonato, o que não acontece na verde e branco desde 1991.

– A melhor safra do Carnaval carioca, a melhor safra dos últimos 10 anos. Temos três sambas que seriam escolhidos em qualquer escola. Vamos desperdiçar duas obras maravilhosas. A festa não acabou, está começando – discursou Rodrigo, que fez agradecimentos e falou ao público por cerca de oito minutos, antes de passar o microfone pras mãos de Wande Pires, o intérprete oficial.

Veja mais imagens da finalíssima – Fotos: Irapuã Jeferson

Confira a festa:

 

Por Redação

O sábado, 14, foi muito especial para a Mocidade Independente de Padre Miguel. A escolha de samba-enredo – venceu o time de Altay Veloso – da atual campeã do Carnaval marcou um passo importante para o próximo desfile, que terá enredo sobre a Índia. Além disso, a diretoria da verde e branco deu um presentão para a torcida da escola espalhada pelo Brasil e pelo Mundo, com uma transmissão ao vivo, em qualidade digital, direto do Facebook oficial da agremiação e também na página do Sambarazzo na rede social.

A parceria entre Mocidade e Sambarazzo fez um verdadeiro sucesso na internet. Se, no Face, a exibição da grande final atingiu centenas de milhares de pessoas por todo o planeta, no Twitter a hashtag #FinalMocidade ficou em segundo lugar nos assuntos mais comentados do Brasil, à frente, por exemplo, do programa “Altas Horas”, de Serginho Groisman, na TV Globo, e mais tarde do programa “Zero1”, apresentado por Tiago Leifert na mesma emissora. Bake Off Brasil – Mão Na Massa”, reality show gastronômico do SBT, também não foi páreo para o evento de samba.

 

O efeito já havia rolado em setembro, na final de samba-enredo da Grande Rio, que também fez uma parceria com o Sambarazzo para transmitir o evento em alta qualidade para todo o mundo. Na época, a hashtag #FinalGrandeRio ocupou o sexto lugar nos assuntos mais comentados do Brasil.

Transmissões ao vivo pelo Facebook viraram tendência

A escola pioneira nesse tipo de exibição ao vivo foi a Unidos do Viradouro, que já em agosto decidiu exportar Niterói pra todo os lugares, com a transmissão da final de samba-enredo pela página no Facebook da escola. O Sambarazzo deu prosseguimento e levou o projeto às escolas de samba do Grupo Especial. A primeira a topar e realizar foi a Grande Rio. A Unidos de Vila Isabel também acreditou na ideia, e no último sábado, 14, foi a vez da Mocidade ganhar as redes sociais.

Ligadas na nova onda, Portela, Mangueira e Unidos da Tijuca, cada a uma a seu modo e por conta própria, fizeram suas finais e também atingiram um grande público.

Beija-Flor já fechou com o Sambarazzo

Última escola de samba a definir um hino pro ano que vem, a Beija-Flor de Nilópolis já fechou com o Sambarazzo e a transmissão ao vivo será nos dois canais – a página no Facebook da azul e branco e também do nosso portal -, na próxima quinta-feira, 19.

#FinalMocidade conquistou o público

Quem acaba não podendo ir às quadras por distância ou qualquer eventualidade vê nas transmissões ao vivo em qualidade digital e em HD a grande oportunidade de se sentir dentro da quadra, acompanhando os sambas antológicos, o clima da bateria, o show dos casais, passistas, a disputa dos finalistas, a emoção pulsante do anúncio do samba até o frenesi pela festa da trilha sonora eleita.

Até aqui, as transmissões do Sambarazzo já conquistaram telespectadores de todo o Brasil e de países como Japão, Estados Unidos, Alemanha, Argentina, Irlanda, México, Austrália e França.

 

CONFIRA A FINAL DE SAMBA-ENREDO DA MOCIDADE!