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Por Redação

A Unidos da Tijuca confirmou nesta segunda-feira, 17, que Elaine Azevedo assumirá o posto de rainha de bateria da escola para o ano que vem. A jornalista de esportes da TV Bandeirantes será apresentada oficialmente durante a eliminatória de samba-enredo no sábado, dia 6 de outubro.

Elaine desfilou como rainha de bateria da Estácio de Sá em 2018 – Foto: Flickr Riotur/Gabriel Monteiro

Após reinar na frente dos ritmistas da Estácio de Sá, da Série A, no último desfile, Elaine estreará no Grupo Especial e terá a missão de substituir a atriz Juliana Alves, que deixou o posto depois de seis temporadas.

– Estou muito honrada e empolgada para entrar na quadra da Tijuca como rainha. Espero, de verdade, ser abraçada por essa comunidade incrível do Borel – disse Elaine.

O presidente da azul e amarelo, Fernando Horta, justificou a escolha da apresentadora por causa do momento de mudança vivido pela agremiação.

– A renovação sempre trás mudanças, algo que a escola está precisando neste momento – resumiu Horta.

Nova rainha de bateria da Tijuca será apresentada no próximo sábado – Foto: Divulgação

Saída polêmica

Juliana Alves usou as redes sociais para se manifestar sobre a saída da Tijuca. A atriz afirmou que deixou o cobiçado posto da escola contra a própria vontade e que o motivo foi financeiro. No texto, Juliana não poupou críticas ao dirigente tijucano, Fernando Horta.

No Carnaval de 2019, a Unidos da Tijuca levará para a Avenida o enredo “Cada macaco no seu galho. Ó, meu Pai, me dê o pão que eu não morro de fome!”. O desfile abordará a história e o simbolismo do pão. O desenvolvimento é da comissão de Carnaval formada por Laíla, Fran Sérgio, Annik Salmon, Marcus Paulo e Hélcio Paim.

*Foto de capa: Flickr Riotur/Gabriel Monteiro

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Rainha de bateria da Estácio de Sá por seis temporadas, Luana Bandeira relatou nas redes sociais ter vivido um momento constrangedor na quadra da agremiação no último sábado, 15. Segundo a atual musa da Viradouro, ela foi convidada a se retirar da sede da vermelho e branco por seguranças do presidente Leziário Nascimento.

Ao Sambarazzo, ela confirmou a história e declarou não ter ficado nem 10 minutos na sede da Estácio, onde aconteceria a final de samba-enredo.

Luana Bandeira reinou por seis temporadas na frente da bateria da vermelho e branco – Foto: Daniel Pinheiro/Divulgação

– Eu passei da roleta e muita gente veio pedindo fotos. Tiramos fotos. Isso tudo ali na entrada da quadra ainda. O segurança veio e pediu que eu fosse embora a pedido do presidente. Falei pro segurança pra pedir ao Leziário pra falar comigo. Fui lá pra fora e falei pra mim mesma que não valia a pena, sabe? Demorou um certo tempo pra cair a ficha, fui ficando triste e chateada – conta Luana Bandeira.

A assistente de palco do “Caldeirão do Huck”, da TV Globo, lembrou que é cria da agremiação da Série A, tendo começado na ala de passistas. A saída do posto de rainha de bateria para o desfile de 2018 teria ocorrido, segundo Luana, por motivos “financeiros”. Ou seja, a escola, segundo ela, teria vendido a cobiçada posição.

Luana relatou ter perdido o posto de rainha de bateria por “questões financeiras” – Foto: Michele Iassanori

Apesar disso, Luana negou que tenha ficado chateada ao ser trocada, tanto que aceitaria desfilar até mesmo com camisa de diretoria.

– Eu saí da Estácio porque coisas que combinamos não foram acontecendo. Eu não sei porque ele (Leziário) está chateado comigo, mas eu não troquei a Estácio pela Viradouro. Não teve isso. Eu já estava fora da Estácio quando a Viradouro me chamou. A Viradouro me abraçou de tal forma que eu não imaginava – disse.

A mulata atualmente é musa da Viradouro. Na foto, ela posa ao lado do presidente da escola, Marcelinho Calil – Foto: Divulgação

“Vou ser estaciana pra sempre”

Ainda chateada com o episódio do fim de semana, Luana Bandeira não pretende pisar tão cedo na quadra da Estácio.

– Vou ser estaciana pra sempre, mas nem pensar que eu volto lá. Se o presidente não quer, eu não vou. Eu espero. Quando eu puder voltar, eu volto – completou.

A Estácio de Sá não se manifestou sobre o episódio.

*Foto de capa: Michele Iassanori

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Majestade em dose dupla. Garantida na Vila Isabel para 2019, Sabrina Sato foi coroada nesta sexta-feira, 14, como nova rainha de bateria da Gaviões da Fiel, do Grupo Especial de São Paulo. A beldade, que era madrinha da escola de samba paulista, foi paparicada bastante durante a coroação de rainha, principalmente por ter ostentado o barrigão de sete meses no palco da festa. Ela e o ator Duda Nagle esperam a primeira filha.

Sabrina Sato foi apresentada como nova rainha de bateria da Gaviões da Fiel – Foto: Manuela Scarpa/ Brazil News

Ao saber da nova missão na bateria “Ritimão”, a apresentadora não conseguiu esconder a alegria e a gratidão pelo reconhecimento.

– Eu amo os Gaviões da Fiel. Comecei no mundo do samba aqui e não me imagino desfilando em outra escola de São Paulo. Só quem pisa na Avenida representando essa nação sabe do que eu estou falando. Estou feliz demais por receber esse carinho e assumir essa posição tão importante – disse Sabrina.

Apresentadora exibiu o barrigão de sete meses e sambou com ritmistas – Foto: Manuela Scarpa / Brazil News

Sabrina Sato desfilou pela primeira vez na agremiação em 2004, como destaque de chão. Seis anos depois, em 2010, virou madrinha da bateria. Com a posição da rainha em aberto, a direção decidiu realocar Sabrina de posto para o próximo Carnaval. Na teoria, muda o título. Na prática, há pouca diferença, já que a posição no desfile é a mesma, só acrescentando aí a cobiçada coroa. Mas Sabrina e a escola se empolgaram com a novidade.

– Ela já está conosco há mais de 10 anos, tem uma identificação muito forte com a nossa comunidade, é humilde, corinthiana e sempre honrou a nossa camisa na Avenida. Tê-la como rainha da ‘Bateria Ritimão’ é uma forma de reconhecer a sua dedicação e também presenteá-la nesse momento tão especial em sua vida – afirmou Rodrigo González Tapia (o Digão), presidente da Gaviões.

Sabrina desfila há mais de 10 anos na escola paulista – Foto: Manuela Scarpa / Brazil News

Paparicada na Vila Isabel

Longe da quadra da Vila Isabel desde o fim da última temporada de samba, Sabrina Sato voltou a pisar na quadra da azul e branco durante a festa de apresentação dos protótipos de fantasias de 2019 no mês passado. Absoluta, ela é rainha de bateria da escola carioca há sete carnavais.

*Foto de capa: Manuela Scarpa / Brazil News

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Rainha de bateria da Porto da Pedra, Kamila Reis leva ao pé da letra a função de vestir a camisa da escola do coração. No entanto, no ensaio sensual que estrela para o Sambarazzo a gata da cor do pecado não precisou de nenhuma peça de roupa para encarnar o tigre, símbolo da vermelho e branco de São Gonçalo, na região Metropolitana do Rio, onde nasceu.

Foram as tintas do artista plástico Jorge Abreu que cobriram o corpo nota 10 da realeza e a transformaram numa verdadeira tigresa para a sessão de fotos registrada pelas lentes apuradas de Michele Iassanori – os cliques foram num sítio em Rio Bonito, nos arredores do município natal da modelo, que tem 29 anos e hoje vive em Dubai, nos Emirados Árabes.

Coberta apenas por um pequeno tapa-sexo e por preciosas pinceladas, Kamila nunca havia feito fotos tão ousadas quanto as que você vai ver a seguir. A rainha confessa que precisou espantar a timidez para se exibir como uma legítima felina.

— As pessoas nem imaginam que eu seja tímida, já que trato todo mundo com muita simpatia no Carnaval. Minha timidez existe e já foi pior, melhorou ao longo do tempo. Os cursos e os trabalhos como modelo me ajudaram nesse sentido — revela a dançarina e empresária de moda fitness.

Kamila Reis espantou a timidez para fazer fotos pintadas de tigre: ‘Pensei: Gente, vai aparecer alguém aqui. Mas, depois, fui me soltando’, conta a rainha de bateria da Porto da Pedra | Foto: Michele Iassanori

Kamila toparia desfilar pintada na Sapucaí

Apesar da paixão pelas penas de faisão e pelo brilho dos cristais que costumam compor as fantasias que veste para cruzar o Sambódromo, a estrela dos ritmistas da Porto gostou tanto da experiência com a pintura artística que toparia repetir o feito diante das mais de 70 mil pessoas que lotam as arquibancadas da Sapucaí.

— Se ficasse bonito e nada vulgar, eu toparia. Adorei a ideia e a pintura é tão perfeita que até faz parecer que eu tô vestida, e não estou. Quando me sugeriram posar pintada, pensei logo no tigre — afirma Kamila, que há quatro anos sentiu medo ao conhecer de pertinho um animal da espécie enquanto viajava pela Indonésia.

O resultado do ensaio de Kamila agradou não só a ela mas também ao marido, Leonardo, que selecionou uma das fotos como papel de parede do celular e mandou fazer um quadro para a casa deles em Dubai | Foto: Michele Iassanori

Boa forma é mantida com esporte, dança e alimentação regrada

São os treinos de tênis e as idas à academia e aos ensaios de dança que garantem a aparência escultural ao corpo da sambista. Em Dubai, ela vai da dança do ventre à batucada mais brasileira de todas — o samba — e ainda encara o desafio de arriscar passos ao som de músicas pop. E, enquanto encara a rotina de exercícios e de shows profissionais, procura dar aquela atenção especial à alimentação.

— Tento comer bem o ano inteiro, mesmo sendo taurina. Posso até acabar comendo vários pedaços de pizza, mas volto rapidinho pra dieta. Um mês antes do Carnaval, não bebo álcool e levo a dieta ainda mais a sério  — conta Kamila, que participou da escolha de samba da Porto da Pedra no último sábado, 8, e deve retornar outras vezes antes de janeiro, quando permanecerá em solo brasileiro até a chegada da festa mais popular do mundo.

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BATE-PAPO

Nome: Kamila Reis.

Idade: 29.

Signo: Touro.

Local de nascimento: São Gonçalo.

Bairro onde mora: Al Badaa, Dubai.

Casa ou apartamento? Casa.

Mora com quem? Marido e cachorros.

Filhos? Não, ainda.

Profissão: Dançarina e empresária de moda fitness.

Cor preferida: No momento, estou amando vermelho.

Animal de estimação: Tenho três cachorros: Vênus, Casper e Coco.

Livro: “Cidade do Sol” (de Khaled Hosseini).

Filme: “Pelé, a lenda”.

Um homem: Barack Obama (ex-presidente dos Estados Unidos).

Uma mulher: Tenho grande admiração por duas, que são Michele Obama e Oprah Winfrey.

Religião: Evangélica, protestante.

Novela: “Avenida Brasil” (de João Emmanuel Carneiro para a TV Globo).

Um Samba: “Um Carnaval dos Carnavais – A Folia no Mundo” (da Porto da Pedra para o Carnaval de 1996).

Grife: Animale, entre as nacionais, e Givenchy, Tom Ford, Balmain e Versace, entre as internacionais.

Não uso nunca: Carão, tento ser sempre mais agradável possível com todas as pessoas.

Perfume: Chanel Chance, Chanel Mademoiselle e Dior Addict.

Não saio de casa sem: Óculos de sol e perfume.

Carro que tem e o que gostaria de ter: Tenho Mercedes e Dodge Ram. Gostaria de ter um Maserati conversível.

Cantor: Emílio Santiago

Cantora: Aretha Franklin e Beyoncé. Entre as brasileiras, Maria Bethânia.

Música: “Construção”, do Chico Buarque.

O que eu quero: Ter capacidade de dar conta da minha felicidade e minhas conquistas.

O que eu não quero: Intolerância e ódio.

Gosto de ir: A novos lugares. Amo viajar.

Não gosto de ir: Ao supermercado.

Time: Flamengo.

Programa de TV: “Saia Justa”, do GNT.

Se não fosse rainha de bateria, que outra função gostaria de exercer numa escola de samba? Musa ou passista, pois preciso de liberdade pra sambar.

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Por Redação

Depois de ter cumprido agenda com a Portela no Japão, onde desembarcou no último dia 23, a porta-bandeira da azul e branco de Madureira está em Dubai. Lucinha Nobre chegou a maior cidade dos Emirados Árabes na última sexta-feira, 31. Na terra dos sheiks, ela está sendo ciceroneada por Kamila Reis, rainha de bateria da Porto da Pedra, que vive lá há quase uma década.

Pela primeira vez em Dubai, a irmã do cantor e compositor Dudu Nobre diz que está encantada com a beleza do lugar, e admirada com os trajes das mulheres locais.

— Desde que cheguei aqui, a temperatura média tem sido de uns 42 graus. Estamos cumprindo uma agenda cheia de passeios incríveis, e estou tendo a oportunidade de conhecer a cultura deles. E fico impressionada como as mulheres, com esse calorão todo, desfilam cheias de charme pelas ruas, usando aqueles trajes típicos daqui (abaya). Haja disposição! — afirma a dançarina portelense.

Lucinha Nobre, porta-bandeira da Portela, foi recepcionada por Kamila Reis, rainha de bateria da Porto da Pedra, nas areias de Dubai | Fotos: Divulgação

Kamila fala que Lucinha deu sorte em relação à temperatura.

— Estamos em pleno verão, época em que há dias em que os termômetros chegam perto dos 50 graus. Antes de Lucinha chegar, aqui estava muito úmido, além de quente. Acho que ela não saberia lidar com isso — aposta a soberana na bateria do Tigre de São Gonçalo.

Alex Reis, irmão de Kamila e que trabalha como guia de turismo em Dubai, tem acompanhado as amigas sambistas nos passeios diários.

Acompanhadas do irmão de Kamila, Alex Reis, a dupla de sambistas é só alegria pelos Emirados Árabes | Fotos: Divulgação

Lucinha Nobre, o mestre-sala Marlon Lamar e o presidente da Portela, Luis Carlos Magalhães, participaram no Japão, entre outros eventos, do Asakusa Samba Carnival, considerado o maior desfile de escolas de samba fora do Brasil.

A porta-bandeira embarca de volta para o Brasil na quarta que vem. No dia seguinte, será a vez de Kamila voar pra cá. Ela vem participar da final do concurso de samba-enredo da Porto da Pedra, que acontecerá na noite do feriado da Independência, no dia 7 de setembro.

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A eliminatória de sambas que a Mocidade promoveu no último domingo, 26, reuniu duas das mais belas rainhas de bateria do Carnaval carioca. Camila Silva, que reina soberana na quadra da verde e branco da Zona Oeste, recebeu Raissa de Oliveira, estrela dos ritmistas da Beija-Flor de Nilópolis, coirmã convidada para participar do evento promovido pela anfitriã do bairro de Padre Miguel. Juntas, as duas representantes da realeza da folia se acabaram ao som da batucada das baterias das duas escolas e fizeram a alegria do público enquanto eram registradas pelas câmeras do Sambarazzo! Confira abaixo o vídeo completo.

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Rainha de bateria da Tijuca se sente realizada no Carnaval | Foto: Irapuã Jeferson

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Oficialmente fora do posto de rainha de bateria da Unidos da Tijuca, após seis anos na função, Juliana Alves usou as redes sociais nesta quarta-feira, 22, para se manifestar pela primeira vez sobre a saída. A atriz afirmou que está deixando o cobiçado posto da escola contra a própria vontade e que o motivo seria financeiro.

Atriz afirmou em post que saída foi por motivos financeiros – Foto: Reprodução Instagram 

No texto, Juliana agradece o carinho de todos os torcedores tijucanos, faz uma menção elogiosa ao Mestre Casagrande, que a elegeu como a “melhor rainha” da história da agremiação, e não poupou críticas ao presidente Fernando Horta.

– Vou sentir uma saudade da troca de olhares, dos beijos nas mãos cheias de história e dos abraços na velha guarda e nossas baianas. Saudades do passo marcado e do canto forte da harmonia, da cumplicidade com as passistas, riscando o chão, dos olhos marejando a cada vez que beijava nosso pavilhão com o casal de mestre-sala e porta-bandeira. Eita! E a falta que nem sei do poderoso som da bateria Pura Cadência! Como a gente se divertia, se emocionava e se curtia. Obrigada, pelo apoio fundamental do meu Mestre Casão e cada um dos ritmistas. Sem palavras pra agradecer. Presidente Fernando Horta, fico com sua frase: “o único motivo é financeiro”. A gente discorda em algumas coisas, mas eu sigo te respeitando, te admirando pelo que fez pela nossa escola nos últimos anos e sou muito grata por ter confiado a mim essa missão tão linda – escreveu a agora ex-rainha de bateria.

Juliana Alves desabafou sobre saída da Unidos da Tijuca | Foto: Irapuã Jeferson

A imagem postada no Instagram da artista vem recebendo centenas de comentários enaltecendo a postura de Juliana Alves. Alguns são de torcedores da azul e amarelo que já a tratam como “eterna rainha”.

A Unidos da Tijuca ainda não anunciou o nome da nova rainha de bateria, mas um dos mais cotados é o da jornalista Elaine Azevedo, que no último Carnaval foi rainha de bateria da Estácio de Sá, na Série A.

Jornalista é o principal nome para substituir Juliana Alves na Tijuca – Foto: Paulo Edu/Divulgação

Leia abaixo o texto completo de Juliana:

“O que tenho com a Tijuca é um valor construído ao longo de anos. Por ser tijucana, por ser sambista. Sou comunidade. Isso não tem só a ver só com o bairro onde vivemos. Tem a ver com o meu jeito de ser e meu jeito de sentir. Tem a ver com identidade. 
A minha alegria e meu orgulho viraram trabalho firme ao longo desses 6 carnavais.
E levei o nome da nossa Escola pra onde eu fosse, representando a agremiação e divulgando nosso trabalho. 
Nos ensaios, assídua e disponível a todos e a energia da comunidade era meu grande combustível mesmo quando eu tava triste ou cansada. Meu sorriso vinha fácil com tanto amor, tanto carinho que eu recebia e pra alegria de estar em casa.
Nos ensaios de rua e Tijuquinha, eu vivia o auge da alegria, com as crianças a frente da bateria. Naqueles momentos, tudo fazia mais sentido.
Porque representatividade importa sim. 
Eu sou como elas. E isso dá um brilho no olhar, uma relação, que dinheiro nenhum pode comprar. Fui muito feliz.
Vou sentir uma saudade da troca de olhares, dos beijos nas mãos cheias de história e dos abraços na velha guarda e nossas baianas. Saudades do passo marcado e do canto forte da harmonia, da cumplicidade com as passistas, riscando o chão, dos olhos marejando a cada vez que beijava nosso pavilhão com o casal de mestre-sala e porta-bandeira. 
Eita! E a falta que nem sei do poderoso som da bateria Pura Cadência! Como a gente se divertia, se emocionava e se curtia.
Obrigada, pelo apoio fundamental do meu Mestre Casão e cada um dos ritmistas. Sem palavras pra agradecer.
Presidente Fernando Horta, fico com sua frase: “o único motivo é financeiro”.
A gente discorda em algumas coisas… mas eu sigo te respeitando, te admirando pelo que fez pela nossa escola nos últimos anos e sou muito grata por ter confiado a mim essa missão tão linda.
Universo tá fazendo uma manobra mas sei e tenho fé em Deus que será revertida num bem maior… Estarei aqui na torcida e vibrarei positivamente pelo Borel e comunidade tijucana. 
Saio triste e contra a minha vontade mas agora, só com o tempo mesmo… “são coisas do meu coração”, como diz nosso samba.
Unidos da Tijuca, te amo pra sempre. 
A dor passa, o samba cura, o amor fica. “ Dá um show, Tijuca!”

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Mestre Casagrande comenta a saída de Juliana Alves da Tijuca: ‘Melhor rainha’

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Fora do cobiçado posto de rainha após seis anos brilhando pela Unidos da Tijuca, Juliana Alves deve deixar saudades pelas bandas do Borel, morro da Zona Norte do Rio onde a escola criou raízes. Dispensada na última terça, 21, ela já está fazendo falta para mestre Casagrande, que dividia com ela o espaço à frente dos ritmistas. Ao Sambarazzo, ele rasga elogios à ex-majestade e aproveita para fazer um convite público direcionado à atriz.

— Foi uma excelente rainha, a melhor que já tive, provavelmente a que ficou mais tempo no posto pela Tijuca. A Juliana já tava querendo descansar pra curtir a maternidade. Ela não tem nada pra reclamar da escola e nem eu dela: nunca atrapalhou meu trabalho. Acho que saiu na hora certa — afirma o comandante da “Pura Cadência”, numa referência à primeira experiência da artista com a maternidade, que comemorou a chegada da pequena Yolanda em setembro do ano passado.

Mestre Casão é só elogios para Juliana Alves, que não é mais rainha de bateria da Tijuca | Foto: Michele Iassanori

Elaine Azevedo, da Estácio, pode ser a substituta

Enquanto um dos nomes cotados para o posto é o da jornalista Elaine Azevedo, que no último Carnaval foi rainha de bateria da Estácio de Sá, na Série A, Casagrande deixa claro que ainda há espaço para Juliana Alves no desfile da agremiação:

— Acho que ela deveria vir no carro abre-alas como grande destaque da escola. Esse posto tá vago! A Juliana tem lugar cativo no coração do tijucano e representa muito pra gente.

Casagrande quer ver Juliana Alves como destaque do abre-alas da Tijuca, que já recebeu Elaine Azevedo no barracão para conversar sobre a vaga de rainha | Foto: Paulo Edu/Divulgação

“Quanto menos famosa, melhor”, diz mestre sobre nova rainha

Nada de muitos holofotes: Casagrande não quer que a próxima ocupante do trono seja uma mulher extremamente conhecida. Para ele, que já precisou lidar com o assédio dos fotógrafos e do público a Adriane Galisteu e Gracyanne Barbosa (que hoje brilha na União da Ilha), é essencial que a dona da coroa não represente um risco para a direção de bateria.

— Pra mim, é indiferente. Se não vier nenhuma rainha, vai me ajudar. Se for uma muito famosa, vai atrapalhar. Espero que seja uma mais tranquila. Quanto menos famosa, melhor — sustenta o profissional.

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Rainha de bateria do Salgueiro desde 2008, e uma das mais presentes ocupantes do cobiçado posto, Viviane Araújo afirmou que permanecerá no posto no próximo ano, mesmo com o afastamento de Regina Celi da presidência da escola. Vivi declarou ainda que as gravações da próxima novela das 21h da TV Globo não irão impedir a participação dela nos ensaios da vermelho e branco.

– Teve essa confusão toda (no Salgueiro), mas eu continuo lá. Está tudo certo. O Carnaval faz parte da minha vida. Estarei lá, independentemente de estar na novela, não vai atrapalhar em nada também. Eu acho que eu estando no ar não vai mudar em nada – disse a artista, que está no elenco de “O Sétimo Guardião”, próxima novela de Aguinaldo Silva.

Viviane declarou que “está tudo certo” para continuar como rainha de bateria do Salgueiro em 2019 – Foto: Michele Iassonori

Na última sexta-feira, 17, o Tribunal de Justiça do Rio determinou que Regina Celi deveria deixar em até 48h a presidência do Salgueiro. A decisão, que tem caráter liminar, foi assinada pela juíza Renata Gomes Casanova de Oliveira e Castro, da 2ª Vara Cível e está vinculada a um pedido feito pelo grupo de oposição representado pela Chapa 2 (“Salgueiro, minha paixão, minha raiz”), representada judicialmente pelo empresário André Vaz. Ainda segundo a magistrada, Vaz deverá ser empossado presidente da agremiação.

Através de uma nota oficial divulgada através da assessoria de imprensa do Salgueiro, Regina disse que vai cumprir a decisão da 2ª Vara Cível, mas que “as medidas cabíveis já foram tomadas para suspender a liminar”.

Vivi está presente na maioria dos ensaios da vermelho e branco – Foto: Anderson Borde/AgNews

Comissão Eleitoral do Salgueiro pediu afastamento de Regina

A Comissão Eleitoral salgueirense, presidida por Marcelo Ferreira, emitiu na última terça, 14, uma posição oficial sobre o pleito realizado em maio, em que Regina foi reeleita com 63,82% dos votos para permanecer no cargo até 2022.

Segundo documento divulgado pelos conselheiros — eles tiveram o poder de decidir sobre a questão por conta de uma decisão do desembargador Werson Rêgo, do Tribunal de Justiça do Rio — a Chapa 2, liderada por Vaz, era a indicada para ser considerada vencedora das eleições, já que a Chapa 1 foi declarada inelegível pela Justiça no início do mês de junho.

Regina Celi foi afastada do cargo de presidente por determinação da Justiça – Foto: Arquivo

Quando determinou que Regina não poderia ser reeleita, o desembargador determinou que um terceiro mandato consecutivo seria contrário às “regras claras e explícitas” do Estatuto do Salgueiro e também aos “valores éticos e morais”. Para Rêgo, “uma terceira reeleição da Sra. Regina Celi significaria não só uma violação expressa à regra do art. 31 do Estatuto de 2012, senão, também, à norma que a antecede, que consagra o princípio democrático da alternância de poder”.

Escola perdeu profissionais por conta da instabilidade

A incerteza política levou os coreógrafos Hélio e Beth Bejani a pedirem desligamento da chamada “Academia do Samba”, escola em que atuavam há uma década. No ano que vem, eles vão assinar a comissão de frente da Grande Rio.

O casal de mestre-sala e porta-bandeira Sidclei Santos e Marcella Alves também deixou a agremiação. Num episódio conturbado, a dançarina afirmou que foi demitida por causa da gravidez anunciada no início de julho. No entanto, Rafael Alves, presidente de honra da instituição, disse que a escola não dispensou Marcella e que havia apenas concedido uma licença para a dançarina.

*Foto de capa: Michele Iassonori

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Roupas de luxo do Carnaval a preço de banana! É o que vai oferecer no próximo sábado, 11, o Ateliê Aquarela Carioca, que vai abrir as portas para um grande bazar voltado aos interessados em comprar peças carnavalescas com valores mais em conta. Tem sandálias, roupas de musas e casais de mestre-sala e porta-bandeira, entre outros artigos, com descontos de até 70%.

Roupas da ex-rainha do Império Serrano, Milena Nogueira, serão vendidas no bazar – Foto: Gabriel Monteiro/Riotur

Um dos sócios do espaço, Leonardo Leonel, conta que será possível comprar artigos a partir de R$ 50. Além disso, haverá facilidades na hora do pagamento.

– Vamos ter diversas roupas de show, vestidos, fantasias de musas. Tudo por um valor mais barato. Vamos aceitar cartão de crédito e dividir em até 3 vezes – garante.

Leonel conta ainda que este será o primeiro bazar do ateliê, que completa 15 anos este ano. A ideia, de acordo com ele, surgiu a partir da procura de diversas pessoas por roupas carnavalescas prontas. Desta forma, Leonardo resolveu montar a “queima de estoque”.

Será possível comprar peças a partir de R$ 50 – Foto: Divulgação

A primeira edição nem mesmo aconteceu, mas Leonardo já planeja uma nova ação promocional.

– As pessoas sempre nos procuram querendo roupas já prontas, principalmente escolas de grupos de Acesso. São roupas de luxo que ninguém usa mais, como algumas da Milena Nogueira (ex-rainha de bateria do Império Serrano). A repercussão já está sendo tão boa, que vamos planejar o segundo bazar – afirma.

Primeira edição do bazar Ateliê Aquarela Carioca acontece neste sábado, 11 – Foto: Divulgação

O Ateliê fica na Rua Silva Pinto, 131, em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio. O bazar começa a partir das 13h.

*Foto de capa: Gabriel Monteiro/Riotur

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Se há um assunto bombando nas redes sociais, é provável que Evelyn Bastos, a rainha de bateria da Mangueira, tenha uma opinião sobre ele. Conhecida por ser natural do morro onde surgiu a Estação Primeira, na Zona Norte do Rio, a jovem de 27 anos não cansa de mostrar que é gente como a gente e não economiza quando a tarefa é fazer textão no Facebook ou no Instagram para defender aquilo que acredita.

Na internet, ela já se declarou preta, favelada e cotista numa discussão, defendeu a verde e rosa de uma acusação de racismo e manifestou preferência durante a eleição para a presidência da escola, por exemplo. Tanta disposição para continuar opinando e debatendo com seus mais de 150 mil seguidores vem, segundo a sambista, das raízes no Buraco Quente, localidade do Morro da Mangueira, e da vivência no Carnaval.

— Sempre gostei muito de falar e acho que é necessário que as pessoas façam isso. O consenso pode surgir da diversidade e estamos precisando dele para criar o respeito. Ser rainha me traz visibilidade diante das meninas que sonham com isso nas periferias. Uso esse espaço pra poder me posicionar enquanto artista da maior festa popular do Brasil, não só nas questões carnavalescas, mas nas políticas e sociais também. O Carnaval é o momento em que o mundo todo olha pra gente — justifica Evelyn, que é filha de uma ex-rainha de bateria da verde e rosa e irmã da ocupante do posto na agremiação mirim Mangueira do Amanhã.

Fala sério! Evelyn Bastos, rainha de Mangueira, utiliza as redes sociais para expressar opiniões sobre diversos assuntos | Foto: Marcelo Piu/Ensaio sensual do Sambarazzo

Caso Marielle Franco gerou discussão com outra rainha

Entre os episódios em que mais fez barulho na web com as próprias convicções, a morte da vereadora Marielle Franco (PSOL) em março deste ano foi a mais marcante delas, conforme conta Evelyn. Por causa de uma divergência de opiniões, ela chegou a entrar num debate com a rainha de bateria da Imperatriz Leopoldinense, a tenente do Corpo de Bombeiros Flávia Lyra.

Diante da repercussão do assassinato da parlamentar, a majestade da verde e branco fez uma publicação indignada pedindo apoio às causas dos agentes de segurança que morrem diariamente em território carioca. O post polêmico atraiu comentários de diversos seguidores, inclusive da estrela mangueirense.

— Acho que cada um tem que reforçar suas lutas e bandeiras sem diminuir as do outro. Se cada um que luta por uma causa leva isso para a rua quando algo ruim acontece, as coisas funcionam. Quando as pessoas veem uma bandeira sendo erguida e tentam manchá-la, acaba faltando o respeito. Eu e a Flávia nos respeitamos, embora claramente tenhamos posicionamentos diferentes. A tolerância tem que prevalecer — reforça a musa da bateria “Tem que respeitar meu tamborim”.

Colegas de Avenida, Evelyn Bastos (da Mangueira) e Flávia Lyra (da Imperatriz) debateram a repercussão da morte da vereadora Marielle Franco através do Instagram | Fotos: Dhavid Normando e Paulo Portilho/Riotur

Para Evelyn, a batalha de pontos de vista acerca da vida e da morte de Marielle, que será homenageada no Carnaval de 2019, foi um divisor de águas na postura dela enquanto internauta.

— Ficar em cima do muro só para fazer as pessoas gostarem de mim não é bom. Prefiro que as pessoas me respeitem mesmo sem concordar com a minha opinião. O caso Marielle dividiu a população em achismos. Existem fatos que não são reais e que as pessoas levam pras redes sociais. Falta muita empatia. Falei e ouvi muito sobre isso. Foi o momento em que resolvi que todos nós precisamos nos posicionar — explica a educadora física, fazendo referência às notícias falsas que sugeriram que a legisladora tivesse sido casada com um traficante ou defendido criminosos durante o mandato.

Sem fugir da raia

Para testar se Evelyn é tão sem papas na língua quanto parece, o Sambarazzo propôs cinco temas polêmicos e controversos para que ela dissesse aos leitores exatamente aquilo que postaria em suas redes sociais a respeito deles. A rainha da Mangueira topou o desafio e não se furtou de comentar os assuntos, que vão da postura do prefeito do Rio, Marcelo Crivella, à política de imigração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Confira abaixo as respostas de Evelyn para polêmicas da atualidade:

1) RACISMO NAS REDES. Durante a Copa do Mundo da Rússia, o youtuber Júlior Cocielo foi acusado de ter feito um comentário racista em sua conta no Twitter. Ele escreveu que o jogador francês Kylian Mbappé conseguiria “fazer uns arrastão top na praia” (sic). Em retaliação, marcas que patrocinavam Cocielo retiraram seus apoios financeiros ao projeto virtual do jovem.

Evelyn Bastos: “É o famoso preconceito que as pessoas ainda chamam de mimimi. Hoje em dia, a pessoa faz um comentário muito maldoso sem nem perceber, porque o preconceito mora dentro dela. Nenhum preconceituoso vai dizer que é preconceituoso. Pelo menos, eu nunca vi”.

Figura famosa no Youtube, Júlio Cocielo fez um tweet dizendo que o atleta Kylian Mbappé, da Seleção da França, poderia fazer um arrastão na praia | Imagens: Reprodução/Twitter

2) MACHISMO NA COPA. Nos primeiros dias de disputa do mundial de futebol, turistas brasileiros compartilharam um vídeo na web ao lado de uma mulher russa no qual a ensinavam a falar palavras em português que faziam alusão à genitália feminina, o que revoltou milhares de internautas. A gravação viralizou e os protagonistas foram identificados pela imprensa.

Evelyn Bastos: “É vergonhoso pra gente (o Brasil) e vergonhoso pra classe masculina. Se eu fosse homem, teria bastante vergonha naquela situação. Pelo menos, vi que muitos brasileiros repudiaram, resolveram falar e se expor. Eles tiveram uma lição moral”.

Em vídeo que bombou na web, brasileiros ensinaram russa a falar “buceta rosa”, em referência à genitália feminina | Imagem: Reprodução/Facebook

3) “TOLERÂNCIA ZERO” DE TRUMP. No fim de junho, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, passou a cumprir uma das principais promessas da campanha que o elegeu em 2016. Sob ordem do governante, as autoridades da imigração separaram mais de 2 mil crianças e jovens de pais que atravessaram ilegalmente a fronteira entre o país norte-americano e o México. Após reação das organizações ligadas aos direitos humanos repudiando o fato, o chefe do executivo voltou atrás em relação à medida.

Evelyn Bastos: “Falta bastante empatia. A gente precisa pensar o que sentiríamos se coisas assim acontecessem com a gente. Mesmo que existam leis e regras num país, a empatia deve falar mais alto. É neste ponto que alguns políticos se destacam dos outros”.

Donald Trump, o presidente dos Estados Unidos, chocou o mundo ao separar crianças dos pais na fronteira do país com o México | Foto: Reprodução/Twitter @realDonaldTrump

4) CAFÉ DA COMUNHÃO. Uma reunião do prefeito do Rio, Marcelo Crivella, com dezenas de pastores evangélicos no Palácio da Cidade em Botafogo, na Zona Sul, deu o que falar. Uma reportagem do Jornal O Globo revelou que o mandatário do município teria sugerido que os líderes religiosos buscassem a ajuda de secretários e assessores da prefeitura para pedir benefícios a fiéis. O episódio ganhou até uma paródia em ritmo de samba, feita por um compositor que já se inscreveu no concurso anual da Mangueira.

Evelyn Bastos: “Eu não simpatizo com o prefeito. Respeito a religião evangélica e os adeptos, apesar de achar que um monte deles não respeita as outras religiões. Acho que ele (Crivella) fala muito e deixa a desejar. Tivemos uma enchente no Rio em que muita gente ficou com a casa no chão e o prefeito não estava nem no Brasil. Ele coloca a religião muito acima de tudo”.

No Carnaval deste ano, a Mangueira criticou Crivella explicitamente na Avenida por ter reduzido a verba destinada às agremiações do Grupo Especial do Rio | Foto: Michele Iassanori/Sambarazzo

5) ABORTO. A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou em junho a legalização do aborto no país. O projeto passará também pelo Senado do país. A votação mobilizou milhares de mulheres nas ruas argentinas e fez com que as brasileiras voltassem a falar sobre o assunto, que será debatido em audiências públicas no Supremo Tribunal Federal nos dias 3 e 6 de agosto.

Evelyn Bastos: “Cada um tem a sua religião. Se a minha não vê o aborto com bons olhos, eu devo respeitar. A mulher tem que ter a opção de fazer o aborto. Porque as que têm dinheiro vão abortar em segurança com um médico. As que não têm, vão tomar remédios ou fazer abortos com qualquer pessoa. É aí que mora o problema. A mulher rica pode, a pobre não. Sou a favor da legalização, as pessoas têm que ter esse poder de decisão”.

Mulheres argentinas foram às ruas para pedir pela legalização do aborto | Foto: Reprodução/Twitter

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Rainha de bateria da Beija-Flor desde 2003, Raissa de Oliveira vai acumular mais função nos próximos meses. Popular na Baixada Fluminense, ela vai circular por todos as cidades da região pra fazer campanha eleitoral para o marido e conseguir eleger a deputado federal (PTB) Rodrigo Henriques, o Drigão, que está com a estrela da bateria azul e branco há cinco carnavais.

Raissa e Drigão estão juntos há cinco anos – Foto: Arquivo pessoal

Raissa será uma das coordenadoras da campanha e já discursa como a cabo eleitoral número 1 do pré-candidato.

– Nunca gostei de política, mas, se a gente quer mudanças de verdade, temos que escolher melhor os nossos governantes. Vou ajudar o Drigão porque sei que ele é diferente. Vou estar perto dele em todos os eventos – garante Raissa.

A rainha de bateria ainda propôs ao companheiro algumas plataformas políticas e pediu que ele olhe mais pelo público LGBT, animais de rua e, claro, dê atenção especial ao Carnaval.

– As pessoas precisam entender que o desfile das escolas de samba emprega muita gente. É cultura, mas movimenta a economia também. Temos que acabar com esse preconceito com o Carnaval, com os gays, e proteger os animais abandonados – sugere.

Rainha de bateria fez uma tatuagem no braço para o marido – Foto: Arquivo

Parceria

O meio político não marca a parceria do casal em trabalho conjunto. Drigão e Raissa são sócios em uma academia de ginástica mantida em Nova Iguaçu. 

Antes do último desfile da Beija-Flor, Raissa fez uma tatuagem com o nome do marido no braço esquerdo para “eternizar” o amor dos dois.

*Foto de capa: Diego Mendes / Divulgação

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A Cubango tem nova rainha de bateria pra chamar de sua. No Carnaval 2019, o posto será ocupado por Maryanne Hipólito, que na última temporada reinou na Acadêmicos do Sossego.

A passista, com a novidade, volta a conviver com uma das primeiras escolas em que desfilou. Foi lá, aos 10 anos de idade, que a moça entrou como passista mirim da agremiação, passando tempos depois a integrar a ala adulta, até ocupar a não menos cobiçada função de musa.

Maryanne ao lado do presidente Rogério Belisário – Foto: Divulgação

Maryanne conta que foi convidada pelo presidente da escola de Niterói, Rogério Belisário, e disse estar muito feliz com o retorno.

– É uma honra voltar pra escola onde passei tanto tempo, onde comecei como passista. Foram nove anos ao todo. Três como passista mirim, depois passista adulta e musa. Fiquei um ano afastada, e agora retorno como rainha de bateria. Estou muito feliz! – diz Maryanne, radiante.

Beldade ainda marcará a festa de coroação na quadra da Cubango, em Niterói – Foto: Isabela & Wagner

A beldade, que ostenta o título de rainha do Carnaval de Niterói, onde é nascida e criada, ainda não marcou a festa de coroação, que deve ocorrer em breve.

Maryanne vai substituir Cris Alves.

*Foto de capa: Arquivo

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Rainha de bateria do Império Serrano por seis anos (2006-2010, 2013), Quitéria Chagas está de volta ao posto na agremiação do Morro do Serrinha. O anúncio oficial para a comunidade ocorrerá durante a feijoada da escola neste sábado, 21. No evento, a verde e branco exibirá um vídeo gravado pela mulata saudando os imperianos. Quitéria aceitou o convite da presidente da escola, Vera Lúcia, depois de muito pensar, já que, atualmente, mora na Itália, onde faz Psicologia e atua como doula (é uma assistente de parto, sem necessariamente formação médica).

Quitéria Chagas será a rainha de bateria do Império Serrano – Foto: Yuri Graneiro | Divulgação

– Não esperava mesmo o convite da escola. Tenho muito que agradecer a toda diretoria do Império, a Vera (presidente) e aos componentes. Retornar para a Sinfônica do Samba, regida pelo mestre Gilmar, é uma honra. Temos uma conexão muito grande que vai além dos ensaios. Estive longe do Carnaval por três anos, mas quando voltei (em 2017) e pisei na quadra de novo, meu corpo pulsou naquele ritmo. Voltei a sentir vontade de exercer minha arte que estava adormecida por causa da maternidade – diz Quitéria, que nos últimos dois Carnavais, desfilou na abertura do Império sob o título de “rainha de escola”.

O primeiro contato da agora rainha de bateria com seus súditos ainda não tem uma data oficial para ocorrer. Quitéria, entretanto, afirmou que virá para o ensaio técnico do Império no Sambódromo – a Liesa e a Riotur não divulgaram o calendário das apresentações.

Apesar da esperada ausência nos ensaios, Quitéria pediu que passistas ocupem seu lugar durante o período pré-carnavalesco. Ela quer dar oportunidade para que novos nomes apareçam e também valorizar a tradicional ala da verde e branco.

– Eu já fui passista. Uma vez passista, sempre passista. Quero que eles sintam o prazer de estar ali diante da bateria. É uma posição para quem tem a arte do samba no pé. Vai servir ainda para descobrir novos talentos dentro de casa. É uma surpresa maravilhosa para a ala – afirma Quitéria Chagas.

Desde 2017, o posto de rainha de bateria do Império Serrano era ocupado por Milena Nogueira. A ex-mulher de Diogo Nogueira deixou o posto na última semana, culpando a crise financeira.

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O Império Serrano está sem rainha de bateria. Milena Nogueira, que reinou por dois anos na frente dos ritmistas de Mestre Gilmar, anunciou, através do seu Instagram, o desligamento do posto. Conhecida também pelo relacionamento com o cantor Diogo Nogueira, a musa agradeceu toda diretoria da verde e branco e deu como uma das justificativas pela saída que entende “o momento de crise que o Carnaval vem passando”.

Milena Nogueira não é mais rainha de bateria do Império Serrano – Foto: Arquivo

“Como toda história, a nossa hoje chegou ao fim. Asseguro que nada mudará o amor, o respeito e o carinho por este pavilhão verde e branco. Nenhuma despedida é feliz, mas, eu entendo o momento de crise que o Carnaval vem passando. Vou com a certeza que dei tudo de mim para representar com maestria a avassaladora bateria Sinfônica do Samba, bem como o Império Serrano”, diz uma parte do texto de Milena Nogueira.

No período pré-carnavalesco, já havia rumores que este seria o último desfile da personal trainer na agremiação do Morro da Serrinha por causa da separação dela com Diogo Nogueira – até hoje, o casal não assumiu publicamente isso. O cantor teria prometido shows na quadra da escola em troca do cargo de rainha de bateria para Milena.

O Império Serrano ainda não anunciou quem será a nova dona do posto.

 

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Terceira a desfilar neste sábado, 10, a Unidos do Viradouro mostrou a tão falada força no Carnaval da Série A. Com alegorias capazes de chamar atenção nesta madrugada, a escola tenta um campeonato que daria o acesso ao Grupo Especial de 2019.

A vermelho e branco apresentou um abre-alas que impôs respeito. Já resumindo o enredo sobre os gênios, criado pelo carnavalesco Edson Pereira, a escola exibiu uma fábrica de criações toda articulada com muita luz.

 

Grande inventor brasileiro, o aviador Santos Dumont foi lembrado pelo sonho de voar e o seu singelo 14 bis esteve no segundo carro alegórico. Um balão e a bela Torre Eiffel, simbolizando Paris, celebrando a genialidade de Santos.

‘No Castelo encantado da ficção, a gente vira a cabeça e pira o coração’ foi o terceiro carro e falou mais sobre genialidade na ficção, quando o homem ultrapassa as barreiras da realidade. O monstro de Dr. Frankestein ganhou destaque.

“A viagem do corso viramor na mais louca criação de todas” falou do amor ao Carnaval, à Viradouro, encerrando em clima de festa o desfile.

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Por Luiz Felippe Reis

Aos 19 anos, Larissa Nicolau tá em casa quando a Santa Cruz entra na Avenida pra um desfile. E foi assim que rolou neste sábado, quando a verde e branco mostrou seus predicados na pista. Nascida e criada na quadra da agremiação da Zona Oeste, a moça é filha de Moyses Coutinho, o Zezo, presidente da Santa Cruz:

– A Santa Cruz é o amor da minha vida, desfilo desde pequena. Isso pra mim é muito mais que ser rainha, vivo intensamente – falou Larissa, que desfilou pelo segundo ano seguido à frente dos ritmistas de mestre Riquinho.

Pai orgulhoso, Zezo garantiu que não fica com ciúme da caçula da família:

– Não tenho ciúme nenhum. A Larissa é uma menina muito bem criada, educada e ama a escola como eu. Fazemos de tudo por isso – disse o dirigente.

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Por Redação

A Vigilância Sanitária está fazendo uma mega operação no Sambódromo do Rio e, em dois dias de desfiles da Série A, realizou um total de 134 visitas de controle de alimentos (conservação) e de temperatura dos ambientes que trabalham com comercialização e distribuição de comida.

Em dois de operação no Sambódromo, a Vigilância Sanitária já inutilizou 133Kg de alimentos – Foto: Sambarazzo

Um vazamento de gás interditou a cozinha do buffet Scala Rio, no Setor 6, e o quiosque do Espetto Carioca, que fica na praça de alimentação do Setor 2, foi proibido de funcionar após descumprir algumas exigências do órgão.

– Mais cedo, verificamos que a exaustão do Espetto Carioca não estava dando vazão, os funcionários trabalhavam sob calor intenso, por isso interditamos parcialmente. Eles poderiam continuar vendendo bebida, mas não espeto. Como sempre monitoramos as interdições, e descobrirmos que eles não estavam cumprindo, agora interditamos totalmente – explicou Aline Borges, coordenadora de alimentos da Vigilância Sanitária, por volta das 2h da manhã deste domingo, 11.

Multa de R$ 1700

Na sexta-feira, 9, primeira noite de desfiles do Grupo de Acesso na Sapucaí, um food truck do Espetto Carioca nas dependências do Sambódromo já havia sido interditado por problemas de exaustão e higiene.

Nos dois dias de Série A, já foram inutilizados 133Kg de alimentos. Os campeões no quesito “fora do padrão de qualidade” são hambúrguer, camarão,  carpaccio, molho funghi e picanha.

– Foi um total de 27 infrações, com 13 multas. O maior problema está nos pontos de venda, principalmente quando há produtos de origem animal – detalhou Marissol Figueiredo, coordenadora de eventos da Vigilância Sanitária.

As empresas autuadas deverão pagar uma multa de R$ 1.700 reais por descumprimento das exigências. Foram coletadas 33 amostras de alimentos pra análise em laboratório.

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Por Clarissa Monteagudo

A origem das bonecas Abayomi emociona: eram feitas pelas africanas escravizadas com retalhos de suas saias para consolar as crianças nos navios negreiros. Brinquedos e também amuletos de proteção, elas são a inspiração do coreógrafo Patrick Carvalho para a Comissão de Frente da Inocentes de Belford Roxo.

– É um trabalho empoderador, com força libertadora. E isso é muito importante nesse momento – contou Patrick, que selecionou todos os bailarinos em audição.

A bailarina Clara Cristina O. O. da Silva, de 19 anos, estava encantada com o trabalho da Comissão:

– Eles são bonecos e repetem os movimentos que eu vou fazendo.

Que vai encantar a Avenida.

NOSSOS ENSAIOS