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Portela

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Por Redação

Escola com mais títulos do Carnaval carioca, a Portela abrirá as portas no próximo domingo, 17, para receber os torcedores da Seleção Brasileira, a maior campeã mundial dos gramados.

A partir do meio-dia, o público está convidado para acompanhar por um telão a partida do Brasil contra a Suíça, a primeira do time na Copa do Mundo da Rússia.

Com entrada gratuita, o evento será realizado em parceria com a TV Globo e, além dos gritos de “Gol”, será embalado pela bateria “Tabajara do Samba” e pelo grupo de pagode Somente Hoje.

Neymar e sua turma vão poder ser vistos pelo público da quadra da Portela no domingo | Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Além da sede portelense, a TV Globo também vai exibir jogos da competição em 100 quiosques das praias do Leme, Copacabana, Ipanema, Leblon, Barra da Tijuca e Recreio. O projeto é uma parceria com a Orla Rio.

Serviço:
Transmissão do jogo Brasil x Suíça
Local: Quadra da Portela (Rua Clara Nunes 81, Madureira)
Data: 17 de junho (domingo)
Horário: meio-dia (abertura dos portões). Jogo: 15h
Classificação: Livre
Ingresso: De graça

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Por Redação

Aos poucos o Carnaval 2019 vai se desenhando com a divulgação dos enredos das escolas de samba. Na última sexta-feira, 25, a Mocidade Independente de Padre Miguel revelou que irá mostrar como o tempo está presente na vida do homem. Assim como ela, outras seis agremiações do Grupo Especial já lançaram o tema do ano que vem.

Listamos abaixo:

Mocidade – “Eu sou o tempo. Tempo é vida”, de Alexandre Louzada
Imperatriz Leopoldinense – “Me dá um dinheiro aí”, de Mário Monteiro e Kaká Monteiro
Paraíso do Tuiuti – “O salvador da pátria”, de Jack Vasconcelos
Viradouro – “Viraviradouro”, de Paulo Barros
Império Serrano – “O que é, o que é?”, de Paulo Menezes
Vila Isabel – “Em nome do Pai, do Filho e dos Santos, a Vila canta a Cidade de Pedro”, de Edson Pereira
Portela – “Na Madureira moderníssima, hei sempre de ouvir cantar uma Sabiá”, de Rosa Magalhães

Ainda faltam outras sete divulgarem (Mangueira, Unidos da Tijuca, Beija-Flor, São Clemente, Salgueiro, Grande Rio e União da Ilha).

Série A

Entre as agremiações do grupo de acesso, oito das 13 escolas já anunciaram o enredo de 2019. Na próxima terça-feira, 5, os dirigentes dessas escolas conhecerão o dia e a posição em que desfilarão. A Lierj (Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro) promove, na Cidade do Samba, o sorteio da ordem dos desfiles do grupo.

O primeiro dia de apresentações no Sambódromo contará com sete escolas na sexta-feira de Carnaval, 1º de março. A abertura será realizada pela atual campeã da Série B, a Unidos da Ponte, e com a Acadêmicos do Sossego, 13ª colocada na Série A em 2018, fechando inicialmente a data. Já no sábado, dia 2, quem abre é a Unidos de Bangu, que terminou o ano na 12ª posição, seguida por mais cinco coirmãs, que serão conhecidas através de sorteio.

Veja abaixo os enredos já divulgados da Série A:

Unidos da Ponte – “Oferendas”, de Rodrigo Marques e Guilherme Diniz
Acadêmicos do Sossego – “Não se meta com a minha fé. Acredito em quem quiser”, de Leandro Valente
Unidos de Bangu – “Do Ventre da Terra, raízes para o mundo”, de Edson Pereira e Alex de Oliveira
Rocinha – “Bananas para o preconceito”, de Júnior Pernambucano
Cubango – “Igbá Cubango – a alma das coisas e a arte dos milagres”, de Gabriel Haddad e Leonardo Bora
Porto da Pedra – “Antonio Pitanga, um negro em movimento”, de Jaime Cezário
Alegria da Zona Sul – “Saravá, Umbanda”, de Marcos Antonio Falleiros
Inocentes de Belford Roxo – “Com a boca na botija”, de Marcus Ferreira

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Por Redação

A greve dos caminhoneiros completou uma semana e alterou completamente a rotina de milhões de brasileiros, que sofreram, entre outras coisas, com a falta de combustíveis nos postos de gasolina e de insumos alimentícios nos supermercados. Por causa disso, algumas escolas de samba, sensíveis ao drama do país e também afetadas pelo movimento, cancelaram eventos que ocorreriam nos próximos dias.

A Viradouro, por exemplo, cancelou a oficina de percussão que ocorreria nesta segunda-feira, 28. A Escolinha de Ritmo deve retornar na semana que vem. A bateria da Grande Rio também suspendeu o ensaio desta terça-feira, 29.

A Porto da Pedra, que divulgaria a sinopse do enredo “Antonio Pitanga, um negro em movimento” nesta segunda-feira, anunciou por meio das redes sociais a suspensão do evento.

“Devido a crise no país, gerada pela falta de combustível, a entrega da sinopse do enredo da Unidos do Porto da Pedra para o carnaval 2019 foi cancelada. O presidente Fabio Montibelo pede desculpas a toda a comunidade, compositores e imprensa, e avisa que em breve, irá marcar uma nova data para o evento”, diz o comunicado.

Roda de samba cancelada

No último sábado, 26, a Portela cancelou a roda de samba do Candongueiro, que aconteceria na quadra, também por causa do protesto dos caminhoneiros. A azul e branco justificou que, além do difícil deslocamento dos músicos e convidados, a chegada de bebidas e alimentos pra venda no dia do evento foi prejudicada. Uma nova data será divulgada em breve.

*Foto de capa: Reprodução Internet

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Clara guerreira! A sambista gravou diversas músicas de compositores da Portela, sua escola de coração - Foto: Reprodução / Internet

Por Redação

A Portela resolveu surpreender e lançou de repente na noite desta quarta-feira, 23, o enredo para o Carnaval 2019. Sob o título “Na Madureira moderníssima, hei sempre de ouvir cantar uma Sabiá”, a escola vai homenagear no ano que vem a cantora Clara Nunes, uma das portelenses mais ilustres da história. O tema será desenvolvido pela carnavalesca Rosa Magalhães.

Os torcedores ficaram sabendo do tema através das redes sociais da azul e branco, que postou um vídeo com depoimento de diversos artistas falando sobre Clara. A gravação é narrada pela cantora Roberta Sá.

Clara Nunes morreu em 1983, tendo o corpo sido velado na quadra da Portela, em Madureira, na Zona Norte do Rio. A artista é considerada uma das maiores e melhores intérpretes do país. Suas músicas falam bastante sobre os ritmos e folclores do Brasil. Adepta da umbanda, Clara levou a cultura africana para suas canções e vestimentas.

*Foto de capa: Reprodução/Internet

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Por Redação

Uma gravação neste domingo, 20, sintetizou com perfeição os primeiros versos de “A Grande Família”, música de sucesso do cantor Dudu Nobre. É que ele se juntou com a irmã, a porta-bandeira da Portela Lucinha Nobre, e a mãe, dona Anita, pra participar do clipe da banda do filho de Lucinha, Yannick.

O garoto, conhecido no mundo dos rappers como Dioclin, tem 19 anos e forma com mais dois amigos (Paulo José, o Paulean, e Joshua, o Americano) a banda VLD: Vivência, Liberdade e Disposição.

Dudu com o sobrinho Yannick – Foto: Arquivo

– O clipe é show de bola, fico feliz de ver a continuidade da família na arte. Ele é criativo e talentoso, tô aqui pra dar o respaldo que ele precisar – avisa, orgulhoso, o tio Dudu Nobre.

A VLD já existe há um ano e lançou o primeiro trabalho, “Valadão MixTape”, no fim de 2017. O próximo lançamento será a música “Último ano pobre”.

– Eu superapoio. Fui uma adolescente que frequentou muito a cena do hip hop no Rio e fico orgulhosa de ver meu filho no palco tão ativo, bem diferente da timidez que ele tem no dia a dia. As letras dele são politizadas e me surpreendem por causa da pouca idade. Sempre que posso vou aos shows, fico na beira da plateia chorando emocionada – entrega Lucinha, no auge da corujice.

Lucinha confessou ser mãe coruja e torcer para o sucesso do filho na música – Foto: Arquivo pessoal
Dudu também elogiou o trabalho do sobrinho – Foto: Arquivo pessoal

*Fotos: Aryela Reis

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Pela segunda vez, Paulinho e Marisa estarão juntos no palco do Portelão - Foto: Ricardo Almeida/Divulgação

Por Redação

Recordista de títulos do Carnaval Carioca, a Portela está comemorando 95 anos de existência. O primeiro evento para marcar o aniversário será nesta quarta-feira, 11, às 20h, com missa de ação de graças e direito a bolo para os presentes.

Mas o ponto alto dos festejos será no próximo sábado, 14, às 20h, quando Paulinho da Viola e Marisa Monte vão estrelar “A Noite veste Azul”, evento criado pela escola em 2013 para reforçar os cofres da agremiação. Na primeira edição, Paulinho e Marisa dividiram o palco com a consagrada Velha Guarda da Portela. Desta vez, os dois artistas portelenses serão os protagonistas na noite, com repertório totalmente portelense.

Pela segunda vez, Paulinho e Marisa estarão juntos no palco do Portelão – Foto: Ricardo Almeida/Divulgação

A Velha Guarda e os ritmistas da agremiação participarão do espetáculo. Durante o evento, haverá o lançamento do mais novo projeto social da escola: Por Telas, a primeira oficina audiovisual já realizada em uma escola de samba. A curadoria do projeto é de Cecília Rabello, filha do autor de “Foi um rio que passou em minha vida”.

A quadra da Portela fica na Rua Clara Nunes, 81, em Madureira. O ingresso de pista custa a partir de R$ 50 (meia-entrada social). Há também o Ingresso Solidário, que dará 50% de desconto pra quem levar 1kg de alimento não perecível, podendo ser arroz, feijão ou uma lata de leite em pó. A diretoria ressalta que outros tipos de alimentos não serão aceitos. Na compra do Ingresso Solidário, a doação deve ser levada na hora do show. A venda já está acontecendo na quadra, das 8h às 17h, ou pelo https://compre.ingressorapido.com.br/event/6027/d/25057#!/tickets.

A quadra da escola lotou na primeira edição de “A Noite veste Azul”, em 2013 – Foto: Ricardo Almeida/Divulgação

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Por Redação

Uma troca de elogios nada carinhosos entre Wantuir, intérprete da Unidos da Tijuca, e Gilsinho, da Portela, dominou as redes sociais dos sambistas. Tudo começou quando o cantor da azul e amarelo do Borel postou um banner de um evento em que irá participar neste sábado, 7, convidando “alguns” intérpretes do carnaval. Um comentário na referida postagem pedia que Wantuir mandasse um abraço para Gilsinho. No mesmo instante, o artista respondeu:

“Não consigo olhar para este vulto sombrio sem alma”, escreveu Wantuir.

Wantuir criticou Gilsinho em comentário no Facebook – Foto: Arquivo

A confusão chegou até Gilsinho, que não deixou por menos e fez uma postagem com ironias e ofensas:

“Vulto sombrio sem alma… De longe é fácil… Queria ver falar de perto… Seria a decolagem de vários dentes…”, criticou o cantor da Portela.

Rivais desde 2016

A rixa entre os dois intérpretes não é de hoje. Wantuir e Gilsinho chegaram a dividir o carro de som da Portela no Carnaval de 2016. Entretanto, no dia do desfile da agremiação de Madureira, Wantuir, nitidamente irritado, reclamou que o som de seu microfone estava mais baixo. O clima nada harmonioso terminou dias depois, quando Wantuir foi demitido da escola.

Gilsinho, por sua vez, também atacou Wantuir – Foto: Arquivo

“Nunca pedi privilégios, pedi igualdade. Já fiz dez anos de coro do Dominguinhos do Estácio, mas há 20 sou puxador na Avenida. Tenho uma história”, declarou Wantuir, na época.

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Por Redação

É só terminar o Carnaval, e todas as escolas de samba querem saber: “Onde foi que eu errei?”. Com as justificativas dos jurados, divulgadas duas semanas e meia após a Quarta-feira de Cinzas, a planta é dada, e então as diretorias começam a se mexer pra modificar ou pelo menos apurar o desenvolvimento de cada quesito afetado no desfile que passou.

Para os donos das notas 40, os elogios e louros da perfeição até a próxima festa. Para os mal-aventurados na temporada, a corneta soa em tom de crítica, muitas vezes feroz e injusta.

De olho nas avaliações dos jurados da Liesa, a Liga Independente das Escolas de Samba, que é quem rege o Grupo Especial, o Sambarazzo quis saber quem está melhor em cada um dos quesito nos últimos cinco anos, de 2014 a 2018. E nesta quarta-feira, 28, começamos a terceira edição da série de apuração com a alma das agremiações, o Samba-Enredo, que ano após ano embasa o espetáculo visual e emoldura a história apresentada na Passarela.

Mangueira tem o melhor rendimento no Samba-Enredo nos últimos cinco anos – Foto: Gabriel Monteiro/Riotur

Pela primeira vez desde que levantamos os dados, a Portela não é a primeira colocada. O samba de 2018 deixou de seguir a tendência de gabaritar, enquanto a Mangueira persistiu implacável com uma sequência de 17 notas dez e tomou a ponta. De uma só vez, a verde e rosa se livrou das notas ruins de 2013, teve 40 pontos nesta temporada e contou com o deslize da águia pra virar a líder em Samba-Enredo, recuperando uma diferença que era de 0,8 (oito décimos).

Ciganerey e Péricles defenderam o samba da Mangueira na Sapucaí – Fotos: Irapuã Jeferson e Dhavid Normando/Riotur

Uma das fortalezas no caminho portelense, o Samba-Enredo da escola não gabaritou pela primeira vez em seis anos. As leves despontuações tiraram da águia a liderança no ranking, mas não a certeza de que o quesito segue como ponto alto da azul e branco na briga pelos campeonatos.

Firme no terceiro lugar vem o Salgueiro, que, apesar de ter perdido décimos importantes – até decisivos – no quesito nos últimos anos, tem boas notas no geral e observa a liderança de Mangueira e Portela não tão distante. O novo levantamento deu à Academia um saldo de positivo de 0,6 (seis décimos), graças a exclusão do ano de 2013 – o pior recente – e as duas notas dez de 2018.

Quarta colocada no ranking, a Imperatriz tem uma boa arrancada no item nos últimos quatro anos. “Axé Nkenda” (enredo de 2015), Zezé Di Camargo e Luciano (enredo de 2016), Xingu (2017) e Museu Nacional (2018) fizeram bem ao contexto sonoro da verde e branco.

Pela primeira vez entre as cinco primeiras aparece a Mocidade Independente de Padre Miguel. Já são sete notas dez seguidas, rendimento inferior só a da Mangueira nas duas temporadas mais atuais. Os sambões de 2017 e 2018 fizeram a verde e branco ultrapassar concorrentes como a Vila Isabel, a Beija-Flor e a Unidos da Tijuca. Eis a escola que mais cresceu no quesito de um ano pra cá. Também, pudera, levou até Estandarte de Ouro – prêmio do Jornal O Globo – no Carnaval que passou.

Vila Isabel, Beija-Flor, Tijuca, Grande Rio, União da Ilha e São Clemente, que completam o G-11 das escolas que se mantêm no Especial há pelo menos cinco anos, fecham o ranking.

Tuiuti, Império Serrano e Viradouro não são inspecionadas no ranking, porque não estiveram em todas as edições do Grupo Especial nas últimas cinco temporadas.

 

Levantamento do ano passado, considerando os carnavais de 2013 a 2017:

Série Ranking! Samba-Enredo: as melhores e piores nos últimos 5 anos

Levantamento do ano retrasado, considerando os carnavais de 2012 a 2016:

Série Ranking! As melhores e piores em Samba-Enredo nos últimos 5 anos

 

 

 

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Por Redação

Dois depois de dispensar o coreógrafo Sérgio Lobato, a Portela acelerou o passo e acertou com o experiente comandante de comissões de frente Carlinhos de Jesus, que não defendeu nenhuma escola na temporada que se encerrou. A última bandeira que o mestre da dança brasileira defendeu foi a União da Ilha, onde ganhou até o Estandarte de Ouro, prêmio do Jornal O Globo, de 2017.

– Estou muito feliz com o convite para fazer a comissão de frente da Portela. Era algo que faltava na minha vida, por isso acho que um ciclo se completa agora. A Portela sempre fez parte da minha vida de alguma forma. Primeiro, porque ela é madrinha da Em Cima da Hora, minha escola de origem. O Jerônimo (baluarte e ex-mestre-sala da Portela), por exemplo, é meu amigo de infância. Frequentávamos bailes e festas juntos. Numa dessas ocasiões, eu estava fazendo bagunça na Portelinha, bem garoto, e o Seu Natal me deu um safanãozinho na cabeça… São muitas lembranças de Portela! Sem falar no carinho muito grande que tenho por Tia Surica, Vilma Nascimento, Seu Monarco e tantas outras personalidades da escola – disse Carlinhos, que já venceu sete Estandartes de Ouro (um como passista pela Em Cima da Hora e os demais por comissões de frente).

O coreógrafo Carlinhos Jesus é o novo líder da comissão de frente portelense – Foto: Divulgação

O presidente portelense, Luís Carlos Magalhães, tá animado com a boa nova:

– O Carlinhos de Jesus é um profissional que dispensa apresentações. Todo mundo conhece o currículo dele dentro do carnaval e fora também. Estamos muito felizes com a chegada dele! Daremos todo o suporte para que ele consiga fazer um grande trabalho.
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Do júri neste ano, a comissão de frente portelense arranjou as notas: 9,9; 9,9; 9,9 e 9,8. O resultado foi o pior entre os quesitos da campeã de 2017.

9,9, 9,9, 9,9 e 9,8 foram as notas da comissão de frente da Portela em 2018, comandada por Sérgio Lobato – Foto: Gabriel Monteiro/Riotur

 

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Por Redação

Durou um ano só a passagem do coreógrafo Sérgio Lobato na Portela. O artista não integra mais o time da Águia de Madureira, que anunciou a mudança na tarde desta quarta-feira, 28. Contratado da São Clemente, o artista chegou ainda em 2017 na azul e branco, junto da carnavalesca Rosa Magalhães, mas acabou não tendo boas notas na maior campeã da festa.

Sérgio Lobato foi o coreógrafo da Portela no Carnaval 2018 – Fotos: Gabriel Monteiro/Riotur, Irapuã Jeferson e Divulgação

Do júri neste ano, Lobato arranjou as notas: 9,9; 9,9; 9,9 e 9,8. O resultado foi o pior entre os quesitos portelenses.

– Nossa parceria profissional chega ao fim agora, mas a amizade continuará para sempre. Desejamos todo o sucesso do mundo para você, Lobato! – disse o presidente Luís Carlos Magalhães.

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Por Redação

O atual prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, já declarou que não é ‘muito de samba’, mas o antecessor era muito chegado à festa das escolas de samba. Neste Sábado das Campeãs, o ex-comandante da Cidade Maravilhosa, Eduardo Paes, caiu no samba da Portela – escola de coração do político – à frente da bateria da águia e curtiu o desfile da quarta colocada desta temporada:

Fotos: Michele Iassanori

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Por Redação

Quarta colocada no Carnaval 2018, a Portela agiu rápido e já renovou com Rosa Magalhães. A assinatura do contrato rolou nesta sexta, 16.

A carnavalesca, que desfilou de refugiada na azul e branco, assinou o enredo “De Repente de Lá Pra Cá e Dirrepente de Cá Pra Lá…” e agradou os portelenses.

Ela é a primeira confirmada no elenco da escola para a temporada 2019.

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Por Redação

A carnavalesca Rosa Magalhães, da Portela, desfilou como refugiada no último carro da azul e branco. Ela fazia parte de um grupo de judeus holandeses que, expulsos do Brasil por colonos portugueses, iniciaram uma dura peregrinação até Nova Iorque, onde ficaram radicados.

Autora do enredo, Rosa manteve viva a tradição que vem construindo nos últimos anos e desfilou fantasiada e infiltrada entre outros componentes. Ela fez bonito: cruzou a Sapucaí cantando o samba e acenando para o público, do começo ao fim.

– O povo gostou – disse ao Sambarazzo sobre o desempenho da agremiação.

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Por Redação

Torcedor da Portela, Zeca Pagodinho deu o ar da graça na Sapucaí. Na pista de desfiles, ele fez o maior sucesso com o público das frisas e arquibancadas.

O sambista ficou sorrindo à toa com o carinho do povo, mas a alegria estava completa mesmo por saber que nesta Segunda-feira de Carnaval ele reuniria duas grandes paixões: a azul e branco de Madureira e sua inseparável cerveja gelada.

– O mais importante aqui é a Portela e o portelense. É muito bom o reconhecimento do público, mas eles são a estrela principal – declarou.

Sambista, Zeca Pagodinho desfilou na Portela – Foto: Michele Iassanori

A Portela se apresentou logo depois da Unidos da Tijuca, que abriu a noite no Sambódromo carioca.

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Por Kaio Sagaz

Com o público muito empolgado, a Portela saiu da Avenida aos gritos de bicampeã. As arquibancadas populares curtiram, e muito, o desfile da azul e branco.

Muito emocionada, a rainha de bateria Bianca Monteiro não conseguiu segurar as lágrimas. A moça foi ao público e fez uma apresentação especial.

– Eu sou portelense desde criança, fui da ala de passistas e hoje represento o coração da escola. Isso é carnaval. É um dia muito emocionante pra mim – frisou.

Rainha da Portela, Bianca Monteiro amou a exaltação popular no final do desfile – Foto: Michele Iassanori

Presidente da Portela, Luis Carlos Magalhães acredita que essa ânimo a mais do público foi consolidado com o ensaio que a escola fez no Sambódromo, no teste de som e luz.

– foi o que nós precisávamos para ter certeza que daria certo. O portelense gostou do samba e o barração estava lindo, o que deu muito orgulho para todos – contou.

 

Gilsinho saiu radiante do carro de som. Cantor oficial no título do ano passado, ele acredita que o mais importante foi ver o torcedor feliz e brincando.

– Foi maravilhoso o que aconteceu. Os componentes cantaram o tempo todo e o publico respondeu bem, vamos torcer para que os jurados tenham gostado também – disse.

A porta-bandeira Lucinha Nobre fez questão de exibir o seu bailado para os torcedores do setor 13.

Porta-bandeira Lucinha Nobre, da Portela, comemorou festa do povo nos setores populares – Foto: Michele Iassanori

– Esse carinho é fantástico. Esse contato entre a gente e a torcida tem sempre que existir. Muito obrigado aos portelenses – concluiu.

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Por Redação

Concisa nas palavras e gigante no talento, Rosa Magalhães tava feliz da vida com o final do desfile portelense. A escola levou pra Avenida uma história fantástica de judeus que fugiram da Europa, passaram pelo nordeste brasileiro e fundaram a cidade de Nova Iorque.

A carnavalesca festejou a boa recepção do público com o desfile da Águia de Madureira:

– Foi um ano muito difícil, mas o povo gostou – definiu a professora.

 

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Por Redação

Aplicativo de transporte dos mais populares do Rio de Janeiro, a Uber entrou com tudo neste Carnaval e tirou muita escola de samba do sufoco. Através da Lei Rouanet, foram repassados R$ 6,5 milhões – R$ 500 mil pra cada – às agremiações do Grupo Especial. Além de pomposa verba extra, o Ministério da Cultura autorizou um aporte a ser captado, também sob a lei de incentivo à cultura, com a iniciativa privada. As escolas correram atrás e conseguiram bons resultados, com destaque para Portela e Grande Rio, que foram as únicas a ultrapassar a marca de R$ 1 milhão.

O portal Setor 1, da Band, fez um levantamento dentro do sistema do MinC e chegou aos valores de patrocínios adquiridos pelas escolas de samba.

No ranking das agremiações que mais captaram, a Portela lidera com R$ 1,25 Milhão, seguida de perto pela Grande Rio, que conseguiu 1,1 milhão. Na sequência, a Vila Isabel foi a terceira a mais arrecadar com R$ 710 mil. Unidos da Tijuca, com R$ 530 mil, e Mocidade, com R$ 520 mil, completam a lista das escolas que foram além do patrocínio da Uber de R$ 500 mil.

Confira os apoiadores das escolas de samba:

Portela

Sagre Consultoria Empresarial (Uber)
R$ 500.000,00

Tractebel Energia
R$ 750.000,00

Mocidade

Alta Genetics do Brasil Ltda.
R$ 20.000,00

Sagre Consultoria Empresarial (Uber)
R$ 500.000,00

Salgueiro

Sagre Consultoria Empresarial (Uber)
R$ 500.000,00

Mangueira

Sagre Consultoria Empresarial (Uber)
R$ 500.000,00

Grande Rio

IREP – Sociedade de Ensino Superior, Médio e Fundamental Ltda.
R$ 534.000,00

Liderança Capitalização S.A.
R$ 70.000,00

Sagre Consultoria Empresarial (Uber)
R$ 500.000,00

Beija-Flor

Sagre Consultoria Empresarial (Uber)
R$ 500.000,00

Imperatriz

Sagre Consultoria Empresarial (Uber)
R$ 500.000,00

União da Ilha

Uber do Brasil Tecnologia Ltda.
R$ 500.000,00

Mauro Roberto da Cunha Siqueira
R$ 10,00

São Clemente

Uber do Brasil Tecnologia Ltda.
R$ 500.000,00

Vila Isabel

Uber do Brasil Tecnologia Ltda.
R$ 500.000,00

Takata-Petri S/A
R$ 210.000,00

Unidos da Tijuca

Uber do Brasil Tecnologia Ltda.
R$ 500.000,00

MWA Comércio de Produtos Alimentícios Ltda.
R$ 30.000,00

Paraíso do Tuiuti

Uber do Brasil Tecnologia Ltda.
R$ 500.000,00

Império Serrano

Uber do Brasil Tecnologia Ltda.
R$ 500.000,00

Foto de capa: Tata Barreto/Riotur

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Por Redação

Gilsinho Conceição, intérprete oficial da Portela, deu um susto nos amigos e torcedores da azul e branco na manhã desta quarta, 31.

Quando seguia pilotando uma moto em direção aos estúdios da Rede Globo em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio, onde participaria ao vivo do “Encontro”, de Fátima Bernardes, o cantor sofreu um acidente e, ao cair em movimento, acabou quebrando o dedo mindinho da mão, sofrendo algumas luxações e inchaço.

O sambista não chegou a se apresentar no programa de TV e, do Projac, foi encaminhado para o hospital Rio Mar, na Barra da Tijuca, onde deve ficar internado até a manhã desta quinta, após ser submetido a um procedimento cirúrgico.

Gilsinho já tranquilizou a diretoria portelense, que aguarda a pronta recuperação da voz oficial da escola, que desfila na Segunda-Feira de Carnaval, 12 de fevereiro, na Marquês de Sapucaí.

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Por Luiz Felippe Reis

Por 15 anos os ensaios técnicos da Sapucaí foram muito mais do que simples treinamentos no campo de jogo. A atração juntava turistas, comunidades e povão num só espaço e fazia uma baita divulgação do Carnaval que se aproximava. O maior elo entre as escolas e os apaixonados por samba se perdeu, mas, pelo menos, Mocidade e Portela vão tirar um pouco dessa amargura no dia 4 de fevereiro, quando as duas vão ensaiar na Avenida no tradicional teste de som e luz do Sambódromo.

Pro mestre de bateria Nilo Sérgio, da Portela, esse privilégio das duas campeãs de 2017 é uma vantagem competitiva, pelo menos pras baterias.

–  É injusto não ter pra todas. Faz falta pras baterias com certeza. A escola vê o canto dentro da quadra, a dança… a comissão e o casal vêm aqui na Sapucaí ensaiar outros dias, mas a bateria tem que ser no campo de jogo, sentindo o clima. E sobre o som da Avenida é bom saber como vai se comportar, com o ritmo do cantor, e não vai ter isso, as baterias perderam essa chance – disse Nilo Sérgio, que há 13 anos comanda a “Tabajara do Samba”.

Mestre Nilo Sérgio vê vantagem pra Portela e Mocidade, que vão realizar ensaio técnico com a Sapucaí lotada no dia 4 de fevereiro – Foto: Michele Iassanori

Em julho, após uma das últimas reuniões com o prefeito do Rio, o presidente da Liesa, Jorge Castanheira, confirmou uma possibilidade que já se evidenciava nos bastidores: a de não haver ensaios técnicos. Nada de novo e animador surgiu, e os treinos da Avenida tiveram um triste fim decretado.

– Não tenho como fazer ensaio técnico. Obviamente, a prefeitura não pode arcar com tudo. São 15 anos fazendo ininterruptamente, com a liga custeando tudo isso, infelizmente não temos orçamento – disse Castanheira no meio de 2017.

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Por Redação

A Portela divulgou na noite desta segunda-feira, 15, imagens registradas pelas câmeras de segurança do barracão da escola na Cidade do Samba, no Rio, que revelam a ação de menores baderneiros na noite do último domingo, 14, que tocaram o terror nas dependências da azul e branco. As crianças picharam as paredes e o chão da fábrica de alegorias portelense.

A agremiação divulgou uma nota oficial, na qual tranquiliza os torcedores e admiradores da Portela em relação ao desfile, frisando que nenhuma estrutura do próximo carnaval da escola foi afetada.

Apesar disso, a atual campeã do Carnaval carioca reforçou a segurança no local.

NOTA OFICIAL (na íntegra)

“A diretoria da Portela informa que um grupo de menores entrou no barracão da escola, na Cidade do Samba, por volta das 19h20 deste domingo (14), e fez algumas pichações no chão e em paredes do local. Nenhuma alegoria ou fantasia do Carnaval 2018, no entanto, foi danificada, conforme comprovam as imagens das câmeras de segurança do barracão, que registraram a ação das crianças

Nesta segunda-feira, os trabalhos no barracão transcorreram

normalmente, com intensa movimentação de alegorias e o içamento da escultura da Estátua da Liberdade na parte externa do barracão.

A escola aproveita para esclarecer também que as ‘marcas’ no corpo da escultura da Estátua da Liberdade, vistas em fotos que circulam em grupos de whatsapp, são resultado do encaixe da obra que foi esculpida em três partes. Posteriormente, as emendas serão corrigidas pelo pintor de arte. Já as ‘marcas pretas’ da escultura são o efeito proposital de envelhecimento da pintura.

A direção da Portela nega os boatos que circulam em redes sociais dando outras versões para o incidente. Por fim, a diretoria informa que já reforçou a segurança no barracão após o episódio.

Segunda escola a desfilar na Segunda-feira de Carnaval, a Portela segue totalmente focada na luta pela conquista do seu 23º título”.