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São Clemente 2018

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Por Redação

A São Clemente vai contar com mais um integrante em seu carro de som para o desfile do ano que vem. Bruno Ribas acertou sua chegada à escola da Zona Sul, onde irá fazer uma participação especial ao lado do intérprete Leozinho Nunes. A ida para a agremiação de Botafogo marca o retorno de Ribas ao Carnaval do Rio após dois anos na escola paulista Tom Maior, onde permanece no posto de intérprete oficial em 2019.

Bruno Ribas é da São Clemente – Foto: Rafael Arantes/Divulgação

– Só tenho a comemorar esse acerto com a São Clemente. O presidente Renato (Almeida Gomes) é um grande amigo e está preparando um projeto muito importante para a escola. É um ano de mostrar ainda mais a força dessa agremiação tão tradicional. Voltar à Sapucaí num momento como esse é motivo de muita alegria pra mim – conta Bruno Ribas.

A contratação do profissional faz parte de uma série de apostas da diretoria da São Clemente visando um desfile mais competitivo. Além do intérprete, o coreógrafo Junior Scapin e a porta-bandeira Giovanna Justo foram as aquisições recém-anunciadas. Em breve, a escola ainda vai divulgar o novo departamento de carnaval, que coordenará os setores de harmonia e evolução. A nova equipe será apresentada oficialmente durante a primeira feijoada na temporada, marcada para o dia 13 de maio.

Após iniciar a carreira no carro de som da Estácio de Sá, Bruno Ribas foi a revelação do Carnaval 2004 pela então Inocentes da Baixada – hoje Inocentes de Belford Roxo -, atraindo rapidamente a atenção das escolas do Grupo Especial. Em 2005, ele estreou na elite pela Portela, passou por Grande Rio, Mocidade, Unidos da Tijuca – onde foi bicampeão (2010 e 2012) -, e voltou pra Mocidade em 2014, sendo dispensado em 2016. Fora do Rio de Janeiro, ele passou pelos carnavais de Uruguaiana, São Paulo, Guaratinguetá, Porto Alegre e Espírito Santo.

Outra escola de samba do Carnaval do Rio de Janeiro, o Império Serrano, chegou a procurar o experiente cantor, mas a negociação não prosperou. O intérprete já havia selado o destino dele por aqui na Cidade Maravilhosa. Melhor pra São Clemente, que ganha um importante reforço na equipe do próximo desfile.

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Por Redação

Livre do rebaixamento por apenas um décimo, a São Clemente deixou o Carnaval 2018 decepcionada. Na tarde desta terça-feira, 27, a escola decidiu pelas primeiras mudanças pra que 2019 seja bem diferente: a porta-bandeira Amanda Poblete não integra mais o time que veste preto e amarelo. O coreógrafo de comissão de frente Kiko Guarabyra não comanda mais o quesito de abertura dos desfiles, ele foi realocado para liderar as coreografias das alegorias.

Porta-bandeira Amanda Poblete deixa a São Clemente – Foto: Gabriel Monteiro/Riotur
Estreante, Kiko Guarabyra não comanda mais a comissão de frente da São Clemente – Foto: Michele Iassanori/Sambarazzo

Aos 20 anos, Amanda é a dançarina mais jovem do Grupo Especial. Após carreira meteórica na Série A pela Renascer, Amanda teve a primeira grande chance na Vila Isabel em 2017, mas acabou dispensada. Nesta temporada ela formou par com o mestre-sala Fabrício Pires. Kiko estreou liderando uma comissão de frente em 2018, e ele ousou com a proposta de usar um telão como uma tela de pintura em plena Avenida.

Em frente à segunda cabine de jurados, o telão, grande efeito da comissão de Kiko, apagou e tirou um pouco do brilho da apresentação – Foto: Michele Iassanori

9,8; 9,9; 9,9 e 9,7 foram as notas do casal da São Clemente, a mais baixa avaliação do Grupo Especial no quesito. Na comissão de Kiko, a escola levou três 9,8 e um 9,7, também a menor nota – ao lado do Império Serrano – dentre todas as agremiações da elite.

Também foram dispensados o segundo mestre-sala Anderson e a segunda porta-bandeira Érica.

A escola também anunciou mudanças no departamento de harmonia. Na página oficial, a São Clemente informou que terá um departamento de carnaval que vai unificar os trabalhos junto aos segmentos.

 

 

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Por Redação

Segunda a desfilar neste Domingo de Carnaval, a São Clemente contou histórias sobre os 200 anos da Escola de Belas artes, enredo assinado pelo carnavalesco Jorge Silveira. Quem ficou orgulhoso mesmo foi o presidente da escola, Renato Almeida Gomes, o Renatinho.

Pro dirigente, foi o maior desfile da história da escola de samba:

-Maior desfile de nossa vida – comentou Renato, que em entrevista à TV Globo foi além e chegou a dizer que foi o carnaval mais caro que a escola já produziu.

Desfile da São Clemente deixou presidente empolgado – Foto: Irapuã Jeferson

“Academicamente Popular”, título do enredo, deixa claro a tentativa do carnavalesco em popularizar um tema erudito, que versa sobre artes plásticas e a EBA, celeiro de carnavalescos e origem do próprio Jorge Silveira.

Confira outras fotos:

 

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Por Redação

“Como será o amanhã?”. A pergunta, versada no samba da União da Ilha de 1978, é a que mais passa na cabeça do povo, ainda mais no começo do ano, período de fazer planos e buscar realizar novos e antigos sonhos. No caso do Sambarazzo, é claro que a curiosidade gira em torno do Carnaval. Já que perguntar não ofende, convocamos um time de videntes pra responder o que interessa: Quem vai se dar melhor na Quarta-Feira de Cinzas e deixar a Apoteose consagrada campeã da festa de 2018?

E, como dizem que as cartas não mentem jamais, vejamos o que futuro reserva a cada uma das 13 escolas do Especial no Carnaval que já bate à porta.

Esmeralda de Gaya apontou o futuro pelo baralho cigano, mesma origem da clarividência de Sibyla Rudana, que confirmou as previsões no Baralho da Maria Padilha, entidade cultuada na umbanda e no candomblé, técnica igualmente utilizada pela cartomante Rosana Castela. Representante do xamanismo, o cigano Roberto El Marttini fecha a seleção de místicos convidada pelo Sambarazzo.

 Previsões por escola:

Esmeralda de Gaya – Vem cheia de orgulho e segurança. Fará um belo desfile, estará entre as primeiras, mas não ganha.

Roberto El Marttini – Há uma mulher que sabe usar a flexibilidade. Os problemas parecem maiores do que são, será um carnaval de boas recordações. Tem relações honestas de trabalho, empresa com filosofia e cultura pautada dentro dos padrões e valores éticos, é um bom jogo profissional. Não será um ano de campeonato, mas é um ano favorável pra Portela. Tem beleza, empolgação, vejo um bom desfile, deve estar entre as quatro ou cinco primeiras, mas sem vitória.

Rosana Castela – Por uma questão de teimosia, estão teimando por alguma coisa que sabem que não vai ser favorável, e isso será feito e eles serão traídos. Essa traição pode ser evitada se fizerem uma parceria ou uma negociação com alguém pra reverter o quadro da escola. Tem gente que não tá se entendendo bem. O jogo não aponta ela como vitoriosa.

Sibyla Rudana –  Fica entre as seis primeiras colocadas. No centro do jogo tem um apoio muito grande e uma verdadeira fortuna na síntese da Portela. A torre (que saiu no jogo da cigana pra Portela) fala de coisas que são esclarecidas. Quando a torre desaba, a luz entra. Algo está sendo feito de uma forma, que precisa ser feito de outra. Mas vai estar entre as seis primeiras. É um caminho de redenção. Consegue desatar um nó financeiro. E tem uma pessoa amiga, muita amiga, ligada à escola, que não vai ficar na escola.

Esmeralda de Gaya – Um desfile rico, vibrante, surpreendente e marcante. No momento, as cartas me mostram as três maiores possibilidades de campeonato, e a Mocidade está entre essas maiores possibilidades.

Roberto El Marttini – A Mocidade tem a carta do pavão. Temos que levar em consideração que 2018 é regido por Saturno, que requer perfeccionismo. Vai ter beleza, luxo, glamour… Vejo sorte nos negócios, tudo revertido em luz e paz espiritual, a justiça divina falará por seu intermédio. Um jogo muito bom, de campeã.

Rosana Castela – Vai encontrar algumas dificuldades, mas vai superar, diante de algumas mudanças que já estão acontecendo. Viram que algo iria desfavorecer e tomaram atitudes internas, modificaram e começaram a seguir um bom caminho. Está com caminhos abertos. A Mocidade é uma das favoritas.

Sibyla Rudana –  Não vejo a Mocidade sendo prejudicada nem fazendo um desfile ruim. Tudo que se pode dizer em termos de fluxo de influências tá favorecido. Mas ainda há coisas internas pra serem resolvidas, organizadas. Volta sábado com certeza.

Esmeralda de Gaya – Mais uma vez o Salgueiro virá com um belo desfile no sentido de alegorias. Desfile lindo aos olhos, mas sem a emoção que o enredo pede. O Salgueiro arrasta um período de pertubações astrais, em virtude de débitos espirituais que precisam ser sanados. Fica entre as seis melhores.

Roberto El Marttini – Salgueiro conta com a sorte. Há grande chance, no entanto, de ser manipulado por alguém de fora, o que pode causar dor e sofrimento. Poderá ser impedido de colher os frutos do trabalho, o que vai causar um aborrecimento por não perceber no resultado o esforço despendido. Volta no Sábado.

Rosana Castela – Uma das favoritas. Vai sofrer uma traição, que pode ser em nível de julgamento. Pode entrar na Avenida com tudo pra ser “a escola” e sofrer com notas indevidas, de ninguém saber explicar as notas. Mas o jogo mostra sorte. O Salgueiro vai ter um bom caminho. Se for prejudicado, será por essas traições no momento de julgamento.

Sibyla Rudana – Tem caminhos abertos pra conseguir uma excelente colocação. Mas é obrigada a se submeter a uma circunstância interna, que coloca a escola em sacrifício, uma solicitação superior, uma imposição negativa pra ela. É uma escola que vai fazer sucesso. Volta no Sábado.

Esmeralda de Gaya –  Vai fazer um desfile surpreendente, com muito amor, garra e alegria. Vem agarrando a chance da vitória, com a essência da Mangueira do passado, apostando no amor de seus integrantes para fazer a escola brilhar. Vai ser um desfile marcado pela emoção e segurança, e com muita vontade de vencer. No momento, as cartas me mostram as três maiores possibilidades de campeonato, e a Mangueira está entre essas maiores possibilidades.

Roberto El Marttini – Passa uma névoa de instabilidade na escola, falta mais harmonia interna, deve haver ou houve rupturas por mal-entendidos, e o desfecho da Mangueira neste ano traz alto risco de estresse. Não vejo boa sorte.

Rosana Castela – Jogo indica boa sorte, bom caminho, bom trabalho. Grandes possibilidades de ser a campeã. Jogo muito bom mesmo. Melhores “caídas” (cartas no jogo) foi a da Mangueira.

Sibyla Rudana – Muitas forças espirituais participando do enredo. Conflitos, adversidades, falta de resolução de problemas que estão diante do nariz, a escola precisa se unir mais. O que vejo é um cabo de força. Uns querem uma coisa, outros querem outras coisas. Corre risco de ficar numa posição indesejável. Provavelmente, não volta no Sábado das Campeãs.

Esmeralda de Gaya –  Apesar das expectativas em torno dessa escola, fará um desfile para cumprir seus requisitos, mas sem grandes marcas de expressão. Briga pelo Sábado das Campeãs.

Roberto El Marttini – A vibração é boa, a Grande Rio conta com sorte, luxo, beleza e tem grandes acertos. Não pode modificar o passado, mas pode atuar no presente preparando um futuro melhor. Há quem tente impedir o progresso, mas no final vencerá. Ela e a Mocidade vão apresentar muita riqueza, acima das outras, mas Saturno rege e exige perfeccionismo. Vai estar bem colocada, mas não leva.

Rosana Castela – Há um problema de poder na escola. Alguém está de alguma forma minando caminhos que pudessem favorecer a escola. Não é alguém agindo pra desfavorecer a escola, mas pra desmerecer o trabalho que está sendo feito por alguém, pra tirar o brilho de alguém.

Sibyla Rudana – Cinco de paus na carta do ambiente significa que tem que lutar muito pra conseguir que os olhos se voltem pra você. Mas é uma escola que tem sorte e muito dinheiro investido. Rei de Ouros, com favorecimento de recursos. Muita visibilidade. O corte diria que consegue o que quer, não como quer. Tem portas abertas, chama atenção e faz sucesso.

Esmeralda de Gaya – Muitos imprevistos e pertubações no decorrer dos trabalhos da Beija Flor. Mas a escola traz consigo o poder de transformar as adversidades em força, e seus componentes conseguem transmitir isso na Avenida. Fará um desfile arrebatador, que emocionará e contagiará aos espectadores. É uma das três mais fortes candidatas ao título no jogo.

Roberto El Marttini 2 – Neste ano, Saturno rege, e ele pede um perfeccionismo, muita destreza, e borboleta e águia são os animais de poder que representam essa perfeição. A Beija-Flor tem a borboleta. Vai fazer um carnaval muito diferente dos outros, bem melhor que nos carnavais anteriores, vai surpreender. Tem no desfecho do jogo harmonia, felicidade familiar, poder criativo usado para o bem.

Rosana Castela – Vai surpreender. Tem um conjunto harmônico, as coisas estão coesas. Isso vai surpreender as pessoas. Pode ser que sofra algum abalo na hora do desfile. Mas é uma candidata. Não por ser a Beija-Flor, mas pelo nível de organização, pelo que está sendo feito lá dentro. Podemos dizer que é candidata ao campeonato.

Sibyla Rudana – Tem O Mago, o Fazedor, o que faz e acontece. Hoje, a vibe da Beija-Flor é de campeã. Muita energia trabalhando. Muito difícil perder. Hoje, pelo jogo, a favorita é a Beija-Flor. Tem muito apoio espiritual.

Esmeralda de Gaya – É um desfile para cumprir requisitos, mas sem grandes marcas. Briga pelo Sábado das Campeãs.

Roberto El Marttini 2 – Vive um inferno astral. Precisa de uma harmonia de inter-relacionamento e, mais do que o quesito, precisa expandir o núcleo de amizades. Existe uma influência energética negativa, que pode mais uma vez tirar essa escola do Desfile das Campeãs. Acho difícil voltar.

Rosana Castela – Existe uma falta de concordância dentro da Imperatriz. Por algum motivo, pessoas se metem em assuntos que não devem se meter. Uma parceria foi quebrada e quebrou o equilíbrio emocional da escola.

Sibyla Rudana – Jogo fala de uma desistência. Tem alguém saindo fora. Ou tem alguém que não tá muito localizado no assunto. Carta fala de morte. Não é necessariamente morte, não. É alguém que sai fora. Mas a síntese do jogo é a Torre, que simboliza “não sei o que faço, não sei o que quero”. Mas há a imagem de uma criança pedindo colo. Tem uma crise interna. Vai me surpreender se no meio desse caos a Imperatriz voltar no Sábado.

Esmeralda de Gaya – É um desfile sem grandes marcas. Não cai.

Roberto El Marttini – Não fará este ano um carnaval pra ser campeã, mas se mantém no Grupo Especial. Tá precisando de força, tá vivendo dificuldades grandes. Não é um caminho fácil pra ela. É importante não ficar se lamentando, e se reerguer.

Rosana Castela – Caminhos abertos. Vem abençoada pela espiritualidade. Está com caminho de sorte. Tá redonda a escola. Há perigo de uma traição externa. Um julgamento pode não ser o correto. A Ilha vem bem.

Sibyla Rudana – Enguiços muito grandes no meio do caminho. Tem empenho, compromisso de chegar lá, mas tem que ter muito cuidado com fogo. Muito fogo pro meu gosto. Muito cuidado com a manutenção das coisas. Aconselho que busque apoio nas energias que acreditam, pra que possam melhorar essa tendência. Ainda mostra que a escola tem sorte, mas tem coisa a consertar e está precisando de ajuda.  Diria que não cai.

Roberto El Marttini – Dá pra ver que é uma escola movida à paixão. Não pode pensar em desistir, pois está alcançando êxito aos poucos, tem sorte, vejo reconhecimento. Não creio que fique entre as seis, mas não cai.

Rosana Castela – Vai ter algumas alegrias nesse carnaval. Vai chegar mais longe do que espera. Na verdade, não imaginam onde vão chegar. Vai ser prejudicada, vai ter alguns embaraços e dificuldades. Vai causar prejuízo ético. Não cai.

Sibyla Rudana – Época de virada. Mudança favorável. Tem no centro do jogo uma aliança boa. O brilho de uma pessoa, que colhe os frutos de um grande sucesso. A São Clemente não vai ficar mal, não. Embora o 7 de Paus diga que tem uma posição acirrada, dependendo de décimos pra chegar numa posição melhor.

Roberto El Marttini – O ano de 2018 Saturno está na regência. Já falei da exigência pelo perfeccionismo neste ano, e isso favorece a Vila Isabel e a Beija-Flor. A Vila tem a carta da águia, a grande visionária. Vai despertar paixões no desfile, mas é importante controlar as emoções.

Rosana Castela – Caminho próspero. De vitórias. De boa sorte. Trabalho bem sério. Trabalhando no passinho dela. Pode plenamente ter vitória. Tudo tá muito positivo. Muito favorável. Não tá passando por problema financeiro, ou de direção. Tá trabalhando em silêncio, mas trabalhando bem.

Sibyla Rudana – Se não ganhar, tá entre as seis. Favorecimento muito grande. Tem o sol no centro do jogo. Mas tem alguma coisa relacionada a atropelo de última hora. Não é acidente. Mas atrapalha. Pinta com força muito grande. Muito interessante o jogo dela. Volta entre as seis com certeza.

Roberto El Marttini – Vai se recuperar. Tem inimigos ocultos querendo criar situações pra desestabilizar. Se tiver autoconfiança fortalecida, vencerá isso. Briga pelo Sábado das Campeãs.

Rosana Castela – Tem bons caminhos. A escola vai sofrer algum tipo de injustiça. É uma escola que apesar de ter um bom caminho de condições de chegar lá, não está entre as que podem voltar. Mas poderia estar muito melhor. Alguém precisa rever os conceitos. Às vezes, dar um passo atrás é uma questão de inteligência.

Sibyla Rudana – É uma volta dela aos grandes espetáculos. Centro do jogo tem uma parceria boa, que chama a atenção das pessoas positivamente. Corta essa sociedade o Dois de Ouros, que sugere ralar mais um pouco. Que volte a ter mais criatividade. Fala sobre um desequilíbrio financeiro, falta de grana. No caminho, porém, tem a carta do carro, falando que a pessoa tem que dominar situações e harmonizar, mas tem no jogo uma vitória. O desfile vai ter destaque.

Roberto El Marttini – Tem um samba de forte vibração. Saturno exige, além de perfeccionismo, muita criatividade, e a Tuiuti terá boa criatividade. O jogo diz que só não terá êxito se não quiser, fala pra não ter medo de recomeçar do zero e terá proteção pra isso.

Rosana Castela – Vem passando por algumas dificuldades. Tendência a não sobreviver a este Carnaval no Grupo Especial.

Sibyla Rudana – Risco de ter problema. Não é legal quando tem no centro do jogo uma carta de finalização, que é a morte. Vai estar bonita. Mostra um enguiço, um problema. Tem dois cortes no jogo da Tuiuti, não gostaria que tivesse. Mostra no desfecho do jogo uma certa melancolia, tristeza, incapacidade de resolução de problemas, dificuldades.

Roberto El Marttini – Tem empolgação, esperança, mas entra com fatores negativos. Pode não cair, mas é difícil. Dá pra ver que é uma escola que tem muito amor envolvido ali dentro. O jogo fala de persistir no sonho e que a ferida, por mais dolorosa que seja, se cura. E o desfecho diz que justiça não se discute, luta-se por ela.

Rosana Castela – Tem tudo pra ter boas vitórias. Vai acontecer uma traição ou já está acontecendo um racha. Por questões de opinião, de forma de conduzir as coisas. Alguém está querendo arrumar a casa, mas há quem não queira mexer, o que leva a um racha. É como se a escola se dividisse em dois segmentos. Momento de crise no Império. Pode até não cair, mas não será fácil.

Sibyla Rudana – Centro do jogo é o sol. Chama atenção. Recomeça uma jornada de ascensão. Espero que não caia, porque tem um grande desafio interno pra resolver. Não é externo. Um peso, uma perturbação… Mas o Império vai à luta, e consegue chamar atenção.

Nota importante: A cartomante Esmeralda de Gaya não detalhou os desfiles e o resultado das escolas que, no jogo dela, ficarão de fora do Sábado das Campeãs. Por isso, algumas agremiações estão sem as considerações da vidente.

*Baralho Cigano e Quiromancia (leitura de mão) => Esmeralda de Gaya: (22) 97403-4807

*Oráculo Xamã e Baralho Cigano => Roberto El Marttini: (21) 2722-1863 / (21) 98728-6186

*Búzios e Baralho da Padilha => Rosana Castela: (21) 97044-6839 / (21) 4141-8797

*Baralho Cigano, Baralho da Padilha e Pêndulo => Sibyla Rudana: (21) 97530-7799 / (21) 3624-7555

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Por Redação

Em outubro, a Liesa decidiu de uma vez por todas cancelar os ensaios técnicos, alegando falta de grana para viabilizar o espetáculo gratuito ao público. A São Clemente foi atrás de novas alternativas para chamar o povão pra perto da escola de samba, como deve ser, e já agendou um ensaio técnico no Aterro do Flamengo, que vai receber a agremiação e os segmentos no próximo dia 21 de janeiro, um domingo.

A ideia do presidente da escola, Renato Almeida Gomes, o Renatinho, é utilizar o complexo de lazer exatamente no primeiro dia da semana, quando as pistas de tráfego ficam fechadas para o trânsito e liberadas para o lazer no parque, onde muita gente aproveita o dia.

– É pra suprir a saída da Sapucaí, apurar as coisas e fazer os ensaios. Vou usar 700 metros (a mesma extensão da pista de desfiles oficial do Carnaval) – contou Renatinho ainda em outubro, quando começou a mobilizar a proposta junto à Superintendência Regional da Prefeitura na Zona Sul, comandada por Marcelo Maywald.

São Clemente vai ensaiar no Aterro do Flamengo – Foto original: Alexandre Macieira/Riotur

Antes disso, no dia 19, uma sexta-feira, a turma que veste preto e amarelo vai treinar na Sapucaí, já simulando o desfile do dia 11 de fevereiro. A São Clemente será a segunda a desfilar, no Domingo de Carnaval, pelo Grupo Especial, com o enredo “Academicamente popular”, do carnavalesco Jorge Silveira.

 

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Por Luiz Felippe Reis

Depois da tempestade vem bonança. Dá pra resumir assim os últimos dias da São Clemente, que ficou por um mês desabrigada, após decisão judicial num processo de reintegração de posse do terreno onde fica a quadra, movido pela União. A volta por cima foi pela política: a escola que veste preto e amarelo se articulou bem e conseguiu apoios influentes em Brasília, o que permitiu a ocupação do espaço, mesmo com a derrota nos tribunais.

Presidente da SPU/RJ – Superintendência de Patrimônio da União -, Leonardo da Silva Morais foi o primeiro aliado na reconquista do território. Deputados federais, da bancada fluminense, também correram atrás para viabilizar o reconhecimento da quadra como um centro cultural. Rodrigo Maia (DEM), que também é presidente da Câmara dos Deputados, Laura Carneiro (PMDB), Pedro Paulo Carvalho (PMDB), Marco Antônio Cabral (PMDB), Simão Sessim (PP) e Alexandre Valle (PR) foram políticos que auxiliaram a escola de Botafogo nessas articulações.

Presidente da SPU/RJ, Leonardo da Silva Morais esteve na quadra da São Clemente na última terça-feira, 12, quando a escola festejou a retomada do espaço. Na foto, ele aparece à direita, ao lado do presidente da Liesa, Jorge Castanheira – Foto: Rafael Arantes

O auxílio dos homens públicos foi fundamental para a reconquista do território, como alega o presidente da São Clemente, Renato Almeida Gomes, o Renatinho, que promete intensificar projetos sociais na quadra dedicados às crianças.

– Eu perdi oficialmente, entreguei a quadra direitinho. Os políticos fizeram um pedido à União para que a São Clemente fizesse uma ocupação oficial deste espaço, como Centro Cultural, e é isso que a São Clemente vai fazer. Politicamente,  esses caras brigaram ferrenhamente, foi a bancada do Rio de Janeiro. O presidente da SPU entendeu nosso pedido, Brasília também pediu. Agora, o nosso trabalho será para as crianças, vai acontecer muita coisa bacana por aqui – explicou.

Simão Sessim (PP), Rodrigo Maia (DEM), Pedro Paulo (PMDB), Alexandre Valle (PRP), Laura Carneiro (PMDB) e Marco Antonio Cabral (PMDB) ajudaram a devolver a quadra pra São Clemente

Na última terça-feira, 12, a São Clemente fez uma festa para comemorar a retomada da quadra, que viveu horas de muita emoção com a reunião de vários representantes das escolas de samba do Rio de Janeiro. A agremiação será a segunda a desfilar, no Domingo de Carnaval, pelo Grupo Especial, com o enredo “Academicamente popular”, desenvolvido por Jorge Silveira.

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Por Redação

Esperança de grande desafogo, diante do corte de verbas públicas – em 50% – ao Carnaval imposto pelo prefeito do Rio Marcelo Crivella, o Ministério da Cultura decidiu cancelar o repasse no valor de R$ 8 milhões – R$ 1 milhão pela Lei Rouanet e R$ 7 milhões através da Caixa – às escolas de samba do Grupo Especial, jogando um balde de água fria nas pretensões mais animadas de dirigentes e torcedores.

O departamento do Governo Federal, do presidente da República Michel Temer, alegou que exigências não foram cumpridas pela Liesa. Em nota, o MinC esclareceu a reviravolta:

– Infelizmente a Liga das Escolas de Samba não atendeu as exigências da Caixa e do MinC, que são as mesmas feitas a todos os projetos culturais patrocinados via Lei Rouanet – destacou o texto, que ainda responsabiliza a Liesa pela impossibilidade do repasse: ‘A responsabilidade é da Liga das Escolas de Samba’.

Presidente da Liesa, Jorge Castanheira reagiu às alegações do Ministério da Cultura e lamentou a negativa do governo brasileiro.

– A nossa preocupação é muito grande com relação a isso. Nós fizemos tudo o que foi pedido, e aí vem essa informação contrariando tudo o que tinha sido combinado lá atrás. Não sei se tem esperança ainda, não posso dizer – lamentou.

Decisão do Ministério da Cultura tirou R$ 8 milhões do Carnaval – Foto: Irapuã Jeferson

Entenda a história:

Em junho deste ano, o prefeito Marcelo Crivella anunciou um corte de 50% da subvenção direcionada às escolas de samba. A decisão gerou desdobramentos: a primeira delas foi executada pela Liesa, que chegou a suspender os desfiles da Sapucaí do Grupo Especial.

Com a fogueira acesa, sambistas chegaram a sair às ruas para se manifestar contra a redução de verba. A partir daí, o prefeito recebeu os dirigentes e não arredou o pé, mantendo o valor de R$ 1 milhão para cada escola do Especial. Poucos dias depois, os presidentes das agremiações finalizaram as negociações e ficou estabelecido que o contrato dos anos anteriores seria mantido, só com a alteração, evidentemente, das datas e dos valores.

Outro acordo era de que o pagamento da subvenção seria feito em cinco parcelas. Quatro delas de R$ 225 mil e uma última de R$ 100 mil, com o primeiro pagamento previsto para o mês de julho. Houve atrasos e até agora, meados de dezembro, apenas a metade do valor foi quitado.

Cúpula de dirigentes do Carnaval foi a Brasília e saiu de lá com promessa de apoio financeiro do Governo Federal, que não aceitou o projeto elaborado pelas escolas de samba – Foto: Divulgação

Uma luz no fim do túnel surgiu com o apoio do Governo Federal, encabeçado pelo ministro da Cultura Sérgio Sá Leitão, que encampou a luta das escolas e prometeu repôr a verba perdida. Os dirigentes foram a Brasília e voltaram pra casa com a promessa dos R$ 13 milhões – R$ 1 milhão pra cada. Sem previsão de quando a grana iria chegar, sobrava como alento a promessa de R$ 8 milhões através da Caixa Econômica, o que se perdeu nesta semana.

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Por Luiz Felippe Reis

A angústia foi grande, mas acabou. A São Clemente voltou pra casa na noite desta terça-feira, 12, e preparou uma festa pra receber representantes de várias agremiações do Rio de Janeiro, além é claro de treinar o time pro Carnaval que se avizinha. A quadra – até poucos dias tirada das mãos da escola pela justiça – viveu horas de muita emoção, simbolizada no presidente Renato Almeida Gomes, o Renatinho, que chegou a chorar no palco ao botar pra fora as sensações pela reconquista de território.

Dia de festa! São Clemente comemora reconquista da quadra – Fotos: Rafael Arantes

Em menos de 30 dias, a São Clemente passou de desabrigada para ocupante legítima da quadra. Ajuda das escolas de samba, movimentações políticas em Brasília e boa influência com a bancada fluminense na Câmara dos deputados fez toda a diferença pra fazer passar esse sufoco. A contrapartida pra tamanha vitória, é pensar no futuro.

– O ano de 2017 é muito diferente pra São Clemente. Tivemos nossa perda familiar (morte de Ricardo Almeida Gomes, irmão do presidente) e todos esses problemas do Carnaval, perdi a quadra… Quando o oficial de justiça me ligou dizendo que perdi a quadra, parecia pra mim o último suspiro. O mundo do samba, os amigos, os políticos nos ajudaram. Temos uma quadra oficial toda documentada. Eu perdi a quadra na justiça oficialmente. Aí, os deputados federais do Rio pediram que a São Clemente fizesse a ocupação oficial desse espaço como centro cultural, e é isso que a São Clemente vai fazer, é definitivo. Vai acontecer muita coisa bacana aqui agora. É a São Clemente pro futuro, pras crianças – projetou Renatinho, que é presidente há 15 anos.

A conquista rompeu as fronteiras da São Clemente e virou um triunfo do Carnaval. Tanto é que o presidente da Liesa, Jorge Castanheira, fez questão de comparecer ao evento e felicitar a turma que veste preto e amarelo. Outras escolas levaram casais, dirigentes e artistas para prestigiar a coirmã da Zona Sul.

– É a recompensa do trabalho de toda a São Clemente e um reconhecimento da importância do samba. Esse foi um espaço de luta, de conquista da escola, de muitos anos e construído pela escola, aqui não tinha nada. Parabenizo a São Clemente – concluiu Castanheira.

Presidente da Liesa, Jorge Castanheira marcou presença na casa da São Clemente: ‘Foi um espaço de luta construído pela escola’ – Foto: Rafael Arantes

Comentarista da TV Globo, Milton Cunha – carnavalesco e personalidade emblemática do Carnaval – resumiu bem a comoção das escolas com o drama passado pela São Clemente:

– Mexeu com uma, mexeu com todas.

Fotos: Rafael Arantes

Após mais de uma década – exatos 14 anos – se arrastando nos tribunais, o processo teve um veredicto: a Justiça Federal do Rio, em decisão do juiz Carlos Guilherme Francovich Lugunes, da 22ª Vara Federal do Rio, decidiu que a São Clemente teria que deixar o local situado na Avenida Presidente Vargas, no Centro. O despejo era decorrência de uma ação de reintegração de posse do terreno à União.

Quase um mês depois, o feliz desfecho favorecendo a São Clemente, que com os próprios esforços construiu – a partir de 2003 – a quadra num terreno anteriormente abandonado.

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Por Redação

A São Clemente está de volta pra casa! Neste domingo, 10, a escola de samba ganhou o direito à posse do terreno, onde fica a quadra, na Avenida Presidente Vargas. O anúncio da conquista foi feito pelo presidente Renato Almeida Gomes, o Renatinho, na Feijoada oficial da representante de Botafogo.

A Justiça Federal do Rio de Janeiro decidiu no dia 15 de novembro que a São Clemente teria que deixar o espaço, no Centro do Rio. O despejo foi decorrência de uma ação de reintegração de posse do terreno à União.

Mas o jogo virou, e a São Clemente volta à ativa na quadra já na próxima segunda-feira, 11, graças ao apoio de uma série de deputados federais do Rio de Janeiro.

A São Clemente conquistou o direito de voltar à quadra da Presidente Vargas – Foto: Irapuã Jeferson

Em setembro do ano passado, a única representante da Zona Sul no Especial já havia passado pelo mesmo trauma e teve que deixar a quadra. Até a final de samba-enredo da escola foi realizada fora do local, na Cidade do Samba. Um mês depois, em outubro, outra deliberação judicial garantiu direito à agremiação de continuar na quadra por 180 dias.

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Isso que a gente pode chamar de planejamento. Antes mesmo do Carnaval de 2018, a São Clemente já deu os primeiros passos para a temporada 2019. É que a escola renovou pra daqui a duas temporadas com o carnavalesco Jorge Silveira. A novidade foi anunciada neste sábado, 25.

Jorge Silveira é da São Clemente por duas temporadas – Foto: Arte O Clementiano

Jorge foi contratado pela escola de Botafogo, logo depois de Rosa Magalhães sair rumo à Portela. O presidente Renato Almeida Gomes, o Renatinho, agiu rápido, naquela oportunidade, e pegou Silveira, que vinha de um vice-campeonato pela Viradouro na Série A.

Na agremiação de Niterói, Jorge teve grandes avaliações no júri da Lierj, que comanda a Série A. Nos quesitos de responsabilidade dele – Alegorias e Adereços, Fantasias e Enredo -, ele conseguiu todas as notas 10 possíveis nos carros e nos figurinos; no enredo, Jorge recebeu uma nota 10, duas 9,9 e um 9,8.

Antes dos preparativos pra 2019, no entanto, a São Clemente vai tentar ficar entre as seis primeiras colocadas em 2018, quando a escola e Jorge Silveira homenageiam os 200 anos da Escola de Belas Artes.

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Por Redação

A agonia das 13 escolas do Grupo Especial tá perto de acabar. É que fiscais do Ministério do Trabalho decidiram liberar cinco barracões na manhã e tarde desta quarta-feira, 22, em vistoria feita na Cidade do Samba. Salgueiro, Vila Isabel, Beija-Flor, Mocidade e Mangueira já podem funcionar normalmente e botar os operários pra trabalhar até o desfile de 2018. A projeção é que até o final desta semana, os outros espaços também sejam desinterditados completamente.

Cidade do Samba deve ser liberada completamente até o final da semana – Foto: Edmar Moreira/Riotur

Além de pequenos detalhes, a principal preocupação dos fiscais do órgão federal era com relação as deficiências na parte elétrica dos barracões, o que foi sanado pelas agremiações. Em agosto deste ano, um funcionário morreu eletrocutado no barracão da São Clemente enquanto trabalhava, o que chamou a atenção do Ministério do Trabalho na questão da segurança dos trabalhadores.

Foi no dia 19 do mês passado que os locais foram interditados. Trinta e quatro dias depois de muita apreensão e mobilização das escolas para atender minimamente as exigências do ministério, os impedimentos começam a se desfazer. Regina Celi, presidente do Salgueiro, primeira a ter as instalações totalmente liberadas nesta quarta-feira, 22, festejou a desinterdição e deixou claro que o momento é de correr atrás.

– Não medimos esforços para atender a todas as exigências. Temos pouco tempo e daremos nosso melhor – disse.

Salgueiro publicou nas redes sociais o termo de suspensão de interdição do barracão – Foto: Reprodução

Presidente da Portela, Luís Carlos Magalhães também comemorou a liberação dos espaços que estavam paralisados e indicou a nova preocupação das escolas de samba a partir de agora: saber o quanto cada uma terá para desenvolver os carnavais do ano que vem.

– As escolas foram liberadas, agora é apertar o botão. A Portela já estava liberada. O desenho tá todo feito… alegorias, fantasias. A partir de agora, o mais importante é saber quando e quanto vamos ganhar. Falta o caderno de encargos, que pode pintar alguma coisa, o governo federal também. Agora, tá muito em cima, cara! Então, você tem que administrar sem saber o quanto e como vai ganhar – comentou o dirigente.

Última a ser inspecionada nesta quarta-feira, 22, a Mangueira também conseguiu ser aprovada pelo Ministério do Trabalho e sair dessa. O carnavalesco Leandro Vieira não comemorou, mas fez questão de informar e tranquilizar os torcedores da verde e rosa.

– Informo que o Barracão da Mangueira foi supervisionado, atendeu as exigências solicitadas pelo Ministério do trabalho, e está liberado para seguir na execução de seu projeto de Carnaval. Seguimos dando continuidade ao nosso organograma de trabalho – escreveu na página oficial dele no Facebook.

A Beija-Flor também vai finalmente prosseguir os trabalhos pra 2018. Cid Carvalho, carnavalesco, tá ligado que a hora é de acelerar o passo.

– Simbora trabalhar, simbora tirar o atraso – exclamou o artista. Também integrante da comissão de carnaval da azul e branco, Laíla havia demonstrado preocupação ainda no mês passado: ‘Nunca vi a Beija-Flor no ferro em outubro’.

A Vila Isabel também respirou aliviada com a suspensão das interdições. Paulo Barros concordou com as intervenções do órgão, mas lamentou o período das inspeções, a menos de 120 dias dos desfiles.

– Eles demoraram a visitar os barracões. Tem que profissionalizar mesmo. Mas querer fazer isso a três meses do Carnaval? – questionou o artista.

Daqui a em diante, as escolas de samba, ainda sem a verba repassada integralmente pela prefeitura, têm 80 dias pra finalizar os barracões até os desfiles do Grupo Especial a partir de 11 de fevereiro.

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Por Redação

A São Clemente divulgou nesta segunda-feira, 6, as fantasias comerciais pro Carnaval 2018. São oito alas disponíveis para a venda aos interessados em participar do maior espetáculo da terra no dia 11 de fevereiro, quando a escola de samba se apresenta pelo Grupo Especial do Rio de Janeiro.

Em tempo de crise, vale até umas facilidades. Qualquer um dos figurinos estão a R$ 500 em até três parcelas, o que pode ajudar e muito, afinal de contas, não tá fácil pra ninguém. Se animou? Quer desfilar na Avenida. Corre lá e reserve a sua roupa: [email protected]

A São Clemente leva pra Avenida no ano que vem o enredo “Academicamente popular”, em homenagem aos 200 anos da Escola de Belas Artes, do carnavalesco Jorge Silveira.

Confira as fantasias:

 

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Por Redação

A São Clemente comemorou, na noite da última quarta-feira, 25, 56 anos de vida. E pra festejar mais uma primavera a escola preparou uma festa só pra convidados no Centro Cultural da preto e amarelo, localizado no Centro do Rio. A comemoração marcou ainda a inauguração do espaço, que resguarda as memórias mais afetivas da agremiação de Botafogo.

Integrantes da escola e convidados ilustres, como o carnavalesco Milton Cunha, estiveram presentes na noite marcada por muita emoção. Na comemoração, o presidente Renato Almeida Gomes, o Renatinho, realizou uma série de homenagens, entre funcionários e componentes ilustres. Na ocasião, o dirigente ainda nomeou os dois novos diretores culturais da escola, Rafael Arantes e Alex Maia, que ficarão responsáveis pelo lugar localizado na Rua Moncorvo Filho, pertinho da Praça da República, na região central carioca.

Ao lado de Renato, os novos diretores inauguraram a Galeria Ricardo Almeida Gomes, em homenagem ao ex-presidente da agremiação que morreu em setembro deste ano, vítima de uma pneumonia. Ricardo foi o comandante da escola por duas décadas (de 1987 a 2002), sempre em parceria com os irmãos Renato e Roberto. Os três são filhos de Ivo da Rocha Gomes, fundador da São Clemente nos anos 1960.

O espaço, no segundo andar do Centro Cultural, registra momentos marcantes e figuras ilustres da escola da Zona Sul e será palco de novas ações organizadas pelo departamento cultural da São Clemente.

Na noite de festa, o intérprete Leozinho Nunes ainda roubou a cena ao interromper o show da noite para cantar sambas históricos da escola. Em 2018, a São Clemente levará para a Sapucaí o enredo “Academicamente Popular”, desenvolvido pelo carnavalesco Jorge Silveira.

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Por Luiz Felippe Reis

Foram 169 sambas-enredo concorrentes lutando pra virar hino nas escolas do Grupo Especial, mas apenas 13 ganharam tal honra, depois de muita disputa, rivalidade, emoção intensa e grana investida. Com tudo escolhido – após mais de três meses de eliminatórias -, o passo seguinte foi ajustar pra deixar impecáveis as trilhas sonoras no CD oficial de 2018.

Por sete dias, os segmentos das agremiações da elite tomaram a Cidade do Samba e gravaram o batuque das baterias, as vozes dos cantores e, como já é tradicional, o coro de fundo das comunidades. Algumas escolas convocaram a participação da sua galera pelo Facebook, outras, além disso, prepararam ônibus pra carregar essa multidão aos estúdios montados especialmente no complexo de barracões. O resultado disso foi algo infelizmente incomum: Cidade do Samba movimentada.

Diretor de carnaval da Beija-Flor, Laíla é o produtor do CD das escolas de samba do Grupo Especial e acaba sendo um conselheiro técnico nas gravações das coirmãs – Foto: Eduardo Hollanda

Iniciadas no dia 17 de outubro, com Tuiuti e Grande Rio, as sessões de gravação terminaram nesta segunda-feira, 24, com a Beija-Flor de Nilópolis. O processo, que é bem desgastante, chega a durar três ou quatro horas por escola, mas ninguém sai de lá até que esteja perfeito. O comando técnico é de Laíla, diretor de carnaval da Beija-Flor, mas que, na gravação do CD, veste a camisa de todas.

– Tenho uma honra muito grande por ter recebido essa oportunidade lá atrás. As escolas estão muito fechadas com relação a esse trabalho, os diretores estão atendendo cada vez mais. Sou um cara muito pé no chão, mas sei o quanto eu contribuí. Não sou de ficar humilhando, nem me achando melhor que ninguém. Trabalho sempre com o “nós” – comentou Laíla, que há 50 anos participa da produção do disco.

Vamos lembrar as apresentações na Cidade do Samba das treze escolas do Grupo Especial. Por ordem, Tuiuti, Grande Rio, São Clemente, União da Ilha, Império Serrano, Mangueira, Vila Isabel, Salgueiro, Portela, Unidos da Tijuca, Imperatriz, Mocidade e Beija-Flor.

 

Dia 17

Fotos: Maria Zilda e Henrique Matos

 

Fotos: Maria Zilda e Henrique Matos

 

Dia 18

Fotos: Maria Zilda e Henrique Matos

 

Fotos: Maria Zilda e Henrique Matos

 

Dia 19

Vídeo: Srzd

Foto: Vinícius Albudane

 

Fotos: Marcelo Moura/Mangueira

 

 

Dia 20

Fotos da Vila: Eduardo Hollanda

 

Fotos: Maria Zilda e Henrique Matos

 

Dia 21

Fotos: Maria Zilda e Henrique Matos

 

Fotos: Maria Zilda e Henrique Matos

 

Dia 22

Fotos: Maria Zilda e Henrique Matos

 

Fotos: Eduardo Hollanda

 

 

Dia 23

Fotos: Maria Zilda e Henrique Matos

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Por Luiz Felippe Reis

“Quem não tem cão, caça com gato” já diz um velho e sábio dito popular. Com a decisão do cancelamento dos ensaios técnicos na Sapucaí, a São Clemente resolveu apostar no Aterro do Flamengo para realizar treinos dignos de Sambódromo na Zona Sul do Rio.

A ideia do presidente da escola, Renato Almeida Gomes, o Renatinho, é utilizar o complexo de lazer aos domingos, entre dezembro e janeiro, quando as pistas de tráfego ficam fechadas para o trânsito e liberadas para o lazer no parque, onde muita gente aproveita o dia. Para que o projeto se realize falta apenas a aprovação da Superintendência Regional da Prefeitura na Zona Sul, comandada por Marcelo Maywald.

– É pra suprir a saída da Sapucaí, apurar as coisas e fazer os ensaios. Vou usar 700 metros (a mesma extensão da pista de desfiles oficial do Carnaval). Quero fazer dois ensaios em dezembro lá e uns dois ou três em janeiro. E quero fazer um grande fechamento na (Rua) Arnaldo Quintela (em Botafogo) – conta Renatinho, que pretende botar todos os componentes uniformizados, a exemplo do que acontecia nos ensaios técnicos da Sapucaí.

São Clemente, do presidente Renatinho (foto), quer ensaiar no Aterro do Flamengo – Foto: Irapuã Jeferson

Sobre o fim dos treinos no Sambódromo, Renatinho lamentou:

– Deu uma apagada no Carnaval, né? Eram 70, 80 mil pessoas num dia, não tenho ideia de quantas pessoas vão perder isso. Muitos não tem como comprar ingresso, ficava lotado. É triste isso. As quadras mesmo já não são mais como antigamente. O crescimento dos blocos é um pouco isso também, é a liberdade, a pessoa vai lá ser feliz, faz o que quer. Olha, como eu queria ser prefeito. O Carioca só quer alegria, só quer ser feliz.

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Por Luiz Felippe Reis

Duzentos anos da Escola de Belas Artes, e a São Clemente virou a porta-voz, pela via do Carnaval, para o mundo inteiro de todo peso histórico e artístico da instituição com o enredo “Academicamente popular”, de Jorge Silveira. O celeiro de artistas – também da nossa festa – mostrou numa quadra de escola de samba como traduzir com tela e pincel toda a emoção de uma finalíssima e da magia do maior espetáculo mundial.

É que três alunos da EBA foram à sede da representante da Zona Sul na elite para pintar quadros, durante a disputa de samba, sentindo ao vivo toda a carga emotiva do Carnaval. Catharina Braga, Nando e Maria Paganelli fizeram três obras de arte, enquanto o couro comia na São Clemente.

Nando, Catharina Braga e Maria Paganelli pintaram três quadros na quadra da São Clemente, durante a final de samba-enredo da escola – Foto: Irapuã Jeferson

Uma das alunas, estreante numa quadra, ficou tão empolgada que garante que saiu da sede na Avenida Presidente Vargas torcedora da São Clemente.

– Pesquisei antes e queria retratar a escola. A São Clemente ter escolhido nossa escola nos 200 anos é muito importante pra gente. Quis retratar a quadra, mostrar o samba mesmo. O Jorge (Silveira, carnavalesco da São Clemente) é ex-estudante, e a partir daí a gente veio esse contato e essa oportunidade. Foi a primeira vez que tive contato direto, nunca tinha ido numa escola de samba. Muita gente entra na EBA pra trabalhar no Carnaval. Eu não tinha essa experiência, e saí daqui São Clemente – disse Catharina, que chegou às 19h30 na quadra e fez um estudo minucioso para criar a arte.

Catharina Braga, no sexto período da Escola de Belas Artes, foi uma das artistas na São Clemente, e ela festejou o enredo da escola pra 2018: “Academicamente popular” – Foto: Irapuã Jeferson

Nando buscou inspiração num elemento dos mais emblemáticos de uma escola de samba, a passista. Já Maria, como comentou Catharina, foi mais ‘conceitual’, desbravando o sentido da festa através do casal de mestre-sala e porta-bandeira.

– Os dois foram geniais – encerrou a estudante. E o Sambarazzo completa: os três foram geniais.

Em 2018, a São Clemente será a segunda a desfilar, no Domingo de Carnaval, pela oitava vez seguida no Grupo Especial.

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A São Clemente é a terceira escola de samba do Grupo Especial a ter uma trilha sonora oficial pra chamar de sua. Na madrugada deste domingo, 17, a representante da Zona Sul optou pela obra de Ricardo Góes, Flavinho Segal, Naldo, Serginho Machado, Fabiano Paiva, Igor Marinho e Gustavo Clarão.

O samba vencedor vai ilustrar na Avenida em 2018, o enredo “Academicamente popular”, do carnavalesco Jorge Silveira, que homenageia os 200 anos da Escola de Belas Artes.

Passava das três da matina, quando o presidente Renato Almeida Gomes, o Renatinho, convocou o intérprete oficial Leozinho Nunes para cantar o samba campeão de Ricardo Góes, que bateu na finalíssima o time de Nelson Amatuzzi e de César Ricardo.

Confira:

 

*Fotos da Final de samba-enredo da São Clemente – Irapuã Jeferson

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Fim da linha para o período mais misterioso do Carnaval: o da escolha dos enredos. Todas as 13 escolas do Grupo Especial já sabem – e todo mundo também – sobre o que vão falar no próximo desfile.

O resgate de temas críticos se destaca. Pelo menos cinco enredos abriram as portas a reflexões de toda sorte, seja de caráter social ou cultural. Racismo (Tuiuti), xenofobia (Portela), preconceito contra mulheres (Salgueiro), desigualdade social (Beija-Flor) e até um debate mais profundo sobre os destinos da festa na Sapucaí, com a Mangueira. Outras narrativas históricas e culturais também compõem uma safra de enredos digna de aplausos.

DOMINGO

Na estreia pelo Império Serrano, o carnavalesco Fábio Ricardo aposta na cultura milenar da China para manter a verde e branco nove vezes campeã da festa na elite. A ideia é mostrar, além da riqueza histórica dos chineses, que a escola da Serrinha e o país asiático têm mais coisas em comum do que se possa imaginar.

 

 

Jorge Silveira estreia no Especial e leva pra Avenida “Academicamente popular”, sobre os 200 anos da escola de belas artes do Rio de Janeiro, a mais importante da América latina. A sacada do artista é levar as artes plásticas ao público, com uma linguagem popular, alegre, mas cheia de conteúdo histórico que o tema exige.

 

Atual campeão pela Portela, Paulo Barros foi para a Vila Isabel e vai transportar todo mundo na Sapucaí pra tempos que ainda virão. “Corra que o futuro vem aí” promete esbanjar tecnologia e impactar com muitas imagens de leitura direta e objetiva. Pra onde vamos? Como será o amanhã? Perguntas que a Vila se propõe a responder em ritmo de samba em 2018.

 

 

Na Tuiuti, Jack Vasconcelos propõe reflexão com “Meu Deus, Meu Deus. Está extinta a escravidão?”. Após 130 da Lei Áurea, os negros ainda vivem sob as amarras do racismo e da falta de igualdade das oportunidades -uma “bondade cruel”, como definiu o carnavalesco na sinopse. Uma leitura histórica, imersa numa crítica atualíssima.

 

 

O renomado casal de carnavalescos Renato e Márcia Lage e a Grande Rio brindam com alegria a Sapucaí no Domingo de Carnaval. “Vai para o trono ou não vai?” homenageia José Abelardo Barbosa, o gigante Chacrinha, um dos maiores comunicadores da história da televisão brasileira e figura emblemática da cultura nacional.

 

 

Leandro Vieira meteu o dedo na ferida. “Com dinheiro ou sem dinheiro, eu brinco” critica os destinos escolhidos pelo Carnaval e desbrava os porquês do evidente distanciamento popular das escolas. Reflexão imediata a partir do corte de verba da prefeitura de Marcelo Crivella, que não será poupado no desfile.

 

Atual campeão, Alexandre Louzada aposta na mesma fórmula vitoriosa de 2017. Pra quem uniu Brasil e Marrocos num desfile vencedor, “Namastê… A estrela que habita em mim, saúda a que existe em você” forma um elo do nosso país com a exuberante Índia do gigantesco Mahatma Ghandi.

 

SEGUNDA

O multifacetado Miguel Falabella é o dono dos holofotes da Tijuca em 2018. Annik Salmon, Hélcio Paim e Marcus Paulo lançam “Um Coração Urbano: Miguel, o arcanjo das artes, saúda o povo e pede passagem”, que mostra vida e obra do artista, um dos grandes escritores nacionais de entretenimento do país.

 

 

 

Em sua volta à Portela, a professora Rosa Magalhães dá mais uma aula com “De repente de lá pra cá e dirrepente daqui pra lá”. Uma crítica atual que aborda intolerância e xenofobia dentro de uma história encantadora de judeus fugidos da Europa, com destino ao Nordeste do Brasil, que contribuíram na formação de Nova York.

 

 

Severo Luzardo põe a mesa, a Sapucaí come com os olhos e a União da Ilha experimenta um enredo sobre culinária: “Brasil bom de boca”. A ideia é mostrar os hábitos alimentares do brasileiro, passando pela influência estrangeira em nossos pratos. Da mesa de jantar ao galpão do boteco, tem pra todos os gostos.

 

 

 

Sob o comando artístico de Alex de Souza, o Salgueiro se reencontra com um tema afro. “Senhoras do ventre do mundo” exalta históricas mulheres negras, que, apesar de seus feitos, tinham de lidar com o preconceito em suas épocas. Embora não seja focado na crítica, o enredo deixa uma mensagem contra a intolerância.

 

 

 

Pela Imperatriz, Cahê Rodrigues faz “Uma noite real no Museu Nacional”, contando a história de 200 anos do espaço cultural, artístico e científico do Rio de Janeiro. O palácio serviu de casa para a família real, o que deve devolver à Imperatriz a cara suntuosa da década de 1990, quando a escola levou quatro campeonatos.

 

“Monstro é aquele que não sabe amar. Os filhos abandonados da pátria que os pariu” é o enredo que vai fazer a Beija-Flor não se esconder da reflexão ante o dramático cenário de desigualdades, injustiças e amarguras sociais que emolduram a história brasileira. Um tema atual e mais um a lançar críticas sociais abrangentes.

 

O Carnaval do Grupo Especial começa em pouco mais de seis meses, a partir do dia 11 de fevereiro.

 

Foto de capa: Cezar Loureiro/Riotur

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O samba da São Clemente em 2017 já dizia: “hoje o rei sou eu”. Leozinho, intérprete da escola, levou a letra a sério. O rapaz resolveu tirar uns dias de férias do Carnaval e dar um passeio pelas bandas de Recife, Pernambuco. O destino? O paradisíaco arquipélago de Fernando de Noronha.

Se as praias de água cristalina já enchem os olhos de qualquer um, o cantor tem mais um motivo para sorrir: a companhia da namorada Tati Nazário. A morena, dançarina da funkeira Ludmilla, deu um pouco mais de brilho à viagem de Leozinho. 

De contrato renovado para 2018, o cantor vai para o terceiro ano como voz oficial da São Clemente.

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Carnavalesca, porta-bandeira e coreógrafo. De uma só vez, em menos de 24 horas, a São Clemente perdeu três artistas, Rosa Magalhães, Denadir Garcia e Sérgio Lobato, que foram contratados por outras escolas do Grupo Especial.

De uma só vez, a São Clemente perdeu boa parte do time

O presidente da representante de Botafogo, Renato Almeida Gomes, o Renatinho, tava contando com essa turma para 2018, mas a sanha pela competição fez Portela e Vila Isabel crescerem o olho nos artistas da escola da Zona Sul. Diante da equipe, agora cheia de lacunas, o dirigente, que deve ter se lamentado muito pelas baixas, tenta pelo menos levar com bom humor os reveses.

– Tiramos em nono e tão levando tudo. Imagina se tô entre as seis, levam minhas calças – brincou Renato, que agora vai ter que correr atrás de novos profissionais.

Tudo começou na tarde da última terça-feira, 7, quando a Portela foi atrás da carnavalesca Rosa Magalhães e convenceu a “mestra” a seguir para os braços da águia. Nesta quarta-feira, 8, a Vila Isabel cantou e levou a porta-bandeira Denadir Garcia para as terras de Noel. E, por último, a azul e branco de Madureira, de novo, foi lá no time de Renatinho e levou pra casa o coreógrafo Sérgio Lobato.

A São Clemente ficou com o 9° lugar no Grupo Especial 1,8 ponto atrás da Beija-Flor de Nilópolis, 6ª colocada.